Localizadas no extremo norte do Brooklyn, justo onde o Newton Creek desemboca no East River, as torres residenciais Greenpoint Landing projetada pelo arquiteto sócio do OMA de Nova Ioque, Jason Long, acabam de entrar em fase final de construção; enquanto a Torre Norte está atualmente com 90 metros de altura, e a Torre Sul já superou a marca dos 120 metros. Juntas, as duas torres disponibilizarão 745 novas unidades residenciais ao bairro do Brooklin além de criar uma nova orla pública com vistas para o skyline de Manhattan.
O fotógrafo indiano Nipun Prabhakar compartilhou conosco uma série de imagens do Herbert F. Johnson Museum of Art, projetado pelo arquiteto sino-americano I.M Pei. O arquiteto fora contratado em 1968 pela Universidade de Cornell para construir um museu que também deveria servir como um centro cultural e de ensino para a comunidade acadêmica. Concluído em 1973, o edifício recebeu o Prêmio de Honra do Instituto Americano de Arquitetos em 1975.
Paul Clemence divulgou uma nova série de imagens mostrando o andamento das obras da torre 111 West 57th, projetada pelo escritório SHoP. Localizado em Nova Iorque, arranha-céu residencial se tornará o segundo edifício mais alto da cidade – considerando a altura de sua cobertura – e o edifício mais esbelto do mundo.
Com 52 pavimentos, a torre residencial 200 Amsterdam Avenue será em breve o arranha-céu mais alto de Upper West Side em Nova Iorque. O projeto foi concebido pela Elkus Manfredi Architects e está sendo desenvolvido pela SJP Properties e Mitsui Fudosan America.
Piscinas residenciais não são novidade, mas se tornaram um componente único na vida moderna. Cada vez mais popularizadas, as piscinas se tornaram um símbolo de status social, bem como um elemento de recreação. Hoje, piscinas residenciais podem ser achadas pelo mundo todo, em todo o tipo de clima. Ao longo do tempo, quanto mais piscinas foram sendo construídas, mais as técnicas de infraestrutura e equipamentos avançaram.
Quase um ano após o início da pandemia de COVID-19, parece que estamos começando a recuperar minimamente o sentido de normalidade—ou de uma nova normalidade. Com a esperança injetada pela chegada das primeiras vacinas, voltamos a pensar sobre o futuro e os impactos da pandemia em nossos modos de vida. Durante o primeiro lockdown, testemunhamos um esvaziamento da maioria dos grandes centros urbanos, passando a habitar cidades fantasmas à medida que aqueles que podiam, buscavam refúgio em áreas menos densas e próximas à natureza. Passamos a nos questionar se estávamos de fato vivendo um fenômeno de êxodo urbano, contrário ao alarmante incremento da população urbana testemunhado ao longo das últimas décadas. Esta tendência, entretanto, foi apenas temporária e as pessoas estão finalmente voltando para a cidade.
O arranha-céu 50 Hudson Yards da Foster + Partners atingiu o topo da sua construção na cidade de Nova Iorque. Como um dos maiores edifícios de escritórios da cidade, o projeto se tornou a quarta maior torre de escritórios em metros quadrados. A torre de 58 andares inclui plantas muito grandes, para até 500 funcionários, em cada andar. Ela é a última de uma série de projetos que completam o Hudson Yards, na extremidade oeste de Manhattan.
Chamado Spiral, o novo arranha-céu projetado pelo Bjarke Ingels Group em Hudson Yards, Nova Iorque, teve sua estrutura concluída. Com 66 pavimentos, o projeto tem mais de 300 metros de altura e conta com uma série de terraços escalonados que envolvem toda a torre. O edifício terá 280 mil metros quadrados de espaço para escritórios e um térreo dedicado a estabelecimentos comerciais.
O escritório Skidmore Owings & Merrill (SOM) compartilhou novas imagens do projeto para uma torre que será construída no lugar do Grand Hyatt Hotel próximo ao Grand Central Terminal em Manhattan. Com mais de 220 mil metros quadrados, o projeto está sendo desenvolvido pela RXR Realty e TF Cornerstone em parceria com Beyer Blinder Belle e Field Operations. A torre de uso misto terá mais de 80 pavimentos e alcançará 501 metros de altura, tornando-o o segundo edifício mais alto de Nova Iorque.
Desde que as cidades existem, surge uma questão fundamental para o seu futuro: "O que torna as áreas urbanas desejáveis?" Mais da metade dos habitantes do mundo vive em cidades e esse número deve aumentar na próxima década, com mais de 5 bilhões de pessoas vivendo em centros urbanos em todo o mundo. Para se preparar para essa demanda, as cidades estão encontrando maneiras de ser mais desejáveis e atrair talentos para grandes e pequenas empresas, enquanto encontram outras maneiras de criar oportunidades de vida igualitárias para todos.
Compreender os motivos que engendram desigualdades econômicas e sociais em nossa sociedade é um dos tópicos mais controversos e amplamente debatidos no campo do urbanismo. É evidente que esta é uma questão complexa, onde muitos fatores devem ser considerados—sendo um deles a localização e acessibilidade às áreas verdes em uma cidade. Embora parques urbanos sirvam como espaços de convívio e lazer, construindo comunidades, seus benefícios para a saúde pública nem sempre compensam. Em muitos casos, a instalação de áreas verdes se dá às custas de um amplo processo de gentrificação e expulsão das comunidades mais pobres. Neste contexto, nos cabe pensar em soluções que nos permitam construir cidades melhores, mais verdes e principalmente, mais inclusivas e portanto, menos desiguais.
Cortesia de Richard Rogers e Graham Stirk no Rogers Stirk Harbour + Partners
Recentemente, o escritório de arquitetura britânico Rogers Stirk Harbour + Partners revelou imagens de seu mais recente projeto, o No. 33 Park Row, em Nova Iorque, EUA. Localizado em frente ao City Hall Park, no centro de Manhattan, o projeto está quase pronto e deverá ser inaugurado ainda no primeiro semestre deste ano. Este é o primeiro projeto residencial assinado pelos arquitetos Sir Richard Rogers e Graham Stirk em Nova Iorque.
Os donos do apartamento são um jovem casal e confiaram-me completamente o design de interiores do projeto. Responsável pela criação, decidi criar um projeto ousado que lhes garantisse a oportunidade de esquecer a vida cotidiana agitada e ajudá-los a fazer uma pausa da metrópole. Interior leve, suave, pontuado por curvas, junto a paredes de terracota rosa que adicionam originalidade a todo o projeto.
Roda Gigante de Nova York, Staten Island. Imagem cortesia de Perkins Eastman
O Departamento de Preservação e Desenvolvimento de Moradias (HPD) da cidade de Nova York divulgou uma Solicitação de Propostas (Request for Proposals - RFP) buscando planos para construir moradias 100% acessíveis em Stapleton, na costa norte de Staten Island. O terreno de propriedade da cidade tem mais de 9.290m² (100.000 pés quadrados) de área para habitação a preços acessíveis, espaços comunitárias e outras melhorias como parte do desenvolvimento de uso misto da ilha.
Ao longo de quase um século, o maior sonho do americano médio era comprar uma casa com jardim, garagem e uma cerquinha branca. O sonho da casa própria e a ideia de viver em um bairro familiar afastado da agitação da centro da cidade eram considerados o estilo de vida ideal e o auge do sonho americano. Mas com o passar do tempo e as sucessivas crises econômicas e sociais que abalaram os Estados Unidos ao longo das últimas décadas, as autoridades locais começaram a perceber que bairros suburbanos exclusivamente residenciais não necessariamente eram um sonho, mas sim, um pesadelo.
Render com vista aérea do campus da Magazzino Italian Art, incluindo um novo edifício independente. Cortesia de J.C. Bragado e J. Mingorance
O Museu Magazzino de Arte Italiana está expandindo seu campus em Cold Spring, Nova Iorque, com um novo pavilhão projetado pelos arquitetos espanhóis Alberto Campo Baeza e Miguel Quismondo. Após a inauguração do museu em 2017, o novo pavilhão será dedicado a exposições especiais e programas públicos e educacionais. A estrutura independente contará com uma programação flexível, dando suporte ao amplo leque de atividades oferecidas pela instituição.
Comovidos por uma situação que cada dia mais afeta à todos nós e as pessoas ao nosso redor, o escritório mexicano Rojkind Arquitectos acaba de divulgar uma proposta de intervenção que tem como principal objetivo prestar uma singela homenagem às vitimas da atual pandemia de COVID-19. Neste contexto, Michel Rojkind, Arturo Ortíz Struck e Diego Díaz Lezama apresentaram uma projeto de memorial efêmero inicialmente concebido para a Times Square de Nova Iorque e o Zócalo da Cidade do México, com a possibilidade de expandir-se para outras cidades ao redor do mundo.
https://www.archdaily.com.br/pt/946724/rojkind-arquitectos-divulga-projeto-de-memorial-efemero-para-as-vitimas-da-pandemia-em-nova-iorque-e-cidade-do-mexicoArchDaily Team