
Com apoio do Itaú Unibanco, encontro reunirá representantes do setor automotivo, organizações ambientais e programas de mobilidade.

Com apoio do Itaú Unibanco, encontro reunirá representantes do setor automotivo, organizações ambientais e programas de mobilidade.

O uso dos patinetes elétricos compartilhados como meio de transporte tem se mostrado uma das grandes revoluções na mobilidade urbana nos últimos anos. Com operações iniciadas em setembro de 2017, nos Estados Unidos, os patinetes viraram rapidamente um fenômeno e, em menos de dois anos, uma realidade em diversas metrópoles do mundo.

Grandes ideias podem mudar para sempre o destino das cidades quando implementadas em cimento, aço e pedra. Quando São Petersburgo, na Rússia, foi criada em 1703 por Pedro, o Grande, ele imaginou a nova capital como um emblema de um império russo moderno, inspirado em centros comerciais da Europa Ocidental, como Amsterdã. No século 20, Chandirgarh, na Índia, foi moldada como uma "cidade-jardim” inglesa para demonstrar o progresso e as aspirações de prosperidade na Índia pós-partição. A meio mundo de distância, nos Estados Unidos, Detroit se transformou em uma das megacidades industriais do mundo, moldada pelos ideais do American Dream (sonho americano) e da produção visionária de Henry Ford.

Caminhar é o modo de deslocamento mais comum, e também o que melhor permite às pessoas prestarem atenção ao que está à sua volta. É por isso que na abertura da Semana do Caminhar 2019, a ONG SampaPé! promove debates a partir da pergunta "Aprendemos caminhando?".

A medição de impacto é uma etapa indispensável para que uma Rua Completa seja implementada com sucesso e de fato atenda às necessidades da população. Como não existe um modelo único de Rua Completa, o processo se torna ainda mais necessário: para garantir que as diferentes intervenções sejam eficazes e positivas, é fundamental conhecer os cenários de antes e depois das mudanças e avaliar os impactos do projeto na prática.
Os avanços na tecnologia mudaram a forma como as pessoas trabalham e se deslocam em cidades congestionadas. Como o espaço livre nessas áreas urbanas tornou-se escasso, as pessoas mudaram sua perspectiva e agora olham para o céu buscando novos meios de mobilidade, transportando seus produtos através de drones ou "táxis" aéreos.

Emmanuel sai de casa com as duas filhas às 5h todas as manhãs. Eles pegam um mini ônibus da sua casa em Awoshie, um bairro residencial de Accra, em Gana, até a região de negócios onde Emmanuel trabalha. A viagem de ida e volta geralmente custa US$0,90, o que equivale a cerca de 20% do salário médio diário em Accra, e leva bem mais de uma hora. Quando o tráfego está pesado, o custo dobra. Para economizar uma passagem de ônibus, Emmanuel às vezes coloca uma filha no colo da outra.


Este Guia de Planejamento de Sistemas de Bicicletas Compartilhadas compila o conhecimento, experiência e práticas adquiridas por especialistas sobre o tema, bem como experiências com sistemas bem sucedidos (e não tão bem-sucedidos) para que as novas iniciativas possam obter sucesso.

Os patinetes são a última tendência da nova mobilidade. É provável que você tenha visto alguém passando por um desses pequenos, mas ágeis veículos de duas rodas, em alguma grande cidade. Após o crescimento explosivo dos aplicativos de transporte sob demanda e das bicicletas compartilhadas, chegou a vez dos patinetes, que registraram 38,5 milhões de viagens nos Estados Unidos apenas em 2018.

Em continuidade ao trabalho de 2018, o WRI Brasil e a Frente Nacional de Prefeitos (FNP) apresentam em 2019 a série “Seminários Online Ruas Completas e Universidades”.
A série conta com o apoio da Rede de Professores Universitários pelas Ruas Completas, criada pelas duas organizações, e tem o objetivo de identificar oportunidades e desafios para integrar o conceito de Ruas Completas na formação dos futuros planejadores e planejadoras urbanas.

O novo Plano Cicloviário de São Paulo, apresentado recentemente pelo prefeito Bruno Covas, prevê a implementação de 173,3 quilômetros de novas ciclovias e ciclofaixas na capital. A proposta, que faz parte do ajustes no Plano de Metas da administração municipal, também compreende a requalificação de 310,6 quilômetros existentes.

As famosas estações-tubo de Curitiba, ícones do desenvolvimento urbano da capital paranaense nos anos 1990, serão substituídas por um modelo mais novo. A meta da Prefeitura e do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba é substituir doze destas estruturas ao longo da linha Inter 2 de ônibus.

A partir de amanhã, 8 de abril, a Prefeitura de Londres, na Inglaterra, passará a implementar regras rígidas de emissão de poluentes e materiais particulados na região central da cidade. O objetivo é reduzir os níveis de contaminação do ar. De acordo com o prefeito londrino Sadiq Khan, essa medida pode ajudar a reduzir a incidência de doenças pulmonares e mortes prematuras relacionada à efeitos da poluição atmosférica – segundo estimativas oficiais, cerca de nove mil pessoas morrem anualmente vítimas de doenças associadas à poluição na cidade.

Apesar de mais de 1,35 milhões de pessoas perderem a vida em acidentes de trânsito todos os anos, esse tipo de fatalidade não tem a mesma atenção de políticos e da mídia quando desastres de avião, trem ou embarcações. Algumas acreditam que as mortes em acidentes com veículos são parte da rotina ou inevitáveis – mas elas não precisam ser.

Uma fonte de água pura no meio da metrópole, organizações comunitárias reconhecidas mundialmente, escadarias que são museus de arte a céu aberto. Essa são algumas das atrações imperdíveis do Jardim Nakamura, bairro localizado no distrito do Jardim Ângela, zona sul de São Paulo, que serão apresentadas no roteiro a pé inédito “Passeia, Jardim Nakamura!”.

O mais recente Relatório de Status Global sobre Segurança no Trânsitoda Organização Mundial da Saúde (OMS), mostrou que nos últimos 15 anos a taxa de mortalidade no trânsito se manteve estável em relação ao tamanho da população mundial. O fato dos números não terem aumentado pode até soar positivo, mas é preciso lembrar que estamos falando da morte de 1,35 milhão de pessoas ao ano, além de 50 milhões de feridos.

A Nova Mobilidade tem mudado a maneira como nos deslocamos pelas cidades. Estamos falando de serviços de transporte sob demanda (como Uber, 99 e Cabify), veículos elétricos e aplicativos de planejamento de rotas, mas, também, das bicicletas. Novas empresas apostam na bicicleta como meio para atender às necessidades de transporte nas áreas urbanas e os programas de compartilhamento, públicos ou privados, mudam a maneira como enxergamos as bikes: de opção de lazer a meio de transporte e até mesmo instrumento de trabalho.
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Quem já se interessou pelo tema da mobilidade sabe que o advento do carro trouxe diversas mudanças importantes relacionadas ao ambiente construído das cidades e à vida das pessoas. Essas transformações já foram e ainda são amplamente discutidas nos mais diversos campos de estudo. Na história, por exemplo, ele serve como recorte do período da industrialização, na engenharia ele é relevante na tecnologia de motores, e no planejamento urbano é estudado pelo seu papel no processo de urbanização. Da sua invenção até os dias de hoje, o carro foi ganhando espaço e tornou-se cada vez mais presente em ruas e prédios, sendo incorporado na vida cotidiana e na imaginação das pessoas.