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Materials: O mais recente de arquitetura e notícia

Químicos da OSU descobrem pigmento azul que pode ajudar manter baixa a temperatura dos edifícios

Após descobrirem por acidente um novo pigmento de cor azul vibrante, químicos da Oregon State University levaram o composto ao mercado sob a forma de uma tinta que parece ter propriedades úteis para melhorar a sustentabilidade dos edifícios.

Quando experimentavam materiais para estudar aplicações em aparelhos eletrônicos em 2009, o químico Mas Subramanian e sua equipe da OSU misturaram óxido de manganês preto com outros compostos e então aqueceram a 1.090 °C. Surpreendendo a todos, um dos compostos resultantes apresentava uma vibrante coloração azul. 

A21studio usa bambu e papel para construir pavilhão no Vietnã

O arquiteto Nguyen Hoa Hiep do a21 studio,em colaboração com estudantes de arquitetura de Saigon, criou um pavilhão inspirado em um casulo. O projeto faz parte de uma exposição organizada anualmente pela página Handhome.net no Vietnã com o objetivo de conectar as gerações mais velhas com a classe de arquitetos e estudantes de arquitetura. 

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O projeto "The Living" e a impressão 3D de um componente de aeronave que imita a estrutura óssea

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Você provavelmente nunca deu muita atenção às divisórias internas, e, aparentemente básicas de um avião, no entanto, se olhar atentamente perceberá que os códigos de obra são como um passeio no parque se comparados aos exigentes padrões do design de aviação. Aqueles painéis de espessura fina, por exemplo, que separam os assentos dos passageiros da parte que abriga a cozinha do avião também devem ser capazes de suportar o peso dos assentos de emergência dos comissários de bordo e fornecer um espaço suficiente para acomodar as macas de emergência removíveis - isso sem mencionar os rigorosos padrões de segurança e testes de colisão pelos os quais todos os componentes de uma aeronave devem passar. Com todos esses desafios em mente The Living, a Autodesk em colaboração com a Airbus e APWorks, desenvolveram o Bionic Partition Project, que aproveita o design generativo e a impressão 3D para maximizar a eficiência estrutural dos painéis, reduzindo o peso de uma aeronave, e economizando combustível. Esses avanços tecnológicos poderão ter importantes implicações à longo prazo.

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Kooo Architects cria instalação feita a partir de capas plásticas de proteção contra desastres

Kooo Architects cria instalação feita a partir de capas plásticas de proteção contra desastres - Image 5 of 4
Cortesia de Kooo Architects

Quando convidado por uma loja japonesa que atua no setor da moda a projetar uma instalação temporária, o escritório Kooo Architects decidiu não apenas responder de forma visual e simbólica, mas, através do projeto, conscientizar as pessoas do poder destrutivo dos terremotos. Usando aproximadamente mil capas protetoras individuais para criar um domo de 8 metros de diâmetro, o projeto encorpora as cores e texturas usadas nas criações do cliente, ao passo que lembra o público da força dos desastres naturais.

Material em Foco: Casa Enseada por Arquitetura Nacional

Este artigo é parte da nossa nova série "Material em Foco", onde os arquitetos compartilham conosco o processo de criação através da escolha de materiais que definem parte importante da construção de seus projetos.

O projeto da Casa da Enseada foi desenvolvido pelo escritório porto alegrense Arquitetura Nacional em 2015 e conta com 317 m2 utilizando uma interessante composição volumétrica e de materialidade tradicional.Nós conversamos com a arquiteta Paula Otto, uma das sócias do escritório para saber mais sobre as escolhas dos materiais utilizados no projeto e sobre a influência que desempenhou estas escolhas no conceito de projeto. Leia a seguir a entrevista:

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Professores da SUTD constroem pavilhão paramétrico feito a partir de impressão 3D

Os professores Felix Raspall e Carlos Bañón da SUTD Singapore projetaram uma malha fibrosa de 14,5 metros de comprimento composta por encaixes de metal e nylon feitos em uma impressora 3D e barras de alumínio para o SUTD Open House 2016.

Em vez de utilizar a impressão 3D para criar um modelo reduzido, o projeto do pavilhão empregou a tecnologia para criar componentes em escala real. 

Um passeio virtual pela Case Study House #26 de Beverley David Thorne

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A maior surpresa neste modelo Archilogic é o espectro de cores. Quem já visitou a Case Study House #26 em San Rafael, Califórnia, em algum momento nos últimos 40 anos, está familiarizado com a clássica estrutura branca de aço da edificação, mas o arquiteto, Beverley David Thorne, tinha originalmente escolhido um esquema de cores muito diferente: dourado para o aço, vermelho e outras cores mais vivas para os interiores. "A escolha de cores externas", escreveu Thorne na revista Arts & Architecture ", foi ditado pelo clima e pelo carácter da paisagem circundante." Este modelo Archilogic recria as condições originais de 1963, até as cores da parede do dormitório e os azulejos.

"Fancy Fence": sistema de portões retráteis verticais

Este novo sistema de portões usa o mesmo mecanismo de um tradicional portão deslizante, porém, em vez de operar horizontalmente, ele movimenta verticalmente o portão para debaixo do solo, fazendo-o desaparecer completamente em menos de cinco segundos. O sistema Fancy Fence foi criado para melhorar a acessibilidade e a estética, eliminando qualquer elemento horizontal, e pode ser instalado em diversas configurações.

Pesquisadores da Universidade de Michigan aprimoram painéis solares utilizando a antiga arte japonesa do Kirigami

A energia solar é considerada por muitos como o futuro da eletricidade mundial. Cidades como Houston e Mumbai estão adotando a incorporação de infraestruturas solares em coberturas de edifícios e também em zonas rurais, sistemas que em sua maioria estão padronizados e compostos por painéis fixos dispostos de forma que otimize a absorção do sol nos horários de pico. Somente os painéis mais sofisticados são ajustáveis e acompanham o sol ao longo do dia e, são capazes de absorver a máxima quantidade de luz permitida pela tecnologia, o que significa que metade do painel do edifício perde uma quantidade significativa da energia disponível.

Pesquisadores da Universidade de Michigan desenvolveram um sistema de energia solar que pode absorver a maior quantidade de luz reduzindo ao mesmo tempo a liberação da pegada de carbono proveniente da produção dos próprios painéis. Os resultados são surpreendentemente interessantes: através da utilização da antiga arte japonesa do Kirigami, uma variação do Origami, os pesquisadores foram capazes de aumentar em até 40% a absorção da luz solar em relação aos painéis tradicionais.

Material em foco: A Grande Muralha da Austrália por Luigi Rosselli

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Este artigo é parte da nossa nova série "Material em Foco", onde os arquitetos compartilham conosco o processo de criação através da escolha de materiais que definem parte importante da construção de seus projetos.

A Grande Muralha da Austrália, projetada pelo escritório australiano Luigi Rosselli Architects, e selecionada como um dos melhores projetos do ano de 2016 pelo ArchDaily, é um exemplo único de construção em taipa. Com 230 metros de comprimento, a Grande Muralha é a estrutura mais longa deste tipo na Austrália e, possivelmente, do Hemisfério Sul, de acordo com os seus arquitetos. Construída no remoto noroeste da Austrália, o edifício é feito a partir de materiais disponíveis localmente, cujas propriedades térmicas ajudam a suportar um clima variável. Nós conversamos com o arquiteto Luigi Rosselli para saber mais sobre sua escolha do material e do papel determinante que desempenhou em seu conceito de projeto.

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Princípios para projetar espaços de trabalhos colaborativos

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As pessoas estão sempre trabalhando em equipe, no entanto, nem sempre existe cooperação entre elas. Para entender melhor o que significa a colaboração no âmbito profissional, a Herman Miller realizou uma pesquisa de opinião com 15 empresas (todas classificadas como altamente colaborativas) nos Estados Unidos, Reino Unido, Índia e Austrália.
No total, 2.900 funcionários foram entrevistados e observados durante 700 horas. Os resultados indicaram que o "tipo de colaboração" varia e depende muito da cultura da empresa, da tecnologia disponível e da configuração do espaço de trabalho. Oferecer uma variedade de espaços com finalidades específicas, possibilitar que os funcionários possam observar uns aos outros enquanto estão trabalhando, e melhorar os espaços de convivência nos quais todos os membros de uma equipe se encontram pode ajudar muito nesse sentido.

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Tobogã de vidro é inaugurado em arranha-céu de Los Angeles

Encontrados em lugares tão diversos como o Zhangjiajie Grand Canyon, a Willis Tower e o Tokyo Skytree, mirantes com piso de vidro se tornaram uma maravilha da engenharia para aqueles que buscam um pouco de adrenalina. Recentemente, a U.S. Bank Tower, no centro de Los Angeles, elevou a aposta em estruturas de vidro ao construir um escorregador transparente na fachada de seu edifício sede. Indo de uma janela no 70° andar a um terraço no 69°, a nova atração abriu ao público no final de junho, oferecendo aos mais ávidos por adrenalina uma vista panorâmica única da cidade.

Vídeo: Christo explica a inspiração por trás de "Floating Piers"

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“São projetos que não podem ser comprados, não podem ser adquiridos, não podem ser possuídos, mantidos; são projetos em total liberdade. Ninguém pode adquiri-los, porque se você adquire algo, esta coisa não é mais livre." - Christo. 

Neste recente vídeo do NOWNESS, o artista búlgaro Christo explica a natureza efêmera de sua mais recente obra, The Floating Piers, um sistema de plataformas flutuantes envolvidas por tecido amarelo que conecta as cidades de Sulzano e Peschiera Maraglio à ilha de San Paolo através do Lago Iseo, na Itália. Concebida originalmente em 1970, a obra permaneceu aberta ao público por 16 dias, encerrando suas atividades no último dia 3 de julho. Após este período, seus componentes foram desmontados e industrialmente reciclados, deixando o local exatamente do mesmo jeito que fora encontrado.

12 regras da Herman Miller sobre como projetar

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Neste post, originalmente publicado na Metropolis, Vanessa Quirk, que já trabalhou no ArchDaily como diretora editorial, explora as expectativas do cliente e como o arquiteto Nicholas Grimshaw lidou com elas - em ambas as concepções: edifício ou livro.

Não é comum um cliente afirmar que seu objetivo é "construir um edifício indeterminado", mas foi assim que Max De Pree, o filho do fundador da Herman Miller, D.J. De Pree, expressou os seus anseios para a nova fábrica da empresa, em 1975. Seguindo as ideais de designers como Charles e Ray Eames e Alexander Girard, De Pree compilou uma longa lista de diretrizes filosóficas para o projeto, as quais ele reuniu e nomeou com o lacônico título: "Uma Declaração de Expectativas".

O jovem arquiteto Nicholas Grimshaw, que foi escolhido por De Pree para o projeto, foi imensamente inspirado pela "Declaração", particularmente, pela ênfase na longevidade e na flexibilidade que a fábrica deveria apresentar; sua integração ao contexto (da cidade de Bath, na Inglaterra), e a necessidade do edifício proporcionar um aumento do potencial de seus funcionários. Na resposta de Grimshaw à lista, ele afirmou: "Muitas dessas ideias - como a flexibilidade e a não-monumentalidade - dizem respeito ao bem-estar dos usuários, o que vai de acordo com a abordagem que estamos construindo desde a fundação de nosso escritório, há dez anos. Nós sentimos, particularmente, que nenhum edifício novo deve se impor aos ocupantes, mas, ao contrário, deve funcionar como uma ferramenta em suas mãos."

Guia Arauco: Como projetar e construir uma cozinha corretamente?

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Antes de começar a projetar, o mais importante é entender como a cozinha será utilizada. Este é o enfoque básico que qualquer arquiteto deve ter, ou seja, compreender que a cozinha é um local que precisa ser muito bem planejado, levando em consideração que este espaço possui fluxos e distintas áreas de trabalho. Isso precisa ser levado em conta desde o início do projeto.

Mas além do estilo ou do desenho requerido pelo cliente, é importante definir certa modulação que permita otimizar seu rendimento e assim minimizar os custos de fabricação de seus diferentes elementos. Deste modo, as medidas de todos os componentes de uma cozinha devem ser entendidas e interiorizadas antes que o espaço que os abrigará seja definido.

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Deixe o edifício "respirar" com este novo sistema de fachadas pneumáticas

Você já viu algum edifício que respira através de milhares de poros? Isso pode se tornar realidade graças ao projeto Breathing Skins de Tobias Becker. Baseada na ideia de biomimese, a tecnologia é inspirada em peles orgânicas que ajustam sua permeabilidade para controlar a iluminação e temperatura interna e externa. Além desses benefícios de desempenho, a aparência em constante mudança dessas fachadas proporcionam uma rica interação entre o ambiente externo natural e os espaços internos habitáveis.

Deixe o edifício "respirar" com este novo sistema de fachadas pneumáticas - Imagem de DestaqueDeixe o edifício "respirar" com este novo sistema de fachadas pneumáticas - Image 1 of 4Deixe o edifício "respirar" com este novo sistema de fachadas pneumáticas - Image 2 of 4Deixe o edifício "respirar" com este novo sistema de fachadas pneumáticas - Image 3 of 4Deixe o edifício respirar com este novo sistema de fachadas pneumáticas - Mais Imagens+ 3

"Floating Piers" de Christo e Jeanne-Claude permite que os visitantes "caminhem sobre a água"

Inaugurado na semana passada e aberto ao público por apenas dezesseis dias, The Floating Piers, a mais recente obra de Christo e Jeanne-Claude, se baseia em uma ideia desenvolvida originalmente em 1970 e permite que os visitantes do Lago Iseo, na Itália, "caminhem sobre a água". Construída com 100 mil metros quadrados de tecido amarelo reluzente, sustentados por um sistema modular flutuante composto por 200 mil cubos de polietileno de alta densidade, a instalação - que está ligeiramente acima do nível da água - ondula com o movimento do lago.

Segundo o jornal italiano Leggo, duas pessoas foram "gravemente feridas" e a instalação foi "evacuada" no dia de sua inauguração devido a quantidade de visitantes e às condições atmosféricas.

Aqueles que experienciarem The Floating Piers  sentirão como se estivessem caminhando sobre a água - ou talvez o dorso de uma baleia.

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Simón Vélez na Bienal de Veneza 2016: 'O bambu não é um material para pobres ou ricos, é para os seres humanos'

Convidado por Alejandro Aravena, o arquiteto colombiano Simón Vélez viajou a Veneza para fazer parte da Mostra Coletiva "Reporting from the Front", composta por 88 participantes de mais de 30 países. Sua exibição apresenta o trabalho realizada em Guadua durante os últimos 10 anos, utilizando maquetes, fotografias e uma instalação que expõe no local sua exploração com o material.

Segundo o catálogo da mostra internacional, "Simón Vélez é conhecido há tempos por ter desenvolvido uma variedade de projetos com bambus. O que é menos conhecido é a quantidade de caminhos que teve de percorrer para poder realizá-los. Cada um de seus edifícios é uma pequena e discreta batalha que foi vencida com o intuito geral de ampliar os benefícios do material, em favor de muitas pessoas e do meio ambiente".