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Materials: O mais recente de arquitetura e notícia

Fachadas de malhas metálicas proporcionam soluções versáteis de sombreamento

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Agora que estamos todos passando muito mais tempo dentro de casa devido à pandemia, tivemos a chance de realmente entender e apreciar o impacto significativo que as janelas podem ter em um espaço. Vistas, ângulos de sol e orientação das janelas são considerações importantes ao projetar um novo edifício - e por mais agradável que seja ter uma conexão com o exterior, as janelas também podem causar problemas como brilho excessivo e ganho de calor. É claro que ninguém quer um prédio com janelas apenas de um lado ou com as persianas fechadas constantemente para poder ver a tela do computador; uma solução arquitetônica versátil é sombrear as janelas usando uma tela metálica.

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Como conseguir um bom concreto aparente?

Como conseguir um bom concreto aparente? - Image 1 of 4Como conseguir um bom concreto aparente? - Image 2 of 4Como conseguir um bom concreto aparente? - Image 3 of 4Como conseguir um bom concreto aparente? - Image 4 of 4Como conseguir um bom concreto aparente? - Mais Imagens+ 7

Nossos parceiros da Melón compartilharam conosco um material interessante relacionado com execução, concretagem e posterior cuidado das paredes de concreto aparente.

Ao executar uma obra em concreto aparente, sua tonalidade e textura final não dependerão apenas do tipo de moldagem e desmoldante utilizado ou da qualidade da vibração, mas também do tempo de desmolde, a cura e toda a mão de obra envolvida. Para obter um resultado satisfatório é essencial realizar uma “amostra real” in loco antes de executar a concretagem, para observar o funcionamento dos materiais e os procedimentos a serem utilizados.

Para entender mais, revise o processo detalhado a seguir.

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Decks de madeira em espaços públicos: pisos nobres para o convívio coletivo

Decks de madeira em espaços públicos: pisos nobres para o convívio coletivo - Image 1 of 4Decks de madeira em espaços públicos: pisos nobres para o convívio coletivo - Image 2 of 4Decks de madeira em espaços públicos: pisos nobres para o convívio coletivo - Image 3 of 4Decks de madeira em espaços públicos: pisos nobres para o convívio coletivo - Image 4 of 4Decks de madeira em espaços públicos: pisos nobres para o convívio coletivo - Mais Imagens+ 18

Os pavimentos em madeira caracterizam-se pelo calor de sua aparência, pela sua textura rica ao tato e pelas tonalidades naturais que variam de acordo com a origem das suas peças, mudando com o clima e com o passar do tempo. No exterior, as superfícies de madeira são amplamente utilizadas para criar terraços e áreas de estar, aproveitando as suas qualidades para reunir confortavelmente as pessoas em pisos mais macios e acolhedores. Sendo construídos com peças modulares, os decks de madeira podem facilmente gerar topografias artificiais, moldando espaços públicos criativos e eficazes para descanso, esportes, brincadeiras e encontros coletivos.

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Dicas para escolher espécies de árvores em ambientes urbanos

Nos primeiros anos da história moderna, os monges taoístas cultivavam Bonsais buscando trazer a beleza das árvores do exterior para o interior, considerando-as um elo entre o humano e o divino. No século XVIII, na periferia de algumas cidades europeias, surgiram diversos passeios ou avenidas arborizadas, gerando espaços de descanso e socialização até então inexistentes nas cidades da época.

Nas cidades modernas, as árvores são utilizadas como elementos essenciais nos processos de urbanização e as espécies vegetais são um contraponto insubstituível às construções e à harmonização dos espaços. A boa escolha das espécies de árvores e sua correta manutenção geram inúmeros benefícios, como isolamento acústico e visual, regulação da temperatura, geração de corredores biológicos e controle da velocidade do vento. O principal erro na escolha de uma espécie é não considerar que se trata de um ser vivo, que tem necessidades específicas e que possui externalidades.

O que considerar para escolhê-los corretamente?

Tetos de tijolo criam novas possibilidades arquitetônicas

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Culinária, cultura, passeios turísticos e o convívio com os habitantes locais são razões pelas quais as pessoas gostam de viajar. O fator comum que nos atrai a explorar novos lugares, no entanto, é simplesmente a chance de experimentar cidades e paisagens diferentes de nosso ambiente familiar. Por exemplo, quando os turistas chineses puderem visitar Copenhague novamente, poderão admirar as sinuosas ciclovias da capital à beira-mar, os exuberantes parques e as tradições dos tijolos escandinavos aparentes em Nyhavn. Da mesma forma, um turista dinamarquês certamente ficaria surpreso com a escala impressionante de Pequim, com mais de 9 milhões de bicicletas e a exibição da cultura chinesa antiga justaposta à sociedade moderna.

21 Projetos em que Kengo Kuma (re)usa materiais de maneiras incomuns

21 Projetos em que Kengo Kuma (re)usa materiais de maneiras incomuns - Image 1 of 421 Projetos em que Kengo Kuma (re)usa materiais de maneiras incomuns - Image 2 of 421 Projetos em que Kengo Kuma (re)usa materiais de maneiras incomuns - Image 3 of 421 Projetos em que Kengo Kuma (re)usa materiais de maneiras incomuns - Image 4 of 421 Projetos em que Kengo Kuma (re)usa materiais de maneiras incomuns - Mais Imagens+ 41

Kengo Kuma utiliza os materiais para se conectar com o contexto local e os usuários de seus projetos. As texturas e formas elementares dos materiais, sistemas construtivos e produtos são expostas e utilizadas em favor do conceito arquitetônico, valorizando as funções que serão executadas em cada edifício.

De vitrines feitas com telhas cerâmicas a painéis que filtram a luz com à luz peneirada criada por chapas metálicas expandidas, passando por um revestimento de poliéster etéreo, Kuma entende o material como um componente essencial que pode fazer a diferença na arquitetura, desde os estágios do projeto. Apresentamos, em seguida, 21 projetos nos quais Kengo Kuma usa e reúsa materiais de construção com maestria.

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Como ampliar um espaço com janelas de canto giratórias?

A janela é aquele elemento arquitetônico que satisfaz nossa necessidade inata de nos relacionarmos com o exterior, fornecendo-nos ventilação e luz. Porém, quanto mais extenso e limpo for, maior será a sensação de "sentir-nos fora". Consequentemente, abrir os espaços para o exterior tornou-se uma exigência comum para quem deseja e precisa habitar espaços flexíveis, adaptáveis ​​e em contato com a brisa e a natureza. Há muitas maneiras de fazer isso, mas nem todas permitem que um invólucro hermético se torne totalmente aberto e contínuo, eliminando os limites entre eles.

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Quais são os materiais mais utilizados nas habitações sociais da América Latina?

A escolha de materiais de construção e a reflexão contínua inerente sobre o alcance e as capacidades da arquitetura são uma maneira alternativa interessante de abordar essa questão. Os materiais utilizados na habitação social devem abordar as possibilidades locais e econômicas e as reais necessidades de acesso à moradia no contexto contemporâneo.

Na busca por fornecer inspiração e ferramentas aos arquitetos para a construção de melhores moradias sociais, analisamos diferentes projetos publicados em nosso site para identificar quais são os materiais predominantes, tanto para a formação de estruturas ou fechamentos, a fim de proporcionar um panorama global de diferentes estudos de caso, considerando principalmente sua localização geográfica e aspecto construtivo.

Diante da questão de quais são os materiais utilizados na habitação social, apresentamos uma compilação de 15 projetos que convidam à reflexão.

Policarbonato para interiores: 8 exemplos de arquitetura translúcida em ambientes internos

Policarbonato para interiores: 8 exemplos de arquitetura translúcida em ambientes internos - Image 1 of 4Policarbonato para interiores: 8 exemplos de arquitetura translúcida em ambientes internos - Image 2 of 4Policarbonato para interiores: 8 exemplos de arquitetura translúcida em ambientes internos - Image 3 of 4Policarbonato para interiores: 8 exemplos de arquitetura translúcida em ambientes internos - Image 4 of 4Policarbonato para interiores: 8 exemplos de arquitetura translúcida em ambientes internos - Mais Imagens+ 30

Diversificar os materiais de um espaço interno pode melhorar muito sua profundidade e interesse visual. Ao mesmo tempo, adicionar partições ou outras delimitações de espaço interno pode ajudar a organizar o fluxo, a circulação e a visibilidade. O policarbonato, um tipo de termoplástico leve e durável, é um excelente material para tais funções.

Em sua forma bruta, o policarbonato é totalmente transparente, transmitindo luz com quase a mesma eficácia do vidro. Também é mais leve e mais forte do que o vidro e mais resistente do que outros plásticos semelhantes, como acrílico, poliestireno, ABS ou náilon, tornando-o uma boa escolha para projetistas que buscam materiais duráveis, resistentes ao impacto e ao fogo que ainda possam transmitir luz. Como o vidro, é um filtro UV natural e pode ser colorido ou matizado para obter transparência, mas também é valorizado por sua flexibilidade, permitindo que seja moldado em qualquer tamanho ou formato. Por fim, é facilmente reciclável porque se liquefaz em vez de queimar, tornando-o pelo menos mais ecologicamente correto do que outros plásticos termofixos. Por exemplo, o policarbonato reciclado pode reagir quimicamente com o fenol em uma usina de reciclagem para produzir monômeros que podem ser transformados novamente em plástico.

Ferramenta gratuita permite criar texturas para imagens arquitetônicas

Com muita frequência, arquitetos e designers passam horas procurando texturas e materiais para representar suas visões. Essa luta assume várias formas: desde ficar rolando o mouse pelo Google, Pinterest e bancos de dados em busca da textura perfeita até a criação manual de um padrão ao longo de várias horas ou até dias. Em qualquer dos casos, o resultado é frequentemente penoso e raramente perfeito. Um banco de dados organizado, confiável, gratuito e fácil de usar nem sempre é algo simples de se encontrar.

Architextures iniciou em 2014 como uma biblioteca de arquivos de imagens de alta qualidade, com texturas enviadas por usuários ou criadas pela própria plataforma. Com o tempo, o criador da plataforma, Ryan Canning, percebeu que, em seu trabalho profissional como arquiteto, a variedade de arquivos de imagem estática disponíveis online não atendia às texturas específicas que ele procurava em seus projeto. Frustrado com o processo infinito de pesquisa, edição e sobreposição de texturas no Photoshop, Ryan reinventou o Architextures em 2019 como uma ferramenta interativa onde profissionais como ele poderiam criar texturas especificadas de alta qualidade em segundos. E o mais importante, sendo de uso gratuito para uso pessoal e educacional, com contas profissionais disponíveis por uma pequena taxa para apoiar o desenvolvimento da ferramenta.

Ferramenta gratuita permite criar texturas para imagens arquitetônicas - Image 1 of 4Ferramenta gratuita permite criar texturas para imagens arquitetônicas - Image 2 of 4Ferramenta gratuita permite criar texturas para imagens arquitetônicas - Image 3 of 4Ferramenta gratuita permite criar texturas para imagens arquitetônicas - Image 4 of 4Ferramenta gratuita permite criar texturas para imagens arquitetônicas - Mais Imagens+ 9

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Repensando recifes artificiais através de impressão 3D de argila

Repensando recifes artificiais através de impressão 3D de argila  - SustentabilidadeRepensando recifes artificiais através de impressão 3D de argila  - SustentabilidadeRepensando recifes artificiais através de impressão 3D de argila  - SustentabilidadeRepensando recifes artificiais através de impressão 3D de argila  - SustentabilidadeRepensando recifes artificiais através de impressão 3D de argila  - Mais Imagens+ 17

Corais são fundamentais à vida marinha. Às vezes chamados de florestas tropicais do mar, formam alguns dos ecossistemas mais diversos da Terra. Eles servem como área de refúgio, reprodução e alimentação de dezenas de espécies no mar, e sua ausência afeta a biodiversidade local. Da mesma forma que a humanidade polui e destrói, também pode remediar e incentivar a criação de mais vida. É por isso que, frequentemente, são noticiados naufrágios de embarcações antigas ou o afundamento de estruturas de concreto para a criação de recifes artificiais. Em Hong Kong, pesquisadores vêm  desenvolvendo estruturas impressas em 3D com materiais orgânicos que podem favorecer a criação de novas oportunidades no fundo do mar.   

Casas mínimas e espaços coletivos: comunidades de Tiny Houses ao redor do mundo

Não é nenhum segredo que as Tiny Homes (casas de pequena escala) tornaram-se extremamente populares nos últimos anos - um significante da vida boêmia minimalista em resposta aos excessos dos dias atuais. De trailers reformados a casas Muji pré-fabricadas e cápsulas Nestron futurísticas, o mundo da arquitetura viu uma variedade de pequenas casas ganharem atenção viral na última década. À medida que essa tipologia se espalha mais pelo mundo, as comunidades dessas casas também proliferaram, surgindo na América do Norte, Nova Zelândia, Leste Asiático e muito mais. Essas comunidades combinam o estilo de vida pitoresco de vida minimalista com espaços coletivos para interação social, reunindo famílias e indivíduos com interesses semelhantes em vizinhanças da moda. Examinaremos várias dessas comunidades abaixo.

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Detalhes construtivos apresentam 16 formas de assentar tijolos

Os diferentes modos de dispor peças de alvenaria permitem configurar diversos espaços habitáveis. O tijolo está presente em espaços exteriores e interiores, que através de diferentes composições podem permitir a entrada da luz natural e gerar um ritmo dinâmico nas paredes.

Ao longo da história, o emparelhamento de tijolos constituiu algumas formas pré-determinas de disposição de peças, no entanto, existe uma infinidade de maneiras de distribuição, por este motivo selecionamos 16 projetos que evidenciam o potencial de estudo da posição dos tijolos.

Detalhes construtivos apresentam 16 formas de assentar tijolos - Image 16 of 4Detalhes construtivos apresentam 16 formas de assentar tijolos - Image 18 of 4Detalhes construtivos apresentam 16 formas de assentar tijolos - Image 44 of 4Detalhes construtivos apresentam 16 formas de assentar tijolos - Image 56 of 4Detalhes construtivos apresentam 16 formas de assentar tijolos - Mais Imagens+ 76

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A beleza rústica do Chukum na arquitetura mexicana moderna

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Em Yucatan, arquitetos estão revivendo uma antiga técnica de estuque maia para edifícios contemporâneos, combinando arquitetura moderna com história e cultura regional. A técnica é chamada de “chukum”, um termo derivado do nome popular da árvore Havardia albicans nativa do México. Feito com a casca dessa árvore de chukum, o material tem várias qualidades definidoras que o separam do estuque tradicional, incluindo propriedades impermeáveis e uma cor natural terrosa. Embora o chukum inicialmente tenha caído em desuso após a conquista espanhola da civilização maia, foi redescoberto e reempregado por Salvador Reyes Rios do escritório de arquitetura Reyes Rios + Larrain Arquitectos no final dos anos 1990, iniciando um ressurgimento do uso na área.

Revestimentos de algas marinhas: combinando tradições antigas com novas tecnologias

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Com a arquitetura vernacular como inspiração, Kathryn Larsen é uma biodesigner que trabalha com algas marinhas. Ao longo de sua carreira, ela tem feito uma investigação intensiva sobre tal material que há séculos é utilizado ao redor do mundo e já comprovou ter resistência à podridão e ao fogo, ser livre de composições tóxicas, com características de isolamento comparáveis à lã mineral e possuir um enorme aporte sustentável. Sua pesquisa busca trazer tal componente para o desenvolvimento de pré-fabricação e outras tecnologias que permitem a criação de novos revestimentos e outros elementos, tais como mantas isolantes e painéis acústicos.

Durante o último Festival do Design Indaba, tivemos a oportunidade de entrevistar Kathryn. Leia a entrevista e saiba mais sobre seu trabalho abaixo.

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Estrutura e revestimentos translúcidos: como projetar uma estufa?

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Desde, pelo menos, a época da Roma Antiga, os seres humanos reconhecem o valor do que agora é conhecido como "agricultura em ambiente controlado", permitindo aos agricultores cultivar plantas durante todo o ano, e não somente em determinadas estações. Embora tenham sido inventadas há centenas de anos, as estufas continuam a ser o meio mais popular de agricultura em ambientes controlados atualmente, com inovações em tecnologia e design que melhoraram a beleza e a eficiência dessa tipologia. Abaixo, exploraremos em detalhes a história e a estrutura das estufas, bem como vários exemplos de projetos de estufas inovadores e experimentais.

Esquadrias de canto: ampliando os espaços para o exterior

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Malibu Crest, remodelação de uma casa de 1949 do Estilo Internacional, foi desenvolvida pelo Studio Bracket com o objetivo de ampliar a metragem quadrada da estrutura e as vistas panorâmicas para Malibu, mantendo mais de 50% das paredes originais da casa. O projeto foi bem-sucedido, não apenas na renovação de seus espaços internos e reconfiguração do espaço, mas no alargamento das janelas para captar verdadeiramente as vistas da lagoa e das montanhas circundantes. Essa expansão das vistas foi realizada em parte por meio de janelas de cantos abertos e vidros do chão ao teto, fabricados pela Western Window Systems. Esta tecnologia de vidros ininterruptos é uma das formas mais eficazes de abrir um espaço interior para as vistas deslumbrantes de um ambiente natural. Permitem que o espaço interno seja mais aberto para o exterior sem obstruções. A seguir, revisamos suas vantagens estéticas, suas qualidades estruturais e sua aplicação em projetos reais.

A evolução do compartilhamento dos espaços: privacidade e abertura em arquiteturas cada vez mais densas

A densidade sempre foi uma consideração essencial para arquitetos e planejadores urbanos, mas sua importância só aumentou à medida que a população urbana mundial disparou e as cidades se tornaram cada vez mais densas. Durante grande parte da história do planejamento urbano, este termo foi infestado de conotações negativas: superlotação, pobreza, falta de segurança e as chamadas 'favelas'. O movimento da cidade-jardim, iniciado por Ebenezer Howard em 1898, buscou remediar tais males defendendo cinturões verdes e um planejamento anti-densidade. A Ville Radieuse de Le Corbusier é um dos planos urbanos mais conhecidos a partir desses ideais. Ainda na década de 1960, a socióloga Jane Jacobs notoriamente derrubou esses conceitos de planejamento urbano muito influentes: ela apontou que a densidade dos edifícios não tem que ser igual à superlotação; sugeriu que algumas áreas urbanas altamente densas, como sua vizinhança em Greenwich Village, eram mais seguras e mais atraentes do que os projetos de cidades-jardim nas proximidades; e destacou como a concepção americana dos "bairros marginais" costumava estar enraizada em ideologias anti-imigrantes e anti-negros. A densidade não é inerentemente ruim, ela sugeriu, mas deve ser bem feita. Hoje, continuamos a lutar com a questão sobre como projetar para nossas cidades cada vez mais densas - como mantê-las abertas, mas simultaneamente privadas? Livres, mas controladas quando necessário? Em particular, como nos mantemos protegidos - tanto do crime quanto, em épocas de COVID-19, de doenças?