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O cobre pode ser reciclado infinitamente: 8 projetos com revestimento sustentável

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Estima-se que o cobre tenha sido o primeiro metal a ser encontrado pelos homens e utilizado na fabricação de ferramentas e armas. Isso ocorreu no último período da pré-história, há mais de 10.000 anos atrás, na chamada Idade dos Metais, quando os grupos, até então nômades, começaram a se tornar sedentários, dominando a agricultura e iniciando os primeiros aglomerados urbanos. O cobre, desde então, tem sido explorado para usos muito diversificados. De objetos de decoração, joias, peças automotivas, sistemas elétricos e até amálgamas dentárias, entre muitos outros, o material possui uma demanda enorme. Na arquitetura, os revestimentos de cobre são bastante apreciados por conta de sua estética e grande durabilidade. Mas um fator que cabe ser mencionado é que o cobre pode ser reciclado infinitas vezes, praticamente sem perder suas propriedades.

Como um envelope de painéis metálicos isolados se comporta em relação ao fogo

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O arquiteto carrega uma enorme responsabilidade ao projetar uma edificação, uma vez que influenciamos no seu estado de espírito através do conforto que a edificação proporciona. E, no caso de um incêndio, a edificação deve estar devidamente preparada para evitar danos aos ocupantes e ao patrimônio. A forma como o incêndio irá evoluir, após se iniciar, dependerá em grande parte dos materiais que constituem a edificação e como a mesma foi projetada. É por isso que há tantas diretrizes que devem ser seguidas durante as etapas projetuais. Mas, além das legislações contra incêndio, há outras como a de conforto térmico, acústica e acessibilidade. Ao especificar um material ou produto para uma parte da edificação, o projetista deve estar muito atento se ele atende às mais distintas demandas, muitas vezes simultaneamente. Um exemplo de material é o dos Painel de metal isolado (Insulated metal panel - IMPs), que apresenta propriedades térmicas superiores, diversas possibilidades de aparência e boa resistência ao fogo.

Painéis sanduíche translúcidos: edifícios saudáveis com abundância de luz natural

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As pessoas têm necessidades fundamentais que devem ser atendidas para sobreviver, que incluem: oxigênio, água, comida, sono e abrigo. Eles também possuem demandas secundárias, uma das quais é o acesso à luz do dia. Ao pensar em como os edifícios podem manter as pessoas saudáveis, é importante lembrar que a luz natural é essencial para o bem-estar; de fato, os ritmos circadianos humanos dependem dela.

Lavanderia, um luxo dispensável – ou onde colocar a máquina de lavar na casa contemporânea?

Na arquitetura residencial, sempre houve espaços indispensáveis e outros que podemos ignorar. Ao projetar uma residência, nossa tarefa é basicamente configurar, conectar e integrar diferentes funções da forma mais eficaz e eficiente possível, obrigando-nos a priorizar. E embora hoje muitos apostem numa arquitetura cada vez mais fluida e indeterminada, poderíamos dizer que o dormitório, o banheiro e a cozinha são o núcleo fundamental de toda casa, permitindo o descanso, o preparo da comida e a higiene pessoal. Em seguida, surgem alguns espaços de reunião e outras áreas de serviço, e com eles possivelmente existem saguões, corredores e escadas que os conectam. Cada espaço agrega novas funções que seus moradores podem desempenhar com maior facilidade e conforto, e assim a vida começa a se desenvolver de forma mais adequada.

No entanto, menos metros quadrados no banheiro podem nos permitir ampliar a sala de estar. Ou ainda, eliminar alguns espaços aparentemente dispensáveis ​​poderia proporcionar uma agradável espaço aos seus futuros habitantes. Em um mundo superpovoado com cidades cada vez mais densas, quais funções temos descartando para dar mais espaço ao essencial? Analisamos o caso da lavanderia, que foi reduzida e integrada nas outras zonas da casa para dar o seu espaço a outras funções.

Interiores com tijolos em apartamentos: 5 exemplos de calor e rusticidade

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Talvez não haja material mais diverso e atemporal do que o tijolo - que pode ser visto como um coringa tanto à arquitetura tradicional como na moderna. Em muitos casos, remover os rebocos de um edifício histórico pode revelar belas paredes de tijolos, que trazem uma grande quantidade de textura, calor e personalidade a um espaço residencial. Deixado aparente ou pintado, o visual se presta a uma variedade de estilos, do rústico ao industrial.

Os 5 projetos a seguir exemplificam como o tijolo exposto pode ser usado para aprimorar a mistura de texturas no projeto de interiores.

A beleza dos pisos de pedra: tipos, texturas e opções para a arquitetura

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O estudo das rochas permite o entendimento da formação do nosso território. Seus tipos, os desenhos formados, as camadas, revelam a história. Junto à atmosfera e à hidrosfera, a litosfera é um dos grandes elementos do sistema terrestre, que recebe a biosfera. A camada sólida mais externa dos planetas é constituída por pedras e solos e, quanto às pedras, há diversas formas de classificá-las. A mais comum é separá-las por conta dos seus processos de formação, como ígneas, sedimentares ou metamórficas. Enquanto as rochas sedimentares constituem cerca de 5% da crosta terrestre, os restantes 95% são de rochas ígneas ou metamórficas.

Por conta de sua durabilidade e resistência, juntamente aos seus desenhos variados e cores, as pedras têm sido utilizadas como materiais de construção e revestimento há centenas de anos. Para os pisos, a pedra permanece sendo uma opção nobre e elegante, que além de possuir uma alta inércia térmica e estabilidade estrutural, agrada a muitos por conta da textura agradável ao toque.

Jardim vertical: como montar e que plantas usar?

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Há cerca de trinta anos o paisagista francês Patrick Blanc tornou-se pioneiro na implantação de jardins verticais em Paris e posteriormente, em outras cidades pelo mundo. Por meio da criação de estruturas verticais capazes de comportar e nutrir espécies vegetais, o sistema permite que espécies possam crescer e ainda reduzir consideravelmente a temperatura interna de edifícios quando instaladas em suas fachadas, possibilitando expansão de áreas verdes pela inversão de suas áreas, do solo (horizontal) às empenas (vertical).

A prática de Blanc trouxe um conjunto de ações posteriores, reconhecendo os valores dos espaços verdes e sua contribuição às políticas sociais, ambientais e urbanas.

Côncavo e convexo: revestindo interiores com madeiras curvadas

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Côncavo e convexo: revestindo interiores com madeiras curvadas - Image 4 of 4
Sculptform Design Studio / Woods Bagot. Image © Peter Bennetts

Formas curvas sempre despertaram o fascínio de arquitetos por remeterem à beleza da natureza, sua fluidez, dinamismo e complexidade. Replicá-las, no entanto, não é tarefa fácil. Da sua representação bi ou tridimensional, até a concretização de formas orgânicas em materiais, isso representa uma enorme dificuldade, que exige perícia técnica e grandes conhecimentos para atingir bons resultados. Pensar em formas de criar processos industriais de produção de peças com formas orgânicas, a partir de materiais naturais, é ainda mais complicado.

Aliado a isso, trabalhar com um material natural como a madeira carrega suas peculiaridades. Fatores como a espécie da madeira, onde a árvore cresceu, quais climas ela enfrentou, quando ela foi cortada, de que forma foi fatiada ou seca, entre muitas outras questões, influenciam no resultado final. Mas é difícil comparar a beleza e o aconchego que as superfícies de madeira trazem aos ambientes. Se desenvolvidos os devidos processos, a madeira também pode receber uma curvatura e permanecer na forma desejada. Para tal, há algumas técnicas conhecidas.

Integrando a tecnologia solar em fachadas, claraboias, telhados e outros elementos de construção

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A mudança climática continua sendo a principal preocupação na política, economia e pesquisa científica globais, particularmente no que diz respeito às indústrias de arquitetura e construção. Essa maior culpabilidade para o campo da arquitetura deriva do fato de que a indústria da construção contribui com 40% das emissões globais, e a demanda no setor de construção está projetada para aumentar apenas 70% até 2050. As energias renováveis fazem parte de um paradigma de sustentabilidade do século 21 que responde às mudanças climáticas e à degradação ambiental, fortalecendo o impulso para a transformação global. Estratégias de produção de energia renovável são necessárias para mitigar futuros problemas de segurança energética à medida que as fontes tradicionais de combustível se tornam cada vez mais escassas e são uma parte indispensável do projeto para a sustentabilidade na arquitetura.

Fim do desperdício: dez maneiras de incorporar a economia circular em um projeto arquitetônico

Uma economia circular é um sistema econômico que visa eliminar o desperdício e o uso contínuo de recursos. Olhando para além do atual modelo industrial extrativo de coleta e descarte, uma economia circular visa redefinir o crescimento, com foco em benefícios positivos para toda a sociedade. Implica desvincular gradualmente a atividade econômica do consumo de recursos finitos e projetar os resíduos para fora do sistema. Apoiado por uma transição para fontes de energia renováveis, o modelo circular constrói capital econômico, natural e social.

É baseado em três princípios:

  • Eliminar o desperdício e a poluição.
  • Manter os produtos e materiais em uso.
  • Regenerar sistemas naturais.

Sistemas de cobertura para edifícios de bambu

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As coberturas são, talvez, o elemento arquitetônico mais fundamental dos edifícios de bambu (junto com as fundações). Telhados bem projetados e construídos desempenham um papel fundamental na proteção de uma estrutura de bambu ao mesmo tempo em que aumentam a beleza e a experiência do espaço. O que se qualifica como um telhado de bambu bem projetado?

Há alguns elementos-chave que precisam ser considerados: 1) os beirais do telhado para mitigar o desgaste das peças de bambu do sol direto e da chuva, 2) a inclinação do telhado para o fluxo de água, 3) o espaçamento das vigas para rigidez e, finalmente, 4) o material utilizado. Em Bali, experimentamos muitos materiais e técnicas de cobertura diferentes. Neste artigo, compartilhamos 5 dos sistemas de cobertura mais comumente usados para nossos edifícios de bambu:

Cortinas como divisórias para uma arquitetura fluida e adaptável

Durante as últimas décadas, os espaços interiores tornaram-se cada vez mais abertos e versáteis. Desde as paredes grossas e múltiplas subdivisões das villas paladianas, por exemplo, às plantas livres e multifuncionais de hoje, a arquitetura tenta combater a obsolescência, fornecendo ambientes mais eficientes para a vida transcorrer, facilitando as experiências cotidianas de pessoas no presente e futuro. E enquanto as antigas vilas de Palladio ainda podem acomodar uma variedade de recursos e estilos de vida, reajustando seus usos sem alterar um centímetro de sua simetria e modulação originais, hoje a flexibilidade parece ser a receita para prolongar a vida dos edifícios tanto quanto possível.

Como projetar espaços neutros e flexíveis o suficiente para se adaptar ao ser humano em evolução, oferecendo as soluções que cada pessoa demanda hoje em dia? Um elemento antigo pode ajudar a redefinir a maneira como concebemos e habitamos o espaço: cortinas.

Por que nós, arquitetos, devemos entender e nos preocupar com o carbono?

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Sim, eu sei. Temos falado muito sobre carbono. E não só aqui, mas por todo lado lemos sobre efeito estufa, dióxido de carbono, combustíveis fósseis, sequestro de carbono e diversos outros termos que têm entrado, cada vez mais, nos nossos cotidianos. Mas por que o carbono é tão importante e o que nós, arquitetos, estudantes de arquitetura ou entusiastas do tema, temos a ver com algo que parece tão intangível?

Detalhes construtivos de saunas: exemplos de arquiteturas de madeira em pequena escala

Pelas suas características específicas, a arquitetura das saunas é interessante pois nos dá lições relacionadas à eficiência e beleza da simplicidade. Geralmente são estruturas arquetípicas muito básicas, com uma distribuição clara e funcional, criadas para conter diferentes níveis de calor e umidade. Graças a este banho de vapor, as pessoas que nele se encontram liberam toxinas e melhoram a circulação sanguínea, sendo muito utilizadas em climas frios, em estreita relação com a natureza e a presença de água.

Para funcionar, estes espaços normalmente herméticos contêm uma série de bancadas internas com diferentes dimensões e uma fonte de calor que deve atingir temperaturas entre 80 e 90° C, incluindo, se necessário, uma chaminé para expelir a fumaça. A madeira é o material escolhido por excelência, utilizando na maioria dos casos espécies nativas que mantêm o seu aspecto rústico e textura natural. A seguir, revisamos 9 saunas projetadas por arquitetos, incluindo alguns de seus detalhes de construção.

Como os materiais moldaram as Case Study Houses?

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As Case Study Houses (1945-1966), iniciativa patrocinada pela Arts & Architecture Magazine e imortalizada pelas icônicas fotografias em preto e branco de Julius Shulman, pode conter alguns dos exemplos mais famosos da arquitetura americana moderna na história. Projetadas para enfrentar a crise habitacional do pós-guerra com construção rápida e materiais baratos, ao mesmo tempo em que adotavam os princípios do design modernista e tecnologias contemporâneas avançadas, as Case Study Houses foram moldadas por seu foco central em materiais e projeto estrutural. Enquanto cada uma das casas foi projetada por diferentes arquitetos para uma variedade de clientes, esses objetivos compartilhados unificaram os muitos projetos em torno de várias estratégias estéticas e estruturais básicas: plantas abertas, volumes simples, janelas panorâmicas, estruturas de aço e muito mais. Embora alguns dos materiais e estratégias das Case Study Houses tenham ficado desatualizados nas décadas seguintes, esses produtos e recursos exclusivos viriam a definir uma era histórica da arquitetura nos Estados Unidos.

Acústica mal projetada em salas de aula prejudica o desempenho e o bem estar dos alunos e professores

Poucas coisas irritam mais que a exposição a ruídos excessivos, por longos períodos de tempo ou a incapacidade de entender o que precisamos ouvir. Seja uma obra próxima, o tráfego de uma rodovia, o ar condicionado ou o vizinho aprendendo saxofone, pesquisas mostram que ruídos podem contribuir para doenças cardiovasculares, aumento de pressão, dores de cabeça, alterações hormonais, distúrbios no sono, redução no desempenho físico e mental e a redução do bem-estar. Por outro lado, em um ambiente acusticamente "confortável", além de ouvirmos o que desejamos, nos concentramos melhor e nos sentimos mais calmos.

A preocupação com a criação de ambientes acusticamente confortáveis é geralmente relegada a cinemas, salas de concertos e estúdios de gravação. Mas é particularmente importante em ambientes de aprendizado, como salas de aulas, já que influencia diretamente na relação ensino-aprendizagem. O desconforto acústico pode prejudicar o processo de aquisição de conhecimento, interferindo na atenção e piorando a comunicação entre aluno e professor.

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Telhados verdes: quais são as camadas e como impermeabilizá-los usando membranas líquidas

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Os telhados verdes são compostos por uma série de camadas que permitem que a vegetação cresça corretamente, evitando infiltrações que podem causar danos à estrutura do edifício. Embora haja uma grande variedade de opções para construí-las, hoje apresentamos um sistema composto de uma base de argamassa, uma camada de emulsão asfáltica, duas membranas asfálticas impermeáveis, uma camada de drenagem e o substrato que permitirá o crescimento das espécies vegetais.

Para impermeabilizar as áreas de sumidouros, parapeitos e outros pontos críticos, também inclui uma membrana líquida de poliuretano, que permite vedar todo o sistema. Verifique, abaixo, algumas teclas de aplicação dos diferentes componentes de um telhado verde e os benefícios desta última camada impermeável a líquidos.

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Como criar estruturas curvas com bambu

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O bambu apresenta infinitas possibilidades e, quando usado com criatividade, pode proporcionar volumes inusitados. Em sua forma natural, é um tronco reto e ligeiramente pontiagudo. O bambu é naturalmente flexível e pode ser dobrado em uma ligeira curvatura e estruturas simples emolduradas podem ser construídas usando a forma reta natural do bambu. Como o dobramos para criar espaços fluidos e dinâmicos?

No entanto, requer técnicas específicas para atingir formas curvilíneas extensas. Nas estruturas construídas em Bali, há 3 técnicas para criar estruturas curvas usando bambu. Estas são: