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Mestres dos Materiais: Vidro é Mais com Mies Van der Rohe

A série "Mestres dos Materiais" mostra como certos materiais têm ajudado a inspirar alguns dos maiores arquitetos do mundo. Hoje, apresentaremos o artigo sobre o vidro e como esse material influenciou a obra do arquiteto alemão Mies Van der Rohe.

Mies van der Rohe, famoso por sua frase "menos é mais", foi um dos mais proeminentes arquitetos modernistas, célebre pelo vasto uso do vidro em seus edifícios. Sua obra introduziu um novo nível de simplicidade e transparência, e seus edifícios foram muitas vezes reconhecidos como uma arquitetura de "pele e osso" devido à sua ênfase em estruturas de aço e fachadas de vidro.
Além de Mies Van der Rohe, o vidro também foi uma importante influência para muitos arquitetos do movimento moderno e reformulou a maneira com a qual pensamos e definimos o espaço.
Hoje, o vidro se tornou um dos materiais mais utilizados na construção de edifícios, mas sua maior expressão arquitetônica provavelmente é melhor exemplificada no trabalho de Mies.

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Banco de dados online oferece informações sobre espécies de madeira menos conhecidas

A madeira sempre foi um dos materiais básicos usados na construção, e com a recente retomada desse material construtivo para estruturas (inclusive de edifícios em altura), é importante conhecer os impactos ambientais de cada espécie de madeira.

Existem mais de 50 mil espécies tropicais de madeira no mundo, no entanto, apenas uma pequena porcentagem destas é usada na construção civil. A exploração exagerada de espécies mais conhecidas de madeira vem causando a alteração da biodiversidade das florestas tropicais, colocando algumas espécies em risco de extinção. Mas e se começássemos a construir com todas as espécies disponíveis?

Em um esforço de conscientizar o público para a variedade de espécies de madeira disponíveis no mercado, o Conselho de Manejo Florestal da Dinamarca (FSC Denmark) desenvolveu uma base de dados online com espécies de madeira menos conhecidas.

Line-X cria tinta especial para proteger edifícios de desastres e explosões

Um revestimento protetor desenvolvido pela Line-X tem o poder de tornar os edifícios virtualmente impenetráveis. O produto - que é borrifado sobre as superfícies - cria uma fina barreira à prova d´água, resistente contra impactos e ação abrasiva e pode suportar altas temperaturas; aspectos que se combinam para tornar a substância quase indestrutível. A mistura, conhecida como "Paxcon®", é mais resistente que o aço e pode ser usada para proteger edifícios de explosões ou desastres naturais como terremotos e tempestades.

Vídeo: O processo de produção de um vidro inspirado no plástico bolha

Todos nós já brincamos com plástico bolha, essa fonte inesgotável de entretenimento (ou relaxamento) que envolve produtos e objetos, porém, para a artista brasileira Maya Lapp e o italiano Denis Perera - donos da empresa Glass MaDe - o plástico bolha é mais que um simples material.

Sim, eles o usam para proteger seus produtos contra qualquer dano, porém, esse material gerou nos artistas uma fascinação que, combinada à sua paixão pelo vidro, deu origem a um projeto singular: Fragile.

Produzido pelo Studio Meddle, o vídeo mostra o processo de produção do material: Lapp e Perera criam um molde de plástico bolha, derramam o vidro derretido e, finalmente, o cobrem com uma tela de arame para criar uma réplica do original, transformando nossas expectativas ao tocar (e tentar estourar) as bolhas do plástico.

Veja, a seguir, algumas imagens do processo de produção do material.

TU Delft desenvolve protótipo de bioconcreto regenerativo

Após nove anos de pesquisas e desenvolvimento, uma equipe da TU Delft apresentou os avanços de um protótipo de concreto que se regenera (Self-healing Concrete) devido à adição de bactérias em sua composição. Estas tem a capacidade de "quebrar" alguns componentes do concreto e recuperar gradualmente pequenas rachaduras e orifícios

A fórmula desenvolvida pela TU Delft vai além de reparar imperfeições meramente estéticas; estas fendas, se não reparadas, podem aumentar e permitir a entrada de água no interior da estrutura, lavando à corrosão do aço e ao comprometimento das qualidades mecânicas da estrutura.

"Acredito que este é um ótimo exemplo de como unir a natureza e a construção em um novo conceito", explicou o professor e pesquisador da TU Delft, Henk Jonkers.

Saiba mais sobre este novo concreto, a seguir.