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Arquitetos: Selldorf Architects
- Área: 140000 ft²
- Ano: 2014



Salzburgo, na Áustria, situada às margens do rio Salzach, é uma cidade onde a história e a arquitetura se fundem de forma harmoniosa. Dominado pelo imponente Castelo M, seu centro histórico reflete um rico patrimônio barroco. Marcos urbanos como a Catedral de Salzburgo, projetada por Santino Solari, e o elegante Palácio Leopoldskron revelam um passado marcado pela imponência e influência cultural. Quem visita a cidade pode percorrer séculos de evolução arquitetônica por suas ruas, desde fortalezas medievais até o esplendor barroco, tudo isso em um sítio declarado Patrimônio Mundial da UNESCO. A cada inverno, esse cenário acolhe o Mercado de Natal de Salzburgo, reconhecido como um dos mercados de Advento mais antigos da Europa, com origens que remontam ao "Tandlmarkt" do século XV.
No entanto, Salzburgo também se revela uma cidade de contrastes. A arquitetura moderna deixou sua marca, integrando-se de forma equilibrada ao cenário histórico. Projetos modernos como o Stadt Park Lehen e o Paracelsus Bad & Kurhaus destacam o design contemporâneo, enquanto o Instituto de Farmácia e a Extensão Gusswerk trazem um novo frescor ao tecido urbano local. Esse equilíbrio entre o antigo e o novo define Salzburgo, onde cada camada arquitetônica contribui para a narrativa dinâmica e em constante evolução da cidade.


Como parte de nossa cobertura da Bienal de Arquitetura de Veneza de 2018, apresentamos o Pavilhão Austríaco concluído. Para ler a proposta inicial, consulte nossa publicação anterior, “Pavilhão Austríaco na Bienal de Veneza de 2018 focará na importância do “espaço livre” nos espaços urbanos.”
Como parte do Pavilhão Austríaco na Bienal de Veneza de 2018, a instalação “Layers of Atmosphere”, de Henke Schreieck, cria dois espaços opostos, mas interconectados: um deles apresenta uma estrutura simples de madeira, enquanto o outro oferece um átrio luminoso simples cujas paredes são cobertas por finas camadas de papel. Conectados por uma passarela, os espaços provocam reflexões sobre a arquitetura como espaço e a arquitetura que cria espaço.


