Três arquitetos foram originalmente convidados para elaborar planos para um pavilhão "nórdico": os finlandeses Reima e Raili Pietilä, Sverre Fehn da Noruega, e o sueco Klas Anshelm. Após a seleção da proposta de Fehn em 1959, Gotthard Johansson escreveu no Svenska Dagbladet sobre a "simplicidade impressionante do projeto [...], sem muitas insinuações arquitetônicas" [1] - uma proposta de um espaço capaz de unir um triunvirato de nações sob uma mesma cobertura (incrível).
Inspirado pelo papel central da luz em nossa cultura e tecnologia, a ONU proclamou 2015 como o "Ano Internacional da Luz e das Tecnologias baseadas na luz" (AIL2015). Neste contexto nasceu a Suli, uma empresa social chilena que busca desenvolver soluções baseadas na iluminação solar, massificando o uso desse recurso natural não apenas em regiões vulneráveis, mas também entre o público geral que conta com acesso à rede elétrica mas desconhece novas formas de usar a energia solar.
Tendo a luz como principal fonte de inspiração, uma equipe multidisciplinar composta pela arquiteta Ximena Muñoz (Luxia Lighting) a designer Macarena Pola, o engenheiro comercial Cristián O´ryan e o publicitário Matias Casanova, desenvolveu a "Suli Lamp", uma luminária modular de alta qualidade e desenho funcional que pretende se tornar um veículo para a democratização da luz.
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O grafite arquitetônico de luz pode ser realizado de diversos modos, no entanto todos compartilham de uma característica comum: os efeitos são efêmeros e se alteram de segundo em segundo. O único registro dessas artes performativas vêm em forma de fotografias e vídeos. Na continuação apresentamos três tipos de arte urbana que envolve a luz: dorm room tetris, lightstick air animation e architectural projection bombing.
Conceito O projecto VERSO é o resultado de um gesto criativo que pretende aliar funcionalidade a uma distinta imagem contemporânea. A essência do projecto reflecte uma abordagem conceptual que entende o design como meio de interacção entre o criador e o utilizador, marcando uma posição reactiva perante o anonimato urbano do contexto contemporâneo. O resultado são objectos que provocam reacções, emoções e sensações no observador, peças provocadoras que exploram os limites sensitivos da utilização. Pretende-se a fuga à monotonia, desafiando as formas a seguir o instinto, sem perder a racionalidade do design.