
-
Arquitetos: Di Frenna Arquitectos
- Área: 497 m²
- Ano: 2025
-
Fabricantes: Holcim, Sukabumi Stone



A fachada de um edifício costuma funcionar como um reflexo tanto da malha urbana na qual está inserida quanto do que se encontra por trás dela. Para além da estética, as fachadas possuem um papel funcional, cultural e sustentável de grande importância, sobretudo em relação ao design de interiores. Embora a luz natural, as vistas e a organização espacial sejam influenciadas pela fachada, os/as arquitetos/as vêm priorizando a relação entre o envelope da edificação e a qualidade do interior, tendo em vista as transformações culturais, econômicas e ambientais contemporâneas que afetam a maneira como as pessoas projetam seus espaços de vida. Assim, para responder a essas necessidades e hábitos em constante mudança, somados ao foco no bem-estar geral, os/as profissionais recuam a fachada e o teto — e, em alguns casos específicos, os pisos — para criar interiores dentro de interiores: envelopes secundários que protegem o espaço interno do ambiente externo.

Todos os anos, o Dia da Terra, celebrado em 22 de abril, oferece uma oportunidade para refletirmos sobre as condições do nosso planeta e o impacto que causamos nele. Responsável por cerca de 37% das emissões globais de carbono, a indústria da construção desempenha um papel importante — e muitas vezes prejudicial —, o que impõe uma responsabilidade cada vez mais urgente a profissionais de arquitetura e da construção civil de conceber estratégias para reduzir esse índice. Ainda assim, o ambiente construído representa o habitat da maior parte da humanidade, tendo, portanto, o potencial de proteger e abrigar as pessoas dos riscos apresentados pelas mudanças climáticas. Continue lendo para descobrir uma seleção de artigos que se aprofundam nas estratégias disponíveis em escalas urbana e arquitetônica para mitigar os efeitos das alterações climáticas e minimizar o impacto do setor sobre o planeta.

Uma forma de empregar a cor é através da monocromia, uma técnica de design que consiste em utilizar uma única tonalidade ou cor em um espaço. Na arquitetura, a monocromia é uma ferramenta poderosa que permite criar um jogo de diferentes tonalidades a partir do uso de luzes e sombras, gerando espaços que oferecem experiências únicas a seus habitantes.





Nos últimos anos, a integração entre a neurociência e a arquitetura revolucionou nossa compreensão de como os ambientes construídos influenciam o bem-estar, o comportamento e a cognição humana. Esse campo interdisciplinar, conhecido como neuroarquitetura, explora as conexões entre o projeto espacial, as funções cerebrais e a psicologia, oferecendo insights para a criação de ambientes que promovem a saúde, a criatividade e a resiliência emocional.