Sou Fujimoto. Imagem Cortesia de Sou Fujimoto Architects
Depois da Biblioteca Wormhole do MAD, a cidade de Haikou divulgou imagens de um novo pavilhão projetado por Sou Fujimoto Architects. Programado para o final da primavera, o pavilhão branco em forma de fita com um telhado acessível será uma das primeiras intervenções públicas à beira-mar a ser concluída na primavera de 2021. Moldando o futuro da cidade de Haikou e do porto de Hainan, o plano diretor contendo 16 edificações permanentes reinventa o futuro da vida costeira.
Courtesy of Kengo Kuma & Associates, Rendering by MIR
Kengo Kuma & Associates e Mad Arkitekter venceram o concurso para a nova Biblioteca Ibsen em Skien, Noruega. Trabalhando em parceria com a BuroHappold Engineering, a equipe desenvolveu o projeto como uma homenagem ao renomado dramaturgo Henrik Ibsen. Um novo centro cultural na cidade, o objetivo da biblioteca é tornar o drama e a literatura de Ibsen acessíveis a todos.
Kengo Kuma utiliza os materiais para se conectar com o contexto local e os usuários de seus projetos. As texturas e formas elementares dos materiais, sistemas construtivos e produtos são expostas e utilizadas em favor do conceito arquitetônico, valorizando as funções que serão executadas em cada edifício.
De vitrines feitas com telhas cerâmicas a painéis que filtram a luz com à luz peneirada criada por chapas metálicas expandidas, passando por um revestimento de poliéster etéreo, Kuma entende o material como um componente essencial que pode fazer a diferença na arquitetura, desde os estágios do projeto. Apresentamos, em seguida, 21 projetos nos quais Kengo Kuma usa e reúsa materiais de construção com maestria.
Stefano Boeri divulgou imagens de seu mais recente projeto, uma instalação circular de madeira intitulada TREE-ROOM. Concebida para aproximar “o homem da natureza, oferecendo um lugar para meditação e contemplação", a instalação faz parte do festival Arte Sella e será construída no jardim da Villa Strobele em Val di Sella, no norte da Itália.
Com respeito às tradições construtivas japonesas, mas sempre preocupada com o diálogo que terá com seu contexto, pode ser uma das definições da arquitetura de Kengo Kuma. Reconhecido internacionalmente, o arquiteto é lembrado principalmente por suas estruturas de madeira (ou mistas), as quais surgem de um padrão simples de montagem e, que através de diferentes intersecções e ângulos, geram um todo complexo. Não à toa, suas representações trazem detalhes muito específicos que vão desde didáticas isométricas até desenhos paramétricos complexos para conseguir traduzir no papel o modo de construir seus projetos. Aqui, juntamos detalhes de cinco projetos inspiradores que utilizam a madeira de alguma forma.
Com inauguração oficial marcada para 16 de abril de 2020, o Ace Hotel Kyoto, projetado por Kengo Kuma, tem um programa que se divide entre um volume recém-construído e um fragmento histórico existente, que antigamente abrigava a Companhia Telefônica Central de Kyoto criada por Tetsuro Yoshida, a estrutura é vista como um "catalisador cultural".
Mais um ano, mais uma edição do Prêmio ArchDaily Building of the Year! Com mais de 95.000 votos nos últimos 20 dias, os resultados da edição de 2020 foram computados! Mais uma vez, o evento provou ser o maior prêmio de arquitetura com base na opinião do público - os projetos mais relevantes do ano foram indicados e eleitos por nossa rede de leitores.
O arquiteto japonês Kengo Kuma inaugurou recentemente a sua já esperada instalação de bambu para o London Design Festival de 2019. Desenvolvida em parceira com a fabricante de smartphones OPPO, e chamada de ‘Bamboo (竹) Ring: Weaving into Lightness’, a obra de Kuma está instalada no Jardim John Madejski do Museu Victoria & Alberts de Londres que estará aberto durante todo o festival. Com formas inspiradas pelo próprio desenho do Jardim de Madejski e com curadoria de Clare Farrow, a estrutura de anéis foi criada costurando os arcos de bambu com fios de fibra de carbono.
Desenhado por Kengo Kuma and Associates (KKAA) e dirigido por seu parceiro Yuki Ikeguchi, o Museu Moderno Odunpazari (OMM) acaba de ser inaugurado em Eskisehir, na Turquia. O projeto visa promover a arte turca e contribuir culturalmente para a cidade de Eskisehir.
Kengo Kuma (nascido em 8 de agosto de 1954) é um dos arquitetos japoneses de maior expressividade atualmente. Suas reinterpretações de elementos tradicionais da arquitetura japonesa envolvem inovações no uso de materiais naturais e novas formas de pensar a relação da luz com o espaço.
O London Design Festival de 2019 será inaugurado no próximo mês de setembro com uma série de novidades, como os projetos de Sam Jacob e Kengo Kuma para o Victoria & Alberts Museum. Aberto entre os dias 14 e 22 de setembro, o festival deste ano incluirá mega-instalações de Paul Cocksedge, Martino Gamper, PATTERNITY, Dan Tobin Smith e Camille Walala. Em sua 17ª edição, o London Design Festival é o maior e mais importante evento de design da capital britânica.
O escritório Kengo Kuma & Associates propôs um novo arranha-céu de 40 pavimentos em Seattle, nos EUA. Localizada no bairro de Belltown, a torre incorpora a fachada do histórico edifício neo-gótico Bebb & Gould’s Terminal Annex. Projetado em colaboração com Ankrom Moisan Architects e o escritório de paisagismo Berger Partnership, o edifício busca reforçar a herança neo-gótica e Art Déco do centro de Seattle.
O arquiteto japonês Kengo Kuma venceu o concurso fechado para projetar a ampliação dos jardins da Fundação Gulbenkian em Lisboa e a nova entrada da Colecção Moderna do Museu Gulbenkian. O resultado foi anunciado no último sábado pelo jornal português Expresso.
Foram anunciados os vencedores do Concurso Kaira Loo, dedicado ao projeto de um Pavilhão da Paz a ser construído na cidade de Sedhiou, no sul do Senegal. O objetivo da competição era criar uma estrutura simbólicapara servir de memorial às vítimas das guerras africana e sensibilizar a comunidade local e internacional, criando um espaço comemorativo e educacional que respeitasse o meio ambiente e as tradições locais.
https://www.archdaily.com.br/pt/918882/conheca-os-vencedores-do-concurso-para-o-pavilhao-da-paz-do-senegalNiall Patrick Walsh
O fotógrafo de arquitetura britânico Peter M. Cook documentou a cidade de Tóquio e sua evolução por mais de vinte anos. Após registrar o desenvolvimento da cidade e seus edifícios com uma câmera de grande formato, seu primeiro livro de fotos foi publicado pela editora Hatje Cantz Verlag. As 100 fotografias monocromáticas revelam a história de uma das cidades mais icônicas do mundo.
Sergey Makhno Architects. Imagem Cortesia de ArchDaily
A Semana de Design de Milão, que este ano acontece entre os dias 09 e 14 de Abril, é o principal e mais conhecido evento de design do mundo, aonde são apresentados todos os anos as principais tendências do design contemporâneo. O Salone del Mobile, como parte dos eventos da Semana de Design, acolhe este ano a Bienal Euroluce, uma exposição internacional de design de iluminação.
A Euroluce deste ano apresenta duas tendências para os próximos anos: "redescobrindo o passado" e "referenciando a natureza". Antigas peças de design foram redescobertas e trazidas de volta à vida, não apenas para servir como símbolos do passado, mas como uma nova fonte de inspiração para o futuro. A referência à natureza é, evidentemente, a principal tendência no mundo do design hoje, dominando não apenas as peças apresentadas na Euroluce mas todas as outras categorias de objetos presentes na Semana de Design de Milão de 2019. São peças inspiradas na natureza e em suas formas naturais e orgânicas, além é claro, de materiais reciclados e ecologicamente corretos.
Seguindo estas linhas, as peças mais chamativas do Euroluce deste ano levam a assinatura de renomados arquitetos e estúdios de design do mundo. Importantes arquitetos fazem sua estréia como designers e apresentam ao mundo suas peças e soluções inteligentes de iluminação.
PEACE PAVILION em memória das vítimas inocentes da guerra na África
"A paz é um sonho, pode se tornar uma realidade ... mas, para construí-la, devemos ser capazes de sonhar" (Nelson Mandela).
TEMA Hostilidade intercultural e a exploração de recursos no continente Africano tem engatilhado uma sucessão de conflitos armados que resultaram em milhões de vidas inocentes perdidas e refugiados com a esperança de uma vida melhor em algum lugar. Comunidades aniquiladas. Aldeias e cidades rasgadas no chão. Nações no caos.
Aninhada nos íngremes desfiladeiros e vales fluviais da província de Tokushima, no Japão, fica Kamikatsu - uma pequena cidade como qualquer outra. Mas Kamikatsu, ao contrário de seus vizinhos (ou a maioria das cidades do mundo), pode orgulhar-se de ser quase totalmente livre de resíduos.
Desde 2003 - anos antes de o movimento ganhar popularidade - a cidade comprometeu-se com uma política de desperdício zero. Os requisitos são exigentes: os resíduos devem ser classificados em mais de 30 categorias, itens quebrados ou obsoletos são doados ou separados em peças, itens indesejados são deixados em uma loja para troca de comunidade. Mas os esforços dos moradores ao longo dos anos foram recompensados - quase 80% de todos os resíduos da vila são reciclados.