
Superkilen / Topotek 1 + BIG Architects + Superflex
Campus SDU Kolding / Henning Larsen

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Arquitetos: Henning Larsen
- Área: 13700 m²
- Ano: 2014
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Fabricantes: RMIG, Bubbledeck, Eiler Thomsen Alufacader
Repensando o datum plano: projetando o espaço com inclinação e intenção

Historicamente, a arquitetura e o ambiente construído têm insistido na criação de superfícies planas e rígidas. Em eras passadas, caminhar sem um solo pavimentado significava sapatos cheios de lama, superfícies irregulares, riscos de tropeço, água parada após a chuva e alta manutenção. Por isso, ao moldarmos as cidades, priorizamos um plano horizontal liso, contínuo e sólido. Os benefícios são reais: uma caminhada mais fácil, limpeza simplificada e um programa de necessidades descomplicado — afinal, mobiliários, equipamentos e divisórias preferem uma base nivelada. Essa preferência universal por construir em terreno plano continua sendo a norma e, por muitas razões práticas, provavelmente continuará sendo.
O que poucos percebem é que criar uma superfície verdadeiramente plana é surpreendentemente difícil — e muitos pisos "planos" bem-executados não são perfeitamente nivelados. Eles costumam ser suavemente inclinados, calibrados com declividades precisas para drenagem. Embora os espaços internos nem sempre exijam isso, muitos pavimentos térreos e áreas molhadas incorporam inclinações sutis como medida de segurança — seja para mitigar pequenos alagamentos ou para gerenciar a água que transborda da rua ou do encanamento quando há alguma falha nos sistemas de escoamento.
O papel essencial das envoltórias modernas no equilíbrio entre sustentabilidade e estética

Tradicionalmente, o papel da arquitetura tem sido criar uma barreira entre os/as habitantes e as intempéries, proporcionando proteção e segurança. Mesmo com os avanços materiais e tecnológicos ao longo do tempo, essa função continua fundamental. Ainda dependemos de nossas envoltórias prediais para nos manter secos/as, seguros/as e confortáveis, permitindo-nos realizar nossas atividades diárias com facilidade. Hoje, as envoltórias de alto desempenho expandem essa função protetora ao utilizarem materiais e tecnologias avançadas, transformando-se em elementos essenciais de um design sustentável e resiliente. Elas não apenas protegem os interiores de fatores externos — como calor, umidade e poluentes —, mas também contribuem diretamente para a eficiência energética, a durabilidade e a estética da edificação. Compostas por fachadas, sistemas de sombreamento solar e esquadrias, essas envoltórias definem o caráter do edifício e desempenham um papel essencial em seu desempenho global.
Pavilhão de Tijolos e Palha / RØNNOW LETH & GORI + CINARK
Congresso Mundial de Arquitetos UIA 2023 anuncia 6 temas de sua agenda

O Congresso Mundial de Arquitetos da UIA 2023 é um convite para arquitetos de todo o mundo se reunirem em Copenhague para explorar e comunicar como a arquitetura influencia os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (SDGs) da ONU. A Seção Científica do Congresso Mundial da UIA foi encarregada de desenvolver a agenda Futuros Sustentáveis - Não Deixe Ninguém Para Trás. Por mais de dois anos, seu Comitê Científico Internacional vem analisando as várias maneiras pelas quais a arquitetura responde aos SDGs. O trabalho resultou na formulação de seis temas: adaptação climática, repensando os recursos, comunidades resilientes, saúde, inclusão e parcerias para a mudança. O ArchDaily está colaborando com a UIA para compartilhar artigos referentes aos seis temas e se preparar para a abertura do Congresso em 2 de julho de 2023.
Telhados verdes: rumo a cidades mais sustentáveis, biodiversas e saudáveis

Diante de uma crise climática sem precedentes, os telhados verdes consolidam-se cada vez mais como uma tendência global na arquitetura, proporcionando múltiplos benefícios sociais, econômicos e ambientais em áreas urbanas. Seguindo o exemplo de modelos pioneiros como o de Copenhague, cidades ao redor do mundo estão substituindo coberturas cinzas por verdes, com o anseio de caminhar rumo a um futuro mais sustentável e saudável. Dessa forma, essa prática tem se tornado uma operação recorrente em projetos que buscam responder aos desafios da cidade contemporânea.
Telhados verdes podem tornar nossas cidades melhores?

Pesquisadores apontam os Jardins Suspensos da Babilônia como os primeiros exemplos de telhados verdes. Ainda que não exista comprovação de sua localização exata e pouquíssima literatura sobre a estrutura, a teoria mais aceita é que o rei Nabucodonosor II construiu uma série de terraços elevados, ascendentes e com espécies variadas como presente à esposa, que sentia falta das florestas e montanhas da Pérsia, sua terra local. Segundo Wolf Schneider [1] os jardins eram sustentados por abóbadas de tijolos, e sob eles, existiam salões sombreados e refrigerados pela irrigação artificial dos jardins, com uma temperatura muito mais amena que o exterior, na planície da Mesopotâmia (atual Iraque). Desde então, exemplos de coberturas verdes apareceram por todo mundo, de Roma à Escandinávia, nos mais diversos climas e tipos.
Ainda assim, a solução de inserir plantas na cobertura ainda é vista com desconfiança por muitos, como uma solução custosa e difícil de manter. Outros, no entanto, defendem que os custos elevados de implantação são amortizados rapidamente com economias na climatização e que, principalmente, ocupar a quinta fachada da edificação com vegetação é uma saída, antes de tudo, racional. De toda a forma, fica a dúvida de como os telhados verdes podem realmente ajudar nas mudanças climáticas.
10 Regras para estudantes, professores e para a vida (da arquitetura)

Entre os anos 1967 e 1968, Corita Kent escreveu as "Dez Regras para Estudantes, Professores e a vida" que, juntamente ao compositor e artista John Cage - discípulo de Arnold Schoenberg- ofereceram ao mundo um modelo para alimentar o espírito criativo e os processos de experimentação dos designers e artistas.
Um olhar crítico, experimental e reflexivo, tanto a respeito da formação, quanto dos formadores, pode ser traduzido perfeitamente no momento em que acontece a boa arquitetura e através da história de seus particulares autores, evidenciando uma abordagem comprometida com a disciplina, tanto no âmbito do aprendizado, quanto da prática.
Estas são as 10 regras para estudantes, professores e a vida, com as quais podemos nos aproximar aos processos do fazer arquitetônico.
Cais de Kvæsthus / Lundgaard & Tranberg Architects

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Arquitetos: Lundgaard & Tranberg Architects
- Área: 17430 m²
- Ano: 2016
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Fabricantes: ACO Drainage, Norisol, UNICON
40 Projetos selecionados para o Prêmio Europeu de Arquitetura Contemporânea 2017 - Mies van der Rohe Award

A Comissão Europeia e a Mies van der Rohe Foundation anunciaram as 40 obras selecionadas que concorrerão ao Prêmio Europeu de Arquitetura Contemporânea 2017 - Mies Van Der Rohe Award. O júri escolheu a partir dos 356 projetos indicados, e a lista destaca as oportunidades e as tendências no território europeu atual: cidades, habitação, patrimônio e memória. Os cinco finalistas serão anunciados em meados de fevereiro e o vencedor e o arquiteto emergente em meados de maio.
Um terço das obras aborda o desafio da arquitetura contemporânea em relação ao patrimônio construído e um terço dos trabalhos os desafios contemporâneos da habitação. A gestão da paisagem urbana histórica será uma das prioridades destacadas pelo "Ano Europeu do Patrimônio Cultural" em 2018.
"Eu gostaria que os projetos selecionados demonstrassem interesse em criar lugares, explorar convenções e tipologias conhecidas, celebrar os prazeres do uso cotidiano por uma consideração de detalhes e uma resistência não expressa à atual tendência global a uma arquitetura auto-referencial, que desmente o contexto e o ato de habitação ". - Stephen Bates, Presidente do Júri.
Veja a lista a seguir.
O sucesso por trás da arquitetura: Como o BIG se tornou tão... grande?

Nos últimos anos, o sucesso crescente de Bjarke Ingels e sua empresa BIG tem sido difícil de não notar. Para um escritório que tem apenas 10 anos de existência, o número e alcance dos seus projetos é surpreendente; para lidar com a demanda, a empresa tem crescido e emprega hoje cerca de 300 pessoas. Este crescimento, porém, não aconteceu por acaso. Neste artigo, originalmente publicado em DesignIntelligence como "The Secret to BIG Success" Bob Fisher conversa com o CEO da empresa e a sócia Sheela Maini Søgaard a fim de descobrir o plano de negócios por trás do fenômeno BIG.
BIG é provavelmente o melhor nome do mundo para uma empresa.
O Bjarke Ingels Group (BIG) parece ter um impacto desproporcional em tudo o que faz. A empresa de arquitetura com sede em Copenhague vira convenções e hipóteses de cabeça para baixo e combina possibilidades contrastantes em maneiras escandalosamente ousadas, criativas e lúdicas. Projetos como Via na West 57th Street em Nova York e a Usina Amager Bakke em Copenhague são bons exemplos: o primeiro, um prédio de apartamentos em forma de pirâmide que desafia a floresta de torres retangulares em torno dele, e o segundo, uma usina de reciclagem que funciona como uma pista de esqui e solta fumaça em forma de anel.
O mundo tomou conhecimento. Seja através de elogios ou críticas e meios empresariais e culturais arquitetônicos tendem a utilizar um tom heroico ao descrever o trabalho da empresa: radical, ambicioso, ousado, confiante. Em suma ... BIG.
Expansão de Esportes e Artes no Colégio Gammel Hellerup / BIG

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Arquitetos: Bjarke Ingels Group
- Área: 2500 m²
- Ano: 2014
Museu Moesgaard / Henning Larsen Architects

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Arquitetos: Henning Larsen
- Área: 16000 m²
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Fabricantes: Aluflam, Cementir, Hamari, Novotech, Vestre, +1
A arquitetura não precisa de reconstrução, precisa de críticos mais conscientes

Nas últimas semanas, uma série de comentaristas de arquitetura reacionários saíram da toca para denunciar o que vêem como o rumo atualmente negativo da arquitetura contemporânea. Eles afirmam que a arquitetura deve ser "reconstruída" ou que ela está “implodindo.” A partir de suas indicações, a arquitetura está no limite de sua vida, dando o seu último suspiro. A crítica que eles oferecem é de que a arquitetura contemporânea tornou-se (ou sempre foi?) insensível aos usuários, às condições do local, à história - dificilmente um romance. Todos os anos, este tipo de ataque frontal contra o valor da arquitetura contemporânea é lançado, mas as críticas desta vez parecem especialmente superficiais e equivocadas. Analisando a cena contemporânea da arquitetura global, eu realmente sinto que estamos em um lugar surpreendentemente saudável, se você olhar para além das vitrines óbvias. Temos escapado dos dogmas evidentes do passado e renovamos nosso foco nas questões de meio ambiente e ação social, estamos mais preocupados do que nunca com a tectônica e em como construir com qualidade. Mas os críticos perenes da arquitetura contemporânea parecem não ter analisado profundamente, ou mesmo cuidadosamente. E, infelizmente, as várias contestações às suas críticas, em apoio à arquitetura moderna e experimental, têm sido mal argumentadas.





























































