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Arquitetos: Mr. Important Design
- Área: 300 m²
- Ano: 2012


Interiors é uma publicação online sobre cinema e arquitetura, publicada por Mehruss Jon Ahi e Armen Karaoghlanian. Publicam uma coluna exclusiva no ArchDaily analisando e diagramando filmes em termos de espacialidade.
A aventura dos diretores nos videoclipes começou com os anos 1990, quando a MTV começou a creditá-los junto aos artistas e o título das músicas. Diretores visionários como Michel Gondry, Spike Jonze e David Fincher comprovaram que os vídeos se tornariam uma produção autoral, assim como os filmes. A mudança dos vídeos estilizados e centrados na performance do artista para trabalhos narrativos, no entanto, veio depois, quando o meio tornou-se mais "cinemático" em sua estrutura visual e narrativa.

Por sua natureza, a arquitetura possui uma presença pública óbvia e poderosa. Independentemente de sua função, os edifícios constituem o pano de fundo material da vida pública; o projeto de cada edifício impacta a cidade e a experiência daqueles que nelas vivem e trabalham. A arquitetura, no entanto, é mais que um cenário. Enquanto que alguns edifícios "icônicos" agem como objetos, muitas vezes vaidosos para exibir aspirações e egos de arquitetos e clientes, o espaço dentro e ao redor desses edifícios é, como nos demais, público: compartilhado, usado por comunidades de pessoas, com efeitos psicológicos e emocionais em muitos de nós. Pense em lojas pequenas e grandes, bancos, escritórios e muitos outros que, mesmo sendo privados, desempenham papéis importantes na vida pública cotidiana.
É o interior destes edifícios coletivos que tem sido progressivamente rebaixado conforme arquitetos e clientes trabalham juntos para maximizar o impacto de seu exterior. Ora, a vida de um edifício público, seja ele um tribunal ou um shopping center, não cessa uma vez que adentramos neles.


A Herman Miller, multinacional de mobiliário corporativo, acaba de anunciar os vencedores do Concurso Culturalpara estudantes e profissionais de design e arquitetura de todo país. Os participantes tinham que responder à pergunta “Como você vê o escritório do futuro no Brasil?” e enviaram um elemento visual (planta, croquis, esquemas, etc) que ilustrasse como visualiza, diante da realidade do Brasil, o escritório do futuro.



