
O que o MIT Building 20, as ágoras (praças públicas da Grécia antiga), as casas de chá britânicas do século 18 e os cafés parisienses do início do século 20 têm em comum?
Eles foram os mais criativos espaços do mundo.
As pessoas que se reuniram ali iriam interagir. Pessoas como Sócrates, Chomsky ou Edison, trocando idéias, argumentando sobre a moral e discutindo tecnologias. Eles participaram de um discurso informal conduzidos pelo envolvimento passional.
E esses lugares, embora por razões diferentes, promoveram interação por unir as pessoas e dar-lhes um lugar para conversar. Como Jonah Lehrer disse, "os espaços mais criativos são aqueles que nos unem. É o atrito humano que gera as faíscas."
A questão, então, é: como a arquitetura contemporânea alimenta o mesmo tipo de criatividade?
Para saber mais sobre a arquitetura e seu papel na criatividade e aprendizado, continue lendo após o intervalo.




