Para muitas pessoas a cama e o quarto deixaram de ser apenas um espaço de descanso. Beatriz Colomina já apresentou distintos estudos sobre como trabalho e lazer passaram a ocupar esse ambiente, e, hoje, isso se torna cada vez mais presente no nosso cotidiano. Se a forma como ocupamos o espaço muda constantemente, como aproveitar melhor a área deles para abrigar todas as funções necessárias?
Tubos, cabos e condutos de diferentes materialidades nas paredes e tetos fazem parte de todos os espaços que transitamos e habitamos. Eles representam o conjunto de redes e equipamentos necessários ao desenvolvimento da vida nos nossos edifícios, trazendo serviços como água, luz, gás, entre muitos outros. De acordo com as normas vigentes em cada país e o uso definido em cada espaço, as instalações podem ser deixadas aparentes, conferindo aos espaços interiores um certo caráter e estética.
Seja apreciada em um restaurante ou preparada em casa, uma coisa é fato: a comida une as pessoas. Por essa razão, os arquitetos passaram a colocar as cozinhas no coração das casas, oferecendo aos moradores um espaço para cozinhar, jantar e passar bons momentos com seus familiares e amigos. No entanto, nem todas residências comportam cozinhas espaçosas, já que algumas casas são muito pequenas e outras não têm uma configuração espacial favorável para isso. A seguir, exploraremos como arquitetos e designers utilizam diferentes layouts de cozinha em diferentes situações e para diferentes usuários.
Na arquitetura, o mais comum é desenhar apenas para os humanos. No entanto, abranger o escopo do projeto para outras espécies é um exercício que vem sendo proposto em diversas encomendas. De um mobiliário específico até o design de interiores todo pensado para o animal, as possibilidades de criar um ambiente mais lúdico e confortável, tanto para humanos quanto para os animais, são diversas.
Antes vista como um espaço de serviço essencial, cada vez mais a cozinha passou a integrar o cotidiano familiar e se estabeleceu como um dos ambientes mais utilizados de uma casa. Para facilitar a junção com toda a residência, principalmente no caso de pequenos apartamentos, a solução da cozinha americana se tornou uma das prediletas entre os clientes.
Painéis de compensado, madeira laminada, chapas de MDF e placas de OSB são bons, podem ser economicamente viáveis e cumprem com eficiência determinadas funções, mas nenhum deles oferece a mesma atmosfera da madeira maciça. A nobreza deste material geralmente vem acompanhada de um custo elevado, mas as qualidades estética e sensorial são inigualáveis.
A seguir, reunimos exemplos de projetos que empregam madeira maciça em elementos do mobiliário. Mesas e cadeiras, camas e armários feitos com madeiras de diferentes espécies, novas ou de demolição, refinadas ou rústicas, de distintas texturas e colorações que podem servir de inspiração para seu projeto arquitetônico ou de interiores.
O artesanato traduz a cultura de um povo e, por isso, carrega em si uma forte presença quando colocado nos espaços residenciais. Através das mais variadas técnicas, ele representa métodos tradicionais e age na memória de cada pessoa que o atravessa. Sendo assim, independente da escala na qual ele se apresenta - desde pequenos objetos de arte até grandes móveis, ou até mesmo como um componente da própria arquitetura -, pensar em elementos artesanais pode configurar um importante passo para aprimorar a linguagem estética de um projeto.
Uma reforma pode ser sinônimo de dor de cabeça para muitas pessoas. Para evitar isso, quanto maior for o planejamento e mais tempo for investido num projeto que garanta que todas as etapas sejam executadas dentro do prazo e, principalmente, do orçamento é fundamental. Pensando nisso, apresentamos aqui algumas dicas e elementos que devem ser ponderados antes de fazer uma reforma básica na sua cozinha.
É curioso pensar como uma região geográfica tão pequena tenha uma influência tão marcante no design, desde o meio do século XX e continuando em voga por todo o mundo atualmente. O design escandinavo é conhecido por unir simplicidade, craftsmanship, elegant functionality e quality materials. A sofisticação fica a cargo dos detalhes e seus mobiliários caracterizam-se pelas dimensões bem estudadas, economia de materiais e o não excesso de informações. De fato, há inclusive um termo dinamarquês e sueco que define a filosofia: “hygge” diz respeito ao aconchego que proporciona a sensação de bem-estar e contentamento. Mas de que forma podemos incorporar algumas lições do design escandinavo para que nossos projetos de interiores possam tornar-se mais aconchegantes e confortáveis?
Em apartamentos e casas pequenas, os espaços de descanso e de entretenimento costumam dividir o mesmo ambiente fazendo com que a sala de estar esteja totalmente voltada para a televisão. Porém, o que fazer quando a televisão é removida do espaço? Veja a seguir ideias de como organizar a sala de estar sem ter a televisão como principal objeto do cômodo.
O piso é uma das maiores áreas de cobertura de um ambiente, e portanto, sua escolha passa por diversos critérios relacionados tanto a questões estéticas e de identidade visual, quanto questões técnicas de resistência e manutenção. É comum usar pisos diferentes para áreas com usos distintos e muitas vezes essa transição não é demarcada por paredes nem portas. A seguir, traremos dicas de como fazer essa transição de maneira harmônica quando não há um limite físico entre os pisos.
Para algumas pessoas pendurar quadros nem sempre é uma tarefa fácil, afinal, além das obras retratarem uma imagem que traduz parte da personalidade dos moradores, imaginar formas de composição que tornem o ambiente ainda mais agradável pode ser desafiador. Pensando nisso, trazemos aqui alguns exemplos e diretrizes que podem ser adotadas para facilitar o momento de criar uma exposição na sua casa.
https://www.archdaily.com.br/pt/976195/ideias-e-dicas-de-como-pendurar-quadros-na-sua-casaEquipe ArchDaily Brasil
A TV é um dos principais elementos que compõem a sala de estar, principalmente na maioria dos lares brasileiros, onde a sala é o lugar tanto para receber visitas, quanto para desfrutar de descanso e lazer. Porém, nem sempre é fácil posicionar este equipamento que varia tanto de tamanho e principalmente combiná-lo com o restante do espaço.
A elaboração de um projeto arquitetônico é um processo complexo que envolve diferentes escalas, desde a estrutura até pequenos refinamentos, como escolha de revestimentos, cores de pintura, rodapés, metais, louças e, claro, luminárias.
Para além das questões de potência e tonalidade das lâmpadas, o próprio design das luminárias também é essencial no processo de projeto, podendo contribuir com a valorização dos espaços e o conforto dos habitantes.
Alguns dos projetos mais pitorescos são aqueles construídos nas montanhas; a cabine rústica envolvida por um painel de vidro do piso ao teto com vista para as árvores cobertas de neve. Visualmente, a arquitetura transpira uma sensação encantadora, mas será que estes espaços são realmente habitáveis? Quando as casas são construídas em uma elevação de 3.000 metros, instalar uma lareira isolada não é eficiente ou sustentável. Ambientes em tais altitudes, ou locais geográficos particulares exigem um tratamento minucioso, a começar pela própria arquitetura. Seja por sistemas de aquecimento hidrônicos no piso ou chaminés inseridas em paredes, este artigo explora como mesmo as condições mais extremas de frio não impediram a garantia de um conforto térmico ideal.
Apesar de não serem consideradas áreas de longa permanência em uma casa, as cozinhas e os banheiros são espaços onde a funcionalidade é fundamental para o cotidiano dos moradores e visitantes. De todos os elementos das áreas molhadas, aqueles que precisam de uma atenção especial são as bancadas de trabalho. Neste texto iremos apontar algumas dicas para se projetar bancadas de áreas molhadas funcionais, de fácil manutenção e apropriadas para seus usos.
Sendo um dos espaços mais íntimos de uma residência, os dormitórios têm tido seu uso adaptado com o passar dos anos, principalmente após a pandemia de Covid-19. Um espaço de relaxamento que precisa também encaixar mobiliários, decorações e harmonizar com a arquitetura. Veja aqui uma seleção de ideias para se inspirar e reformular seu quarto.
Planejar o mobiliário de uma casa envolve não apenas construir áreas de armazenamento, mas também contribuir com a funcionalidade e imagem de cada ambiente. Um bom exemplo para ilustrar essa frase está nos closets, normalmente localizados nos quartos, estes espaços que antes eram voltados apenas para guardar roupas, hoje já integram outras funções, ganhando uma maior importância de acordo com o desejo do cliente.
https://www.archdaily.com.br/pt/965833/closet-ambiente-alem-do-guarda-roupaEquipe ArchDaily Brasil