Após o anúncio publicado este ano de que Herzog & de Meuron estava desenvolvendo um projeto para o novo estádio do Chelsea Football Club, o escritório suíço divulgou uma série de imagens que narram as intenções de projeto e suas implicações conceituais. O novo estádio, que será construído no lugar do atual estádio Stamford Bridge, terá três níveis de arquibancadas com capacidade total para 60 mil torcedores, e terá cerca de 60 mil metros quadrados de instalações voltadas para as equipes e público.
A London School of Economics (LSE), em parceria co o RIBA, anunciou seis equipes finalistas do concurso para o novo edifício da universidade: a renovação do 44 Lincoln's Inn Fields, que quando for concluído será conhecido como Paul Marshall Building. Terceiro projeto a ser realizado na recente transformação do campus, o Paul Marshall Building vem na sequência do “Center Building Redevelopment” de Rogers Stirk Harbour + Partners, que recebeu aprovação de construção no início deste ano, e do elogiado Saw Swee Hock Student Centre, finalista do Stirling Prize de 2014.
Recentemente, Sir Nicholas Serota, diretor do Tate Modern, anunciou que a expansão projetada por Herzog & de Meuron será oficialmente inaugurada no dia 17 de fevereiro de 2016. A galeria, inaugurada originalmente em 2000, dentro de uma antiga estação de energia no Bankside de Londres, transformou dramaticamente a relação do Reino Unido com a arte moderna e contemporânea. Desde então, o Tate Modern se tornou um bastião de tendências artísticas e exposições de alto calibre, tornando-se um dos centros de arte mais visitados da capital britânica.
O novo vídeo produzido pelos fotógrafos de arquitetura Robin Hill e Chris Correa convida os espectadores a explorar o Pérez Art Museum Miami (PAMM), projetado pelo escritório Herzog & De Meuron. Intercalado com planos do edifício em uso, o vídeo apresenta entrevistas com Terry Riley (arquiteto e ex-curador de arquitetura do MoMA) e Tobias Ostrander (curador chefe do PAMM). Reconhecido e elogiado por sua sutileza e assimilação de muitos vocabulários arquitetônicos, o PAMM é apresentado aqui como um exemplo de arquitetura voltada para a cultura.
Paris acaba de aprovar a construção da sua primeira torre em 40 anos; o Conselho Municipal concordou em dar prosseguimento à "Triangle Tower" - ou "Tour Triangle" - de 180 metros de altura projetada por Herzog & de Meuron, após negar inicialmente a proposta no ano passado. O controverso projeto tem sido o foco de um intenso debate desde seu anúncio em 2008, com opiniões divergentes sobre a decisão do Conselho de preservar ou não o emblemático skyline da cidade, resultado dos trabalhos de Haussmann no século XIX.
De acordo com a Gizmodo, os arquitetos suíços convenceram a cidade a aprovar a torre dizendo que sua fachada de vidro "desaparecerá" no skyline.
"Quase tudo que os arquitetos disseram traz uma única mensagem: Esse edifício é invisível", apontou o Foreign Policy ano passado. "Como se para reforçar essa estranha dualidade, os renders omitem o único arranha-céu de Paris: a amplamente impopular Tour Montparnasse, construída em 1973."
O fotógrafo de arquitetura Philippe Caumes compartilhou conosco uma série de imagens da partida de estreia no novo Estádio de Bordeaux, projetado pelo escritório Herzog & de Meuron na França. Comparado, por vezes, a um templo clássico, a estrutura retangular completamente branca se distingue por uma "floresta" de esbeltas colunas que suporta uma grande arquibancada inclinada pronta a receber os mais de 42 mil espectadores. Veja a série de fotografias de Caumes, a seguir.
O projeto 56 Leonard, de Herzog & de Meuron, está tomando forma em Nova Iorque. A torre de 60 pavimentos se tornou conhecida como "Jenga tower" devido a sua fachada de vidro rica em balanços e volumes deslocados. Com conclusão prevista para 2016, o edifício de 250 metros de altura terá 145 unidades residenciais e contará com uma escultura de Anish Kapoor em seu térreo. Assista ao vídeo em timelapse de Rob Cleary que mostra a construção da torre no último ano.
Inaugura hoje a tão aguardada Expo Milão 2015. O evento de seis meses de duração, que prevê um público de aproximadamente 20 milhões de pessoas, apresenta 54 pavilhões nacionais e diversas instalações de empresas multinacionais, todos com foco no tema "Feeding the Planet" e promovendo a culinária de seus países. Pavilhões de Foster + Partners, Herzog & de Meuron, SPEECH, Daniel Libeskind o Pavilhão Brasileiro projetado pelo escritório Studio Arthur Casas e muitos outros permanecerão abertos ao público até o dia 31 de outubro. Durante estes meses acompanhem nossa cobertura do evento aqui.
Dê uma olhada nos pavilhões mais aguardados da feira, a seguir.
O escritório Herzog & de Meuron divulgou o projeto do Slow Food Pavilion para a Expo Milão 2015, previsto para ser concluído até maio. Exibindo o trabalho da organização Slow Food, de Carlo Petrini, o pavilhão promove a visão da organização de proporcionar acesso a "alimentos bons, limpos e justos".
Implantado em um terreno triangular no limite leste do bulevar central da Expo, o pavilhão utiliza uma configuração triangular de mesas para evocar o que Herzog & de Meuron descreve como "uma atmosfera de refeitório e mercado".
Em 2013 e 2014 apresentamos uma seleção de documentários imperdíveis para arquitetos e este ano não será diferente. No começo de 2015 submergimos novamente no fascinante e distinto mundo dos documentários para coletar uma série de títulos de interesse para os apaixonados pela arquitetura e urbanismo.
Estreias ou clássicos, teóricos ou curiosos, a seleção deste ano apresenta diversos filmes brasileiros, portugueses e internacionais, que abordam conteúdos sobre a habitação, biografias de grandes arquitetos e diversos outros temas como a decadência urbana de Veneza ao se ver consumida pelo turismo, a experiência de um casal que habita a polêmica “8 House”, projetada pelo BIG, e até mesmo um documentário da NatGeo que nos mostra como funciona a impressionante fábrica de Lego.
Em ordem aleatória, apresentamos 30 documentários que devem ser vistos em 2015.
Proposta de expansão do aeroporto da Cidade do México, por Foster + Partners e FR-EE - Fernando Romero EnterprisE. Cortesia de DBOX for Foster + Partners
Uma pesquisa global realizada pelo BD elegeu o escritório Foster + Partners o "mais admirado" do mundo pelo nono ano consecutivo. A firma londrina, liderada por Norman Foster, é atualmente a 16° maior do mundo. A colocação do escritório é inegável, superando em 7% o segundo colocado, Herzog & de Meuron.
“Ser considerado o escritório mais admirado por nossos companheiros de profissão é uma grande honra", disse Norman Foster. "É uma grande homenagem para nossas equipes talentosas e trabalhadoras de nossos estúdios em todo o mundo e de nossa sede em Londres, todas trabalhando em direção ao objetivo comum de trazer soluções inovadores de projeto para criar um ambiente construído melhor."
Veja a lista dos escritórios mais admirados, a seguir.
Ampliando o debate sobre se Paris deve preservar seu skyline do século XIX ou "abraçar a inovação", os membros do conselho municipal rejeitaram a controversa "Triangle Tower" de 180 metros de altura projetada pelo escritório Herzog & de Meuron. Apesar da votação acirrada - 83 votos contra e 78 favoráveis ao projeto - a disputa continua; a prefeita Anne Hidalgo declarou que o veto é inválido e espera que uma nova rodada de votação decida a favor da torre. Todavia, em uma cidade que teme perder seu "tecido urbano existente para os arranha-céus", parece improvável que o projeto seja construído.
A Biblioteca Nacional de Israel divulgou imagens do projeto de Herzog & de Meuron para o novo lar da instituição. O edifício de seis pavimentos, comissionado ao escritório suíço após um extenso processo de entrevistas realizado ano passado, será construído até 2019 num terreno próximo ao edifício Knesset e adjacente ao Museu Israelense, ao Museu de Ciências e à Universidade Hebraica.
Mais imagens e informações sobre a biblioteca, a seguir.
Herzog & de Meuronse uniram ao arquiteto britânico John Pawson para projetar uma torre de 28 pavimentos no distrito de Bowery, em Manhattan. A torre de concreto aparente será, como descreve o empreendedor Ian Schrager, "a expressão última do encontro entre Uptown e Downtown." Onze apartamentos de luxo coroarão um hotel com 370 unidades, todos com plantas livres e aberturas do chão ao teto que oferecerão vistas em 360° para a cidade.
Para escolher os finalistas os cinco membros do júri - Francisco Liernur, Sarah Whiting, Wiel Arets, Dominique Perrault, e Kenneth Frampton - passaram os últimos doze dias visitando os projetos, conversando com os arquitetos, usuários e proprietários dos espaços e promovendo intensos debates acerca das obras.
Como notou Dominique Perault, "Há muitos modos de avaliar os projetos - modelos, desenhos, imagens - e nós aproveitamos todas as oportunidades para testar a qualidade das arquiteturas. Ao fim, apenas visitando os projetos é que se pode sentir o 'toque de deus' - a presença do edifício em seu contexto."
A lista de finalistas mostra bastante variedade - em termos de escala, lugar, tipologia, programa, materiais, etc. - tornando a escolha do vencedor ainda mais desafiadora. Veja os sete finalistas a seguir, dentre os quais a Fundação Iberê Camargo em Porto Alegre, de Álvaro Siza.
"Nós frequentemente inventamos o futuro com elementos do passado."
Dos Curadores. Dentro do contexto da Bienal de re-examinar os fundamentos da arquitetura do século passado, o Pavilhão Suiço tem como foco o arquiteto inglês Cedric Price (1925-2003) e o sociólogo suíço Lucius Burckhardt (1934-2003), dois grandes visionários cujos trabalhos ressoam e continuam a inspirar as novas gerações do século XXI.
Ambos foram inventores em série. O centro cultural transdisciplinar projetado por Price - Fun Palace - que nunca foi realizado, é emblemático de nossa própria época. Ele se presta mais para a coreografia de exposições do século XXI do que para as exibições baseadas em objetos do século XX; promove uma experiência mais comum, livre, em grande parte, para operar fora dos seus limites materiais, e se aventura em outros domínios da experiência humana. Nas palavras do próprio Price, "um museu do século 21 irá utilizar a incerteza calculada e incompletude consciente para produzir um catalisador para mudanças revigorantes, sempre produzindo frutos para o olhar discreto" .1