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Cinema e Arquitetura: "Tron: O legado"

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O fato de que um diretor novato foi o escolhido para dirigir a continuação do filme "Tron", deixou muitos surpresos e marcou para sempre a qualidade do produto final, em muitos planos diferentes. Por um lado, a crítica e o público concordam com uma história simples e sem complicações, na qual os protagonistas não conseguiam conectar-se completamente com o público; mas por outro lado, ninguém se atreveu a criticar negativamente a qualidade visual do filme, que nos mostrava um universo perfeitamente consolidado em todos seus detalhes.

A pouca experiência de Joseph Kosinki como diretor é compensada com a de arquiteto. Um dos seus principais objetivos no filme foi manter o espírito original do filme do anos oitenta. Este surpreendeu graças ao uso inovador da animação digital e efeitos especiais, com uma estética muito geométrica e simples devido às limitações da época. Kosinki sabia que a animação atual oferecia recursos ilimitados, entretanto, não desejava um desenho completamente orgânico. Suavizou as formas, mas a todo o momento manteve uma forte presença da geometria pura, estabelecendo assim uma conexão com o passado.

Cinema e Arquitetura: "Eu, Robô"

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O início de "I, Robot" nos transporta de maneira eloquente graças ao, sempre meticuloso, trabalho do diretor Alex Proyas, a uma cidade cheia de movimento e prosperidade, onde a robótica e a inteligência artificial substituíram o homem nas suas atividades mais básicas, aumentando consideravelmente a eficiência da sociedade. Os robôs são utilizados para trabalhos pesados e pouco valorizados pelo homem moderno, como limpeza pública, serviços de transporte e trabalhos domésticos, além disso, eles se tornaram fiéis ajudantes no dia-a-dia.

Dentro da Chicago do futuro encontramos uma cidade automática, refletida sobretudo nos meios de transporte urbanos. Gigantescas auto-estradas atravessam a cidade acima do nível do solo em segundos e terceiros níveis, misturando-se com linhas de trem bala que oferecem ao homem um método eficiente e rápido de transporte. Todas elas parecem limpas e seguras, e os problemas de engarrafamento são uma recordação de um século pré-histórico.

Cinema e Arquitetura: "Minority Report"

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Steven Spielberg é um renomado cineasta cujo trabalho sempre se caracterizou por mostrar um alto padrão de qualidade, não sempre perfeito, mas que confere aos seus filmes um contexto formidável em que a fantasia pode se desenrolar sem problemas e o espectador é verdadeiramente transportado a um mundo o qual quase pode tocar com a ponta dos seus dedos.

Para Minority Report, três anos antes da filmagem, Steven reuniu uma comitiva de quinze especialistas de várias áreas como arquitetura, ciência computacional e biomedicina, para que imaginassem como seria o mundo no futuro. Isso levou à criação da "bíblia de 2054", um guia completo de oitenta páginas em que se detalhou o funcionamento econômico, social e tecnológico que mais tarde se converteria no contexto do filme.

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Cinema e Arquitetura: “Æon Flux”

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Pavilhões portáteis que buscam purificar o ar através de algas