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Arquitetos: Scenic Architecture Office
- Área: 350 m²
- Ano: 2016



Coletivos é um projeto desenvolvido pelo fotógrafo e artista brasileiro Cássio Campos Vasconcellos, uma série de fotos aéreas capturadas com um helicóptero. Lançado há aproximadamente cinco anos, o projeto consiste em imagens de grande formato retratando paisagens urbanas caóticas que revelam “situações contraditórias típicas de nossa época”. Com o objetivo de evidenciar o impacto da atividade humana na paisagem natural e urbana, Coletivos é uma espécie de pesquisa visual sobre a sociedade de consumo.



Neste ano, o 13o Seminário Internacional NUTAU 2020, programado para o mês de novembro, será realizado inteiramente on-line, tendo como tema central a “Valorização de resíduos da arborização urbana”, procurando discutir seu potencial para pesquisas e projetos em suas áreas de atuação.
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O campo do paisagismo é o responsável pela transformação e ressignificância espacial da paisagem, ora valorizando o objeto construído, ora trazendo luz à historia do território em questão. Assim como os elementos construídos, a vegetação quando projetada é capaz de trabalhar uma série de estímulos, propriedades e funções.
Roberto Burle Marx, Rosa Kliass, Miranda Magnoli... Estes são certamente alguns dos ilustres poetas da paisagem moderna no Brasil. Mas quando o assunto é o paisagismo contemporâneo brasileiro, alguns profissionais vêm demonstrando destaque nos últimos anos. Dentro deste quadro, compilamos abaixo dezessete profissionais. Confira a seguir:

Um intervenção criada pelo Lmnts Outdoor Studio em Toronto, Canadá, disponibilizou 50 pequenos domos translúcidos individuais para a prática de ioga ao ar livre em isolamento. A principal intenção por trás do projeto é incentivar as atividades físicas em locais abertos, respeitando obviamente, as medidas de distanciamento social.

A crise urbana traz muitos desafios, mas também apresenta oportunidades para os arquitetos paisagistas ajudarem a construir espaços verdes e cidades mais justas.
Como um morador de Los Angeles que não dirige, andar pela cidade a pé e de bicicleta sempre me fez sentir como se todos os lugares fossem meus.
Mas, nos últimos dois meses, os habitantes têm frequentado mais as ruas, como se todos tivessem descoberto pela primeira vez, que são capazes de explorar a cidade sem carro. Embora a maioria das praias e trilhas da cidade tenham sido fechadas, mesmo sendo reabertas, desde então, notei que o rio Los Angeles se tornou o novo "ponto de referência" da cidade, como um ponto de encontro, socialmente distante. Em uma cidade que não possui parques públicos adequados, as pessoas estão transformando qualquer pedaço de grama ou calçada - seja um pátio de uma escola, um canteiro central ou um trecho de concreto ao lado de um estacionamento - em um local de alívio da loucura.

O escritório ODA divulgou imagens de sua nova torre de uso misto de 362 metros de altura no centro de Seattle. O projeto destaca o valor do espaço ao ar livre e conta com um grande vazio que ocupa o meio da torre, oferecendo vistas para a paisagem urbana e natural.

David Rockwell e sua equipe do Rockwell Group propuseram uma iniciativa para ruas abertas – um modelo para refeições ao ar livre – a fim de ajudar bares e restaurantes na reabertura após a pandemia. As estratégias de projeto ilustram soluções práticas para fazer com que todos se sintam seguros.
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Enquanto a maioria dos parques e jardins públicos foram fechados ao redor do mundo em uma tentativa de conter a disseminação do surto de COVID-19, o Studio Precht apresentou um projeto de espaço verde concebido par atender as regras do distanciamento físico. Intitulado “Parc de la Distance”, a proposta introduz um novo conceito de espaço ao ar livre, o qual resguarda o distanciamento físico e promove a solidão contemplativa a curto prazo.

Agora que as varandas adquiriram uma grande relevância em todo mundo ao serem oficializadas como plataformas para a dispersão e a interação social em regiões onde a quarentena obrigatória - medida importa em um grande número de países para frear o contágio do COVID-19 - que não permitem que os habitantes saiam de seus apartamentos, é um momento oportuno para pensar nas ferramentas que temos para desenhar e qualificar esses espaços.

Assim como os elementos arquitetônicos que compõe e conformam o espaço construído – piso, paredes e teto, os elementos vegetais também são capazes de conformar espaços livres em áreas de grande, média e pequena escala, de parques a jardins residenciais, atuando como estruturadores espaciais. Segundo Benedito Abbud, “O paisagismo é a única expressão artística em que participam os cinco sentidos do ser humano. Enquanto a arquitetura, a pintura, a escultura e as demais artes plásticas usam e abusam apenas da visão, o paisagismo envolve também o olfato, a audição, o paladar e o tato, o que proporciona uma rica vivência sensorial, ao somar as mais diversas e completas experiências perceptivas. Quanto mais um jardim consegue aguçar todos os sentidos, melhor cumpre seu papel”. [1]
De maneira prática, faremos alguns posts mostrando a conceituação e utilização dos componentes vegetais – árvores, arbustos, grama e forrações nos espaços livres. Neste artigo abordaremos os planos, maciços vegetais e a disposição de árvores.

Há sentido em projetar parques verdes em cidades desérticas como Casablanca, Dubai ou Lima? A princípio sim, por que eles fornecem frescor e vegetação a seus cidadãos, no entanto, é necessário considerar o descarte dos ecossistemas característicos das regiões, além dos altos custos de manutenção e da constante luta pela disponibilidade hídrica.

Este ano mostrou como a arquitetura paisagística está ajudando a definir a vida pública. Nas duas primeiras décadas do século XXI, os arquitetos paisagistas criaram planos vibrantes de resiliência, projetos de reabilitação e novos parques urbanos. À medida que esses vinte anos terminam, 2019 incorpora muitas ideias e tendências maiores que continuarão a influenciar a próxima década no paisagismo.

Projetado pela Herzog & de Meuron, o Complexo do Museu do Grande Canal, em Hangzhou, China, propõe uma reflexão sobre a importância desta paisagem natural para a cultura chinesa como um todo. A proposta desenvolvida pela dupla de arquitetos suíços narra a história do Grande Canal da China, propondo um diálogo entre arquitetura e natureza através da paisagem fluvial da região de Hangzhou.