Recentemente, a Unidade de Inteligência Econômica, do The Economist publicou um estudo das dez cidades com maior custo de vida do mundo, correspondente ao primeiro semestre de 2013.
O blog dinamarquês Copenhagenize Design Co. acaba de lançar seu Ranking Copenhagenize 2013 das 20 cidades do mundo mais amigável com as bicicletas. Elaborado feita pela primeira vez em 2011, a lista que incluía 80 cidades não foi lançada, apenas utilizada internamente no site. No entanto, devido às informações coletadas e da metodologia utilizada, o ranking tornou-se uma valiosa ferramenta, pois divulga os esforços de vários países em estabelecer a bicicleta como meio de transporte acessível, limpo e conveniente, entre muitos outros aspectos positivos.
Na versão de 2013, a lista foi ampliada para 150 cidades, graças à contribuição de 400 pessoas, entre as quais estão arquitetos, cidadãos, organizações que promovem o ciclismo, urbanistas e políticos.
A Estação Espacial Internacional (ISS) da NASA registrou fotos noturnas de algumas cidades nos cinco continentes, utilizando o método NightPod. Com este é possível inverter o movimento da estação espacial em relação à Terra através de uma instalação eletromecânica para câmeras digitais que permite trabalhar com pouca luminosidade.
Além disso, como a estação vai mudando seu ângulo à medida que se move, a equipe tem que superar vários obstáculos, tais como reflexões que são geradas quando se fotografa contra uma superfície envidraçada, ou estar atento para a finalidade da fotografia, pois, se a imagem é feita a partir de um ângulo mais baixo que o adequado, perde-se as proporções originais da cidade. Assim, um membro do ISS, Don Pettit, explica que "se flutuo até a janela e vejo meu alvo, significa que é tarde demais para tirar uma foto”.
No futuro, este sistema servirá para monitorar a contaminação em áreas urbanas, desastres naturais, o tráfego noturno e fenômenos atmosféricos, como as auroras boreais.
A seguir, as imagens por satélite de Brasília, Dubai, Nova Iorque, entre outras.
Por Guillermo Tella, via Plataforma Urbana. Tradução Archdaily Brasil
A cidade de Londres conta com diversas ferramentas jurídicas que regulam a construção dos edifícios, buscando resguardar a segurança das pessoas e dos bens. As normas de edificação são muito rigorosas e extensas, particularmente no que diz respeito à segurança das construções e aos materiais utilizados. Quanto a usos, tipologias, alturas e ocupação do solo, o Parlamento delegou funções aos “Local Council”, de acordo com critérios estabelecidos pelos planos de desenvolvimento.
Há certo limite de atuação que um grupo de cidadãos podem exercer sobre sua cidade, isso se deve à capacidade do grupo e restrições de tempo. Contudo, o que aconteceria se as organizações cidadãs unissem suas forças para que suas propostas se tornassem realidade no período de um dia? Pois bem, este é o objetivo 100em1dia, um movimento social de Bogotá, Colômbia, que pretende executar propostas em escala local e transformar a cidade em um período de 24 horas.
O principal tipo de espaço público nos Estados Unidos é a rua. Por muito tempo ela se demonstra como o suporte para a economia, servindo de cenário para o intercâmbio e interação entre clientes, comerciantes e empresários. Sob o ponto de vista de que as ruas e as cidades não são estáticas, tampouco completas, e com base de que é na calçada que surge a ideia da criação de valores, estas continuam crescendo como facilitadoras da vida urbana. Como nos rios, estes pontos de contato com a “margem” criam diversas atividades. Portanto, na medida em que nossas ruas recebem carros mais rápidos e maiores, o rio torna-se o caminho para separar a atividade que dá origem às calçadas.
Uma equipe de pesquisadores da Universidade da Califórnia sob a coordenação de Andre Carrel, Halvorsen Ana e Joan L. Walker, realizaram um levantamento com os passageiros do transporte público que circula pela área da baía na cidade de São Francisco para descobrir quais são os aspectos que mais os incomodava em suas viagens. Embora os resultados gerais do estudo fossem previsíveis – como os atrasos, a superlotação dos ônibus e a falta de confiança no sistema – foram obtidas constatações muito interessantes ao se aprofundar nos detalhes.
A New Cities Foundation anunciou no dia 30 de abril a lista dos dez semifinalistas do Prêmio AppMyCity!, para o melhor aplicativo urbano do mundo, dentre os quais há quatro brasileiros. O objetivo é proporcionar, através de ferramentas rápidas e fáceis de usar, maneiras de tornar as cidades ainda melhores. Dentre os dez selecionados, três finalistas se reunirão no New Cities Summit.
Texto Original por Martín M. Muñoz, autor da tese de licenciatura em Urbanismo da Universidad Nacional de General Sarmiento (Bs. As., ARG.), via Plataforma Urbana. Tradução Archdaily Brasil
O patrimônio arquitetônico hierarquiza o espaço público que emoldura, e com ele contribui enormemente à tão almejada sustentabilidade de nossas cidades. Este artigo busca colocar os leitores em relação a destacar a pertinência de repensar a paisagem urbana em seu conjunto a partir da escala humana.
Nos últimos anos, vem ganhando grande destaque o termo “sustentável”. Concebido como um novo ideal a ser alcançado, o termo está ligado fortemente à consolidação dos avanços da ecologia como um campo de estudo e de ação desde os anos setenta. E neste sentido, o termo “sustentável” também é utilizado como sinônimo, e enquanto cada palavra reconhece uma origem diferente, atualmente ambas se encontram interligadas pelo mesmo paradigma em voga que as relaciona há mais de 40 anos: o desenvolvimento sustentável. Assim que hoje, frente ao futuro, é necessário voltar a nos perguntarmos o que é ser sustentável. Porque o cenário que foi testemunha da criação deste conceito sofreu uma mudança drástica quando o crescimento da população mundial foi observado que, desde 2007, mais de metade vive em cidades. O que muitos apontaram como o triunfo definitivo das cidades e início da era urbana, cabe a nós convocar a repensar como a humanidade pensa sustentar este processo e sustentar-se futuramente.
Texto por Guillermo Tella via Plataforma Urbana. Tradução Archdaily Brasil
A cidade de São Paulo incorporou ferramentas e critérios urbanísticos da legislação nacional,o Estatuto da Cidade. O seu uso consiste em considerar que a propriedade deve cumprir uma função social e considerar separadamente o direito de propriedade do direito de construir. Além disso, a cidade estabelece em seu Plano Diretor as diretrizes de desenvolvimento e de gestão, e define uma capacidade construtiva mínima. Esta metrópole com 20 milhões de habitantespossui um déficit habitacional de mais de 400 mil unidades, exigindo a produção de moradias em grande escala a preços de custo.
Assim como quando caminhamos, ao pedalar estamos em contato direto com a cidade, somos parte dela, nos relacionamos com seus outros habitantes, seja através de olhares, linguagem corporal ou mesmo conversas que acontecem no espaço público. Não há interfaces nem elementos que nos limitem; estar livre, sem barreiras metálicas, é enriquecedor.
Por Dr. Arq. Guillermo Tella, Doutor em Urbanismo e Martín M. Muñoz, Doutorando de Urbanismo. Tradução ArchDaily Brasil.
Hong Kong é uma das regiões mais densas do planeta e a cidade mais influente do sudeste asiático. É um território de longas tradições e contrastes extremos. Foi colônia até 1997, quando o território foi transferido da soberania britânica para a China ao fim do tratado de arrendamento firmado por 99 anos com a Grã Bretanha em 1898.
Vislumbrar um futuro onde ondulantes "usinas de energia solar" transformam as massas retangulares de nossas cidades em uma metrópole vibrante onde a tecnologia ajuda na convivência entre os seres humanos e a natureza. Foi apresentada na instalação conceitual "Energetic Energies", na Semana de Design de Milão 2013, essa noção de redefinir a nossa relação com o céu através de energia fotovoltaica é baseada em anos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico pela Panasonic Corporation, que pediu ao arquiteto japonês Akihisa Hirata para imaginar novas possibilidades.
A exposição apresenta uma cidade improvisada de 30 metros de comprimento, cujos "montes" de energia fotovoltaica ultrapassam os aglomerados de edifícios brancos, translúcidos, enquanto sombras de nuvens se movem dentro e fora do espaço.
A video interview with Akihisa Hirata and more images after the break...
Osaka é a segunda cidade mais importante do Japão. Faz parte da região de Kansai e constitui o núcleo de uma área metropolitana que concentra 18 milhões de habitantes. Localiza-se na ilha de Honshu - a principal do arquipélago japonês – e conta com um dos portos e centros industriais mais importantes do país. Ao mesmo tempo, conforma a área urbana denominada Keihanshin, que engloba esta cidade às vizinhas Kobe e Kyoto.
Há duas décadas o mesmo muro de Berlim que separava os alemães, há algumas semanas, parte deste, conhecida como a East Side Gallery, os manteve mais próximos do que nunca. Com seus 1316 metros e mais de 100 murais pintados por artistas de diferentes países, a East Side Gallery, localizada no distrito de Friedrichshain-Kreuzberg, em Berlim, é reconhecida como a galeria de arte ao ar livre mais extensa do mundo.