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Cidades: O mais recente de arquitetura e notícia

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Como o projeto "Espaços de Paz" está transformando os espaços comunitários na Venezuela

O projeto "Espaços de Paz" está convertendo "áreas de perigo" em "áreas de paz", através do projeto participativo em áreas violentas do país. Liderado pelo escritório venezuelano PICO Estudio, o projeto é o resultado de uma oficina de seis semanas de duração que envolveu cinco grupo de arquitetos - venezuelanos e de outros países. Cada grupo focou no desenvolvimento de um projeto para uma comunidade específica.

Através da transformação dos espaços utilizados, como terrenos vazios e áreas de lixão não regulamentadas, os projetos procuram criar "dinâmicas sociais que convidassem a novas formas de convivência e relações nas comunidades, transformando as categorias fundamentais que regem a vida cotidiana: o uso do tempo e do espaço". A participação da comunidade foi essencial para essa iniciativa.

“A arrogância do espaço”: A distribuição desigual do espaço público em relação aos pedestres, ciclistas e automóveis

A distribuição desigual do espaço público, em relação aos pedestres, ciclistas e condutores de automóveis, é um assunto que o especialista em mobilidade urbana, Mikael Colville-Andersen, qualifica como “a arrogância do espaço”.

Do ponto de vista desse planejador urbano e fundador do Copenhagenize, este termo pode ser aplicado às ruas que são dominadas pela engenharia de trânsito do século passado, isto é, aquelas que estão planejadas prioritariamente para os automóveis.

Para exemplificar seu posicionamento, Mikael analisou a quantidade de espaço que possui cada um desses grupos, além do espaço “morto” e dos edifícios, em algumas ruas de Calgary, Paris e Tóquio através da comparação de cada setor com diferentes cores.

Confira as imagens a seguir.

Guia de Desenho Urbano de Ciclovias: Conselhos da organização NACTO para um ciclismo urbano eficiente e seguro

A experiência das cidades que se destacam por sua cultura ciclista, como Amsterdã, Berlim e Copenhague, juntamente com Boston, Portland e Nova Iorque, entre outras, serviu de modelo para a NACTO (National Associatian of City Transportation Officials) elaborar o Guia de Desenho Urbano de Ciclovias.

Esse é um documento que procura guiar as cidades que estão consolidando o uso da bicicleta como meio de transporte através de uma série de conselhos de desenho urbano que pretendem fazer do ciclismo urbano uma experiência eficiente e segura.

Os conselhos se apresentam em seis categorias diferentes: Bulevares para Bicicletas, Ciclofaixas, Ciclovias, Intersecções, Semáforos para Ciclistas e, por fim, Sinalizações.

Sabia, a seguir, em que consiste cada uma dessas categorias.

Arte urbana: Bambi, a versão feminina de Banksy?

O estêncil é uma intervenção de arte urbana que leva muito pouco tempo para ser realizada. Esta consiste em pintar sobre um muro uma silhueta feita sobre uma matriz. Apesar de suas origens remontarem a Roma antiga, foi durante os anos 60 que alcançou maior visibilidade, particularmente nos Estados Unidos.

Na década de 80, este tipo de arte urbana começou a aparecer nas ruas parisienses graças a Blek le Rat, o “pai do estêncil”. Hoje, um dos principais expoentes desta arte é o britânico Banksy.

Com sua identidade oculta e sendo muitas vezes procurado pela polícia - que muitas vezes apaga suas obras -, Banksy tem realizado trabalhos em Nova Iorque e Londres. Seguindo este estilo, nos últimos anos surgiu Bambi, que já é considerada por alguns como a “versão feminina de Banksy”.

Arte urbana: Bambi, a versão feminina de Banksy? - Image 1 of 4Arte urbana: Bambi, a versão feminina de Banksy? - Image 2 of 4Arte urbana: Bambi, a versão feminina de Banksy? - Image 3 of 4Arte urbana: Bambi, a versão feminina de Banksy? - Image 4 of 4Arte urbana: Bambi, a versão feminina de Banksy? - Mais Imagens+ 10

“Os Gêmeos” convertem 6 grandes silos em uma obra de arte pública

A Bienal de Vancouver é um evento que, duas vezes por ano, presenteia os habitantes com novas obras de arte para que sejam desfrutadas nos locais em que passam diariamente.

Esse ano os organizadores escolheram intervir na ilha Grandville, onde viram a possibilidade de converter seis enormes silos de 23 metros de altura em obras de arte, como parte de um Museu a Céu Aberto.

Os encarregados de pintar as estruturas foram “Os Gêmeos” brasileiros. Os murais foram inaugurados no início de setembro, mas estão dando o que falar há algum tempo. Isso porque a intervenção de 7.200 m² será permanente e alterou o aspecto das estruturas que seguiram funcionando, mas com uma imagem que tem apoio dos cidadãos.

“Os Gêmeos” convertem 6 grandes silos em uma obra de arte pública - Image 1 of 4“Os Gêmeos” convertem 6 grandes silos em uma obra de arte pública - Image 2 of 4“Os Gêmeos” convertem 6 grandes silos em uma obra de arte pública - Image 3 of 4“Os Gêmeos” convertem 6 grandes silos em uma obra de arte pública - Image 4 of 4“Os Gêmeos” convertem 6 grandes silos em uma obra de arte pública - Mais Imagens+ 10

Em 2015 Madri restringirá o acesso de automóveis em 352 hectares de seu centro

As cidades que adotaram medidas para restringir a circulação de automóveis, como Paris com o aumento das Zonas 30, ou as que optaram por delimitar algumas ruas exclusivas para pedestres, como Nova Iorque na Times Square, receberam em troca ruas e espaços muito mais vibrantes, onde os pedestres têm a prioridade.

Outra cidade que também pretende voltar a atenção aos pedestres, e não mais aos automóveis, é Madri através do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável (PMUS) que foi lançado esse ano e que será implementado até 2020.

Recentemente foi confirmado que umas das medidas entrará em vigor no dia 01 de janeiro de 2015. Trata-se das Áreas de Prioridade Residencial (APR) que serão implementadas nos bairros centrais, correspondendo a 352 hectares onde será restringido o acesso dos automóveis, tornando, assim, as ruas mais seguras e descongestionadas.

Saiba como funcionam estas áreas a seguir.

As 10 cidades mais agradáveis para andar de bicicleta segundo a MNN

O site Mother Nature Network (MNN), dedicado a temas relacionados ao meio-ambiente e responsabilidade social, elegeu as 10 cidades mais “amigáveis” com as bicicletas, locais onde tanto habitantes quanto turistas podem se deslocar facilmente com esse meio de transporte.

A seleção foi feita levando em consideração diversos fatores como a qualidade da infraestrutura para bicicletas e o respeito dos motoristas em relação aos ciclistas.

Embora na lista estejam incluídas cidades que há vários anos já são consideradas modelos a serem seguidos, ela também apresenta outras que geralmente não se destacam pelo uso da bicicleta, mas que durante os últimos anos demonstraram avanços significativos para promover esse meio de transporte não motorizado.

Conheça, a seguir, as dez cidades do ranking MNN, dentre as quais se destaca Curitiba, única cidade latino-americana a figurar na lista.

As metas das Capitais Verdes Europeias de 2015 e 2016

Há algumas semanas a Comissão Europeia divulgou as cidades que reconheceu como Capitais Verdes Europeias para 2015 e 2016.

A primeira delas é a cidade britânica de Bristol, que se comprometeu não somente em se tornar um lugar com uma melhor qualidade de vida, mas também um lugar feliz para se viver e trabalhar. Para alcançar essa meta, entre outros planos, a cidade pretende investir na intermodalidade do transporte e a reduzir 40% das emissões de CO2 até 2020.

A segunda é Liubliana, capital da Eslovênia, que por possui 75% da sua superfície destinada a áreas verdes, orientou seu plano diretor no sentido de conservá-las e, inclusive, aumentá-las. Além disso, a pedestrianização do centro da cidade foi uma das razões que levou o júri a escolhê-la.

A seguir, mais informações sobre o prêmio e o planejamento de cada cidade.

Um teto verde a cada edifício: A política de Copenhague para eliminar as emissões de carbono até 2025

Em 2008 a Comissão Europeia estabeleceu que a partir de 2010 daria o título de “Capital Verde Europeia” às cidades que adotassem iniciativas sustentáveis visando tornar o meio-ambiente mais saudável. A primeira cidade a receber esse prêmio foi Estocolmo, seguida por Hamburgo (2011), Vitoria-Gasteiz (2012) e Nantes (2013).

Esse ano a Capital Verde Europeia é Copenhague, cidade que se destaca pelo incentivo ao uso da bicicleta como meio de transporte. Nesse sentido, um dos objetivos de seus governantes é que, até 2015, 50% da população – cerca de 541 mil habitantes – utilize a bicicleta para trajetos urbanos cotidianos. Para alcançar essa meta um Circuito Verde - onde coexistem uma linha de metrô e uma “super rota de bicicletas” – está sendo projetado.

Um segundo objetivo que a cidade se propôs é eliminar suas emissões de carbono até 2025. Para desenvolver essa ideia a cidade estabeleceu, através de planos estratégicos de sustentabilidade e mudança climática, que as coberturas dos novos edifícios (que tiverem a inclinação adequada) deverão ser, obrigatoriamente, "tetos verdes".

Saiba mais sobre essa medida e sobre os projetos urbanos incluídos nela.

Ranking das cidades mais emergentes de 2014

O “Índice de Cidades Globais e Expectativas de Cidades Emergentes: Presente e Futuro”, elaborado pela consultora estadunidense A.T. Kearney, apresenta as 10 cidades de países com economia baixa ou média - segundo a classificação do Banco Mundial - que nos últimos anos protagonizaram um rápido crescimento para “colocar-se em dia” com as principais cidades globais, como Londres, Tóquio e Paris.

Para definir quais são as 10 cidades emergentes de mais rápido crescimento, a consultora analisou três categorias – Atividade Empresarial, Capital Humano e Inovação – em 34 cidades. Além disso, elaborou um ranking com 84 cidades que têm gerado, de alguma maneira, benefícios globais.

Conheça as 10 cidades emergentes e as 10 cidades globais, a seguir.

Como seria viver numa cidade de 100 milhões de habitantes? Uma projeção no SimCity 4

Para aqueles que ainda não conhecem, SimCity é um dos melhores jogos para simular a criação de cidades a partir do mais básico - geografia, instalação de sistemas de saneamento e eletricidade – até a construção de edifícios.

A partir das cidades criadas, vê-se que elas apresentam problemas semelhantes aos das cidades reais, como contaminação ambiental e congestionamento de veículos.

Essa similaridade foi o que levou Peter Richie, um jogador de SimCity 4, a criar durante oito meses a MegaCity One, uma cidade com pouco mais de 107 milhões de habitantes. Os resultados dessa empreitada podem ser cruzados com as projeções urbanas do mais recente relatório da ONU.

Saiba mais a seguir.

4 organizações cidadãs dos EUA que transformam lugares abandonados em espaços públicos

Há algum tempo publicamos as 7 ideias que a urbanista Helen Leung desenvolveu para que os cidadãos possam recuperar de maneira rápida e econômica lugares abandonados das cidades antes que as autoridades decidam o que fazer com eles.

Mostramos agora como trabalham quatro organizações cidadãs dos Estados Unidos que se dedicam a difundir onde estão esses lugares e quais são suas características, visando recuperá-los através das ações e ideias das comunidades locais. Dessa forma, buscam fazer uma ponte entre quem vive próximo a esses espaços e aqueles que têm propostas para transformá-los em novos espaços públicos.

Conheça, a seguir, essas organizações e o modo como trabalham.

Um mês sem carros: a bem sucedida experiência da Coréia do Sul

No bairro Haenggung-dong, na cidade de Suwon, Coréia do Sul, foi realizada uma experiência em que, durante um mês, foi proibida a circulação de automóveis. Parte do Festival Mundial de Eco Mobilidade, evento que aconteceu há um ano, os efeitos dessa experiência perduram até hoje, já que ela gerou uma mudança de percepção em relação aos carros e motivou as autoridades a implementar iniciativas no sentido de devolver as ruas às pessoas e ciclistas.

O que aconteceu durante o mês da experiência? Que mudanças surgiram a partir dela? Mais informações a seguir.

“Ciudades de Noche”: Um projeto para medir e reduzir a poluição luminosa

Desde 2003, a Estação Espacial Internacional da NASA tem feito e publicado em seu site fotografias noturnas de cidades. Entre outros fins, estas imagens têm sido usadas para identificar o alcance da poluição luminosa, considerada um fator que afeta a qualidade de vida nas cidades.

A partir destas imagens, um grupo de pesquisadoras da Universidad Complutense de Madrid (UCM) decidiu realizar a investigação “Ciudades de Noche”. Do que se trata este estudo? Mais detalhes na continuação.

De locais abandonados a parques urbanos: 3 projetos nos EUA

Tomando como exemplo o High Line, em Nova Iorque, diversas cidades têm desenvolvido projetos para criar novos espaços públicos em lugares em desuso. Alguns destes casos são: “The Goods Line Project”, em Sidney, e a transformação de um bairro central de Moscou a partir da recuperação de uma fábrica.

Nos Estados Unidos, três novas iniciativas, em Chicago, Los Angeles e novamente em Nova Iorque, buscam regenerar regiões abandonadas e que tem em comum o desejo de criar novos parques urbanos. Enquanto que, em alguns dos casos, os projetos surgiram a partir de autoridades, em outros tem sido impulsionados por organizações de cidadãos, o que, por si só já é uma grande demonstração de que iniciativas cidadãs podem chegar longe e melhorar efetivamente as cidades.

Veja, a seguir, as descrições, imagens e vídeos dos projetos. 

Mobilidade urbana como um direito fundamental: A nova lei da Cidade do México

No mês passado, a capital mexicana aprovou a Lei de Mobilidade (LM) que, além de suplantar responsabilidades entre instituições e promover alterações técnicas, deu um passo em direção a um novo foco da normativa urbana.

Desta forma, passou-se de uma normativa que estava centrada no transporte e estradas para uma lei que se sustenta na mobilidade e que a reconhece como um direito fundamental dos cidadãos.

Conheça as medidas na continuação.

UrbanGems: Uma plataforma para escolher os melhores percursos a pé em Londres

Quando temos que ir de um lugar a outro, é muito provável que, sem pensar ou quase automaticamente, optemos pelo percurso mais rápido e não consideremos o que há no caminho e que podemos desfrutar a experiência de caminhar pela cidade. 

Por este motivo, um grupo de pesquisadores da Universidade de Cambridge decidiu mapear os percursos que as pessoas fazem em Londres e classificá-los em três categorias, “Beleza”, “Felicidade” e “Tranquilidade”.

Estas rotas podem ser conhecidas na plataforma UrbanGems, onde as pessoas podem propor novos percursos com a finalidade de que caminhar pela cidade seja algo mais agradável do que funcional, do que ir de um ponto a outro.

Ranking 2014: As melhores cidades do mundo para se viver segundo a UIE

A Unidade de Inteligência Econômica (EIU) da revista The Economis, acaba de publicar seu estudo anual sobre as 10 cidades que possuem as melhores e as piores condições de vida entre 140 as analisadas.

A diferença deste para os rankings anteriores é que neste Índice de Habitabilidade não aparecem entre os primeiros lugares Paris, Tóquio nem Londres, capitais que quase sempre estavam entre as primeiras posições; desta vez predominaram as cidades da Austrália, Canadá e Nova Zelândia.

Através da medição de cinco macro indicadores, Cultura e Meio-Ambiente, Educação, Estabilidade, Infraestrutura e Saúde, obteve-se que durante os últimos cinco anos, a qualidade de vida urbana melhorou em 31 cidades e piorou em outras 51, o que seria explicado por seu ambiente econômico e político. 

Conheça, a seguir, quais são as 10 cidades mais e menos habitáveis.