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Cidades: O mais recente de arquitetura e notícia

Oito ideias para melhorar a vida nas cidades

O Prêmio TED é concedido anualmente pela organização homônima àqueles que desenvolveram projetos que ajudam a provocar alguma mudança global em áreas relacionadas às ciências, urbanismo, educação, economia, meio ambiente, política, entre outros.

Em 2012, a organização decidiu que não premiaria os líderes, mas as próprias ideias através do prêmio City 2.0, que reconhece as iniciativas que permitem que as cidades se tornem lugares mais habitáveis e sustentáveis.

A seguir, assista aos vídeos de oito palestras TED que oferecem ideias para melhorar a vida urbana.

Londres propõe ciclovia flutuante sobre o rio Tâmisa

Muitas propostas inovadoras de como integrar a bicicleta de forma eficiente no sistema de transporte foram feitas em várias cidades do mundo, porém poucas foram concretizadas até o momento, encontrando, justamente pelo fato de serem muito inovadoras, resistência por parte das autoridades.

Mas em Londres há a esperança de que um projeto mude essa situação, já que uma dessas propostas começou a tomar forma e ser vista como uma ideia factível. Trata-se de uma ciclovia flutuante de 11,2 quilômetros de extensão sobre o rio Tâmisa, entre Canary e Battersea.

O projeto é um trabalho conjunto entre atores influentes do urbanismo inglês: o arquiteto David Nixon, a artista e empresária Anna Hill e a empresa Arup.

Paris livre do diesel até 2020

A contaminação atmosférica que afeta Paris levou as autoridades a criarem diversas iniciativas de mobilidade sustentável para reduzir os impactos da poluição na população.

Entre elas estão, por exemplo, a criação de um sistema de automóveis elétricos e a medida inédita implementada em março passado, a qual permite que durante um final de semana os cidadãos usem o transporte público gratuitamente.

Juntamente com estes projetos está o novo Plano de Prevenção de Contaminação que a prefeita de Paris, Anne Hidalgo, explicou recentemente em uma entrevista.

Até agora, a frase de Hidalgo que mais chamou atenção foi: “quero o fim do diesel em Paris até 2020 e, sim, é possível, para além dos regiões periféricas. Trata-se de acelerar a transformação com a participação do Estado. Comecei erradicando em três meses os veículos a diesel do parque automotivo da cidade.”

10 filmes imperdíveis do "Cinema e Arquitetura": cidades e lógicas urbanas atuais

Como estamos construindo nossas cidades hoje? Quais são os parâmetros e atores que determinam sua forma e seu funcionamento? Como arquitetos, estamos "fazendo cidades" da maneira correta?

O cinema se refere constantemente a cidade e se inspira nas suas problemáticas para falar de nós mesmos. Nos mostra como nosso entorno construído influencia diretamente na nossa vida cotidiana e nos convida a sermos partícipes ativos da sua construção. Às vezes, ele faz isto de maneira crua e direta, outra vezes, acompanhado de ação, comédia ou alguma história de amor. Apresentamos aqui 11 filmes imperdíveis - publicados anteriormente no nosso site - nos quais a cidade é a verdadeira protagonista.

The Guardian elege as melhores infraestruturas para o ciclismo urbano

Um antigo túnel ferroviário convertido no túnel mais longo do mundo para ciclistas, uma ciclovia construída em torno de um aeroporto e rotas que margeiam rios urbanos são alguns dos casos que o jornal britânico The Guardian destacou como as melhores infraestruturas para o ciclismo urbano.

Diferente de outras listas, esta foi elaborada a partir de imagens que os próprios leitores enviaram com a infraestrutura que consideram segura e que poderia servir de exemplo para outras cidades do mundo.

Na continuação, veja 13 bons exemplos de infraestrutura cicloviária:

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"Planificar la ciudad: Estrategias para intervenir territorios en mutación" de Guillermo Tella

“Planificar la Ciudad: Estrategias para intervenir territorios en mutación” [Planejar a cidade: Estratégias para intervir em territórios em mutação - tradução livre], é o novo livro apresentado por Guillermo Tella, no qual examina a cidade como espaço onde a sociedade se reproduz, os assentamentos humanos se expressam. Explicando como ela se expande e se densifica, como articula seu tecido, estabelece relações de poder e consagra valores simbólicos.

As 20 cidades mais inspiradoras do mundo segundo a revista GOOD

O valor de uma cidade pode ser medido de várias formas. Para alguns, isso pode ser feito segundo as perspectivas de crescimento econômico ou valor das habitações, enquanto que outros aplicam equações matemáticas para calcular o “ritmo” das cidades.

No caso do Índice de Cidades 2014, elaborado pela revista americana GOOD, o valor é medido segundo o compromisso dos cidadãos com a cidade, algo que faz dela um lugar mais atraente e inspirador.

Para medir isso, a GOOD estabeleceu oito indicadores que determinam, por exemplo, as condições adequadas para inovar, se o desenvolvimento acontece de modo consciente com a natureza, a existência de lugares que tornam a cidade mais interessante, a capacidade de superar crises, e a diversidade da população, entre outros aspectos. Com base nesses indicadores, a revista elencou as 20 cidade mais inspiradoras do mundo e destacou outras 30 com menções honrosas.

Acessibilidade Universal: Berlim para todos

Por Peter Loch, que escreve de sua cadeira de rodas buscando dar visibilidade às pessoas com deficiência.

Essa típica fase que se diz a alguém que quer algo que não tem e é difícil de obter é uma expressão que pode refletir em que pé se encontra tema da acessibilidade atualmente. Em 2013 a cidade de Berlim foi eleita a cidade mais acessível do mundo, mas conseguir isso não foi fácil. Houve com um grande planejamento e não foi feito de um dia para o outro – algo que no Brasil se destaca pelas políticas de curto prazo.

Apesar de ter vencido no ano passado, Berlim não se deu por satisfeita e se impôs uma nova meta: converter-se até 2020 em uma cidade para todos. Pois é disso que se trata a inclusão. Não queremos cidades repletas de rampas, pois isso seria um remendo. É preciso pensar em uma cidade que seja construída para todos.

Intervenções artísticas em faixas de pedestres

Em várias cidades do mundo, as faixas de pedestres estão recebendo intervenções artísticas como forma de chamar atenção de quem passa pelo lugar e conferir mais arte à cidade. A partir das imagens mais compartilhadas nos diferentes lugares, fizemos uma seleção com algumas interessantes intervenções artísticas feitas em faixas de pedestres.

Veja as intervenções, a seguir.

25º Aniversário da queda do muro de Berlim: seu povo e um simples gesto

A tentação estava ali. Ao redor da esquina. Quase na palma da mão.

Recentemente Berlim celebrou o aniversário de um quarto de século da queda do muro que dividiu a cidade por 28 anos. E claro, esta celebração poderia ter sido a desculpa propícia para tirar partido das mesquinharias políticas, metáforas ideológicas e outras tantas formas de aproveitar o foco da atenção mundial. Espremendo, assim, até a última gota o poder simbólico do “muro” (aplicável a incontáveis analogias). Deste modo, e sem grande surpresa, pudemos ver centenas de editoriais, colunas de opinião e reportagens que interpretaram de acordo com seus próprios interesses a queda da cortina de mais de 45 quilômetros que separava esta cidade – e o mundo – em dois. Opiniões válidas, certamente.

Plano Mini Holanda: Como Londres pretende integrar a bicicleta na cidade

A Autoridade da Região da Grande Londres conta, desde o início deste ano, com o programa Mini Holanda, uma iniciativa que busca replicar a infraestrutura e cultura do ciclismo da Holanda nos municípios da periferia da capital inglesa. A ação conta com a implementação de novas ciclovias e tem como objetivo trazer mais pedestres e ciclistas para as ruas, melhorando, assim, a vida na cidade.

Segundo explicam, a decisão de iniciar este programa na periferia se deve ao fato de que mais da metade dos trajetos de bicicleta em Londres tem origem nessas regiões, o que é visto como uma grande oportunidade de adaptá-las ao ciclismo urbano.

Este programa é liderado pelo prefeito Boris Johnson e faz parte de um projeto de longo prazo, denominado “Visão para o Ciclismo”, que considera integrar a bicicleta como sistema de transporte oficial.

Veja, a seguir, o plano de Londres para integrar a bicicleta na cidade.

A recuperação de Nova Iorque do domínio do automóvel

Originalmente publicado na Metropolis Magazine como “Playing in Traffic“, este artigo de Jack Hockenberry investiga a relação entre o homem e o veículo, ilustrando a dinâmica complexa criada em Nova Iorque - uma cidade com mais de 2,1 milhões de veículos registrados. Ao contrário dos esquemas que colocavam o carro como elemento central, do famoso ex-chefe de planejamento urbano de Nova Iorque, Robert Moses, Hockenberry argumenta que a cidade é o "espaço negativo", ao passo que os veículos são obscurecidos pelo nosso inconsciente.

É uma curiosidade da vida urbana moderna que, quanto mais carros se aglomeram em cidades, mais eles se tornam invisíveis. É uma característica padrão em qualquer cidade grande de hoje. Infelizmente, não podemos controlá-la a partir do assento do condutor - por mais que gostaríamos de acenar as mãos e assistir através de nossos pára-brisas os carros desaparecendo e libertando-nos da prisão do tráfego. A invisibilidade de que estou falando só ocorre se você é um pedestre ou ciclista. O número de veículos motorizados estacionados ou em movimento em qualquer hora nas ruas de Nova Iorque é surpreendente. De acordo com o Departamento de Veículos Motorizados do Estado, estima-se que 2,1 milhões estão registrados na cidade. Ainda assim, registrá-los nunca os farão totalmente visíveis quando estamos andando nas ruas. A cidade é o espaço negativo e é assim que nossos olhos percebem cada vez mais as paisagens urbanas. Tudo em torno dos carros e caminhões se entrelaçada pelo olho e, apesar de os veículos estarem presentes, gradualmente aprendemos a ignorá-los, menos quando estamos parados na linha direta do fluxo de trânsito.

Os benefícios dos bons lugares nas cidades segundo a PPS

Em artigos anteriores mostramos os princípios propostos pela organização estadunidense Project for Public Spaces (PPS) para que as cidades possam criar espaços públicos atrativos e como as comunidades podem participar para que isso ocorra.

Compartilhamos desta vez o infográfico “Os benefícios dos bons lugares”, elaborado também pela PPS, que expõe os benefícios trazidos com lugares bem planejados, classificando-os em seis áreas.

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Cinema e Arquitetura: "Tron: O legado"

O fato de que um diretor novato foi o escolhido para dirigir a continuação do filme "Tron", deixou muitos surpresos e marcou para sempre a qualidade do produto final, em muitos planos diferentes. Por um lado, a crítica e o público concordam com uma história simples e sem complicações, na qual os protagonistas não conseguiam conectar-se completamente com o público; mas por outro lado, ninguém se atreveu a criticar negativamente a qualidade visual do filme, que nos mostrava um universo perfeitamente consolidado em todos seus detalhes.

A pouca experiência de Joseph Kosinki como diretor é compensada com a de arquiteto. Um dos seus principais objetivos no filme foi manter o espírito original do filme do anos oitenta. Este surpreendeu graças ao uso inovador da animação digital e efeitos especiais, com uma estética muito geométrica e simples devido às limitações da época. Kosinki sabia que a animação atual oferecia recursos ilimitados, entretanto, não desejava um desenho completamente orgânico. Suavizou as formas, mas a todo o momento manteve uma forte presença da geometria pura, estabelecendo assim uma conexão com o passado.

Gestão de demanda de transporte: medidas para criar cidades mais seguras e sustentáveis

As cidades que possuem um desenho centrado nos automóveis fazem com que seus cidadãos convivam com maiores tempos de deslocamento, acidentes de transito e altos níveis de contaminação (acústica e ambiental). Entretanto, uma maneira de mudar isso é pensar as cidades como lugares onde transitam pessoas e não somente automóveis.

Este é o tema abordado em um dos nove artigos da série “Cidades Orientadas às Pessoas”, desenvolvida pela Embarq e Insights, que propõem que a cidades sejam pensadas para os cidadãos, introduzindo a gestão de demanda de transporte.

Em que consiste isso? Saiba mais a seguir.

8 de novembro, Dia Mundial do Urbanismo

Desde 1949, no dia 08 de novembro é comemorado o Dia Mundial do Urbanismo, data destinada a reflexão coletiva sobre o tipo de cidade em que vivemos e como queremos que nossas cidades sejam consolidadas ao longo do tempo, sem descuidar os elementos naturais que garantem uma melhor qualidade de vida nos espaços urbanos. 

Este dia foi criado pelo engenheiro argentino Carlos Maria della Paolera, que também foi o  primeiro professor de urbanismo na Argentina. Seu convite, prorrogado por 65 anos, foi recebido por mais de 30 países de quatro continentes e promovido pelo Instituto de Desenvolvimento Urbano da Cidade de Buenos Aires. 

Duas ou três coisas sobre vídeos e cidades

Já publicamos em diversas ocasiões matérias sobre os laços entre a arquitetura e o cinema. Como vimos em “Luz, Câmera,... Espaço: o papel dos vídeos na arquitetura”, muito são os pontos em que essas duas artes espaciais se tocam – e mesmo, se confundem. Naquela ocasião, exploramos especificamente a noção de “vídeos de arquitetura” e como essa ferramenta de representação da obra construída pode expandir a apreensão da própria arquitetura.

Os vídeos, através do emprego da linguagem do cinema, podem criar percursos – promenades – pelas arquiteturas representadas na tela; e nós, em contrapartida, nos deixamos transportar para dentro do espaço construído no mundo físico e mental. Mas não se pode limitar essa análise para somente obras de arquitetura – isto é, edifícios –, devemos procurar expandir essas concepções. Assim, cabe a pergunta: e se os vídeos retratassem outra coisa que não uma obra - por exemplo, uma cidade? Caberia a mesma reflexão anterior? Qual o papel do cinema (e mais especificamente, dos vídeos) para a apreensão da cidade?

A seguir, levantaremos algumas questões sobre os “vídeos de cidades” à luz de algumas obras audiovisuais que ilustrarão as ideais lançadas. Não se trata, contudo, de uma análise de cada obra individual, mas sim de criar um panorama heterogêneo composto por obras que englobam documentários, animações, vídeos poéticos, entre outros, que apresentam as cidades a partir de prismas distintos, destacando desde as infraestruturas urbanas até seus habitantes .

14 cidades competem para estar entre as 7 Novas Cidades Maravilhosas

Em 2001, o cineasta suíço Bernard Weber criou a Fundação New 7 Wonders visando que as pessoas divulgassem os lugares que gostariam de reconhecer, promovendo a proteção do patrimônio natural e urbano das cidades escolhidas.

Para isto, foram estabelecidas três categorias: as 7 Novas Maravilhas do Mundo Moderno, as 7 Maravilhas Naturais e as 7 Novas Cidades Maravilhosas. Destas, os ganhadores das duas primeiras foram anunciados em 2007 e 2011, respectivamente.

A última categoria, correspondente às 7 cidades, iniciou seu processo de eleição pública em 2012 e no dia 7 de dezembro deste ano os ganhadores serão anunciados. A princípio foram nomeadas mais de 1200 cidades de 220 países e atualmente seguem na competição 14 delas, entre as quais 4 cidades latino-americanas.

Conheça, a seguir, as 14 cidades finalistas e o processo de seleção.