Série “Eu acho que fiz esta fotografia em Brasilia” de Marcelo Feijó
A mostra O vazio e o habitado ocupa a Referência Galeria, em Brasília, até o dia 12 de março. A exposição traz trabalhos dos fotógrafos Haruo Mikami, Kazuo Okubo, Marcelo Feijó, Márcio Borsoi, Vitor Schietti e Zuleika de Souza que se debruçam sobre o tema Brasília e suas formas de ocupação.
Apresentamos a seguir uma série de fotografias de Gonzalo Viramonte que retrata uma das obras mais emblemáticas de Oscar Niemeyer: a Catedral de Brasília. Viramonte é também formado em arquitetura pela Universidad Nacional de Córdoba e exerce a profissão paralelamente aos trabalhos de fotografia.
Sua relação com a fotografia começou quando viajava de bicicleta por pequenas cidades e paisagens naturais da Argentina. Seu trabalho fotográfico pode ser visto em sua página no Flickr.
Planejador, preservacionista e pensador moderno, Lúcio Costa (27 de fevereiro de 1902 - 13 de junho de 1998) é o responsável pelo plano de Brasília, de 1957, que fez da capital nacional um monumento do modernismo. De personalidade firme e muitas vezes controversa, as contribuições de Costa para a arquitetura brasileira ajudaram a definir o modernismo nacional que continua até hoje a influenciar a arquitetura contemporânea produzida no Brasil.
ATUALIZAÇÃO: A elaboração de projetos de arquitetura passará a receber os incentivos fiscais previstos pela Lei Rouanet. A decisão foi tomada neste mês pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) e aguarda publicação no Diário Oficial da União para começar a valer, o que deve acontecer até meados de março deste ano. Apenas a etapa de projeto será contemplada, e não a construção. Todavia, não há exigência quanto à finalidade do projeto, podendo ser espaços culturais, edifícios comerciais, prédios residenciais ou mesmo casas. A única condição é que seja realizado concurso público para eleger a proposta vencedora, que pode, este também, receber incentivos da lei.
Brasília está entre os 10 melhores destinos turísticos de arquitetura do mundo, segundo uma lista divulgada hoje pelo jornal britânico The Guardian. A capital modernista divide a lista com as formas art déco de Miami, as edificações cubistas e art nouveau de Praga, na República Tcheca, e os edifícios construídos no estilo New Khmer em Phnom Penh, no Camboja, depois da independência do país, em 1953.
Em comemoração à data de aniversário de Oscar Niemeyer, que completaria hoje 108 anos, o fotógrafo de arquitetura Haruo Mikami compartilhou conosco uma série de fotografias em preto e branco que retratam algumas das mais importantes obras do arquiteto construídas em Brasília. Da Catedral ao Palácio da Alvorada, da Sede do Exército ao Congresso Nacional, veja, a seguir, o registro da obra de um dos arquitetos mais emblemáticos do século XX.
Com o Palácio da Alvorada Oscar Niemeyer lançava um dos seus símbolos: o pilar simétrico formado por quatro curvas e uma interseção perpendicular de eixos. Com esse mesmo elemento, transmutado inúmeros vezes, originaram-se muitas outras obras (de arquitetura, mobiliário e objetos): uma mesma forma utilizada em todas suas variações, materiais e contextos.
A fotógrafa Joana França compartilhou conosco sua coleção sobre o Palácio da Alvorada, um passeio através de vinte e uma fotografias. Convidamos nossos leitores a percorrem esse Clássico da Arquitetura de Oscar Niemeyer.
A Mostra Instantânea de Arquitetura (MIA) é um evento que visa criar um espaço para discussão da produção arquitetônica. A cada encontro, um arquiteto ou escritório é convidado para mostrar um número limitado de projetos para que possam ser apresentados em profundidade, discorrendo sobre as questões conceituais que envolveram o ato de projetação.
Nesta edição as equipes participantes do workshop "O Lago Para Todos", promovido pelo Centro Acadêmico da FAU-UnB, entre 28 e 31 de outubro, como parte da Semana de Arquitetura e Urbanismo 2015, apresentam suas propostas.
O Plano Piloto de Brasília, elaborado em 1957, hoje engloba apenas 10% dos atuais 3 milhões de habitantes da capital federal. As demais regiões – como Ceilândia, Planaltina, Gama e Taguatinga – não cresceram seguindo o mesmo modelo, e hoje milhares de pessoas deslocam-se todos os dias saindo dessas áreas em direção ao Plano Piloto, que concentra a maior parte da atividade econômica da cidade.
Brasília, sabe-se, foi projetada para o uso do automóvel, com avenidas largas e serviços divididos em setores, resultando em distâncias muitas vezes longas demais para os trajetos a pé ou de bicicleta. Cinquenta anos depois, o modelo tornou-se insustentável, e uma das soluções adotadas em cidades do mundo inteiro para qualificar a mobilidade tem no transporte ativo e não motorizado o principal foco de ações.
A produtora Drone Brasília compartilhou conosco um breve vídeo filmado com um drone que mostra "uma assinatura de Brasília", as tesourinhas, isto é, os grandes nós viários que pontuam a malha de avenidas e rodovias da capital moderna. 30 segundos bastam para mostrar, através de um plano aberto que se afasta do solo, a escala do espaço acentuada pelos automóveis que trafegam pelas largas vias construídas sobre um imenso plano verde.