Desde o surgimento da profissão de designer, impulsionada na Revolução Industrial com o a produção crescente de objetos e o desejo de uma classe média ávida por consumir; designers, decoradores e arquitetos são conhecidos como profissionais que criam espaços e produtos para embelezar o mundo.
Neste 5 de maio foi inaugurada a primeira edição do Model. Festival de Arquiteturas de Barcelona. Um evento organizado conjuntamente pela Câmara Municipal de Barcelona e pelo Colégio de Arquitetos da Catalunha (COAC) que nos aproxima da arquitetura experimental e nos ajuda a repensar como queremos viver juntos através de novos modelos de cidade e novos imaginários.
Mapa do mundo de 1300. Imagem via Wikicommons, sob domínio público
A cartografia consiste na representação geométrica plana, simplificada e convencional da superfície terrestre, apresentada em forma de mapas, cartas ou plantas. Por se tratar de uma representação bidimensional de algo que é tridimensional, todas as representações sofrem algum tipo de deformação, de modo que a escolha por um método leva em conta não apenas aspectos técnicos, mas também políticos.
O prefeito de Nova York, Eric Adams, expressou seu apoio a uma lei estadual que facilitaria para a cidade a conversão de hotéis subutilizados ou vagos em moradias acessíveis e de apoio. O prefeito estimula os legisladores do estado de Nova York a desbloquear uma ferramenta crítica no combate à crise da habitação a preços acessíveis e combater a falta de moradia no processo. A estrutura de conversão proposta pelo projeto de lei permitiria que as autoridades criassem unidades habitacionais acessíveis a dois terços do custo e a um terço do tempo necessário para a construção de uma casa de baixo custo.
BEYOME, um projeto liderado pelo Project Consortium em conjunto com os arquitetos do Enorme Studio, procura transformar as habitações tradicionais, proporcionando maior grau de flexibilidade dos espaços internos para se adaptar aos variados estilos de vida contemporâneos. Mas como fazer o espaço se adaptar aos diferentes usos? Que estratégias poderiam ser desenvolvidas para ampliar a área útil de nossas casas?
Henning Larsen revelou o projeto do World of Volvo, um centro de experiências para a fabricante de automóveis sueca que destaca a paisagem escandinava e as tradições arquitetônicas. Atualmente em construção, o projeto apresenta uma estrutura circular de madeira que assume uma abordagem moderna do material de construção tradicional, ao mesmo tempo em que expressa abertura e uma relação íntima com a paisagem. O projeto está programado para ser concluído no final de 2023 e será aberto aos visitantes em 2024.
Champs-Élysées chinesa, nomeada Xiangxie Road. Foto de MNXANL, via Wikipedia. Licença CC BY-SA 4.0
CopyCat é o ato de emular algo que já foi criado e usá-lo num outro contexto. Copycats podem existir na música, nas artes, no design; mas eles não são exatamente uma inspiração projetual ou uma referência estilística, mas sim uma cópia literal com quase nenhuma modificação da obra original.
Em arquitetura é como se você se inspirasse em uma obra emblemática de outro espaço-tempo e o colocasse numa local sem ligação com as raízes originais do estilo-obra.
Catálogo do stock, 2015. Cortesua de stock-astudio. c The Architectural League of New York
A Architectural League of New York anunciou os vencedores da 41º edição do Prêmio Anual da Architectural League para Jovens Arquitetos + Designers. Aberto a jovens arquitetos e designers com até dez anos de formação ou mestrado, o prêmio busca reconhecer o trabalho visionário de jovens profissionais e incentivar o desenvolvimento de arquitetos e designers jovens e talentosos.
A Fundação Bienal de São Paulo convida a população da cidade, em especial os frequentadores do Parque Ibirapuera, a conhecer o Pavilhão Ciccillo Matarazzo de outra maneira. A iniciativa faz parte da segunda edição do programa Pavilhão aberto, que acontece de maio a novembro e será composta por conversas com convidados de perfis diversos (os nomes envolvem desde o professor de arquitetura Guilherme Wisnik até o Padre Júlio Lancellotti), oficinas para crianças, visitas mediadas ao Pavilhão e conteúdos digitais complementares.
O abrigo é uma questão primordial na Arquitetura. As formas de habitar e se relacionar com o espaço no qual vivemos cotidianamente é uma eterna discussão da disciplina que se propõe a trazer uma melhor qualidade de vida, mas também inovar nas questões do morar. Ao agregar outras camadas como especulação imobiliária, uma grande densidade habitacional em centros urbanos, a busca pelo nomadismo ou, até mesmo, a mera vontade de seguir uma tendência, o debate em torno das casas de pequena escala estão cada vez mais presentes. Com isso, nos perguntamos, qual o mínimo de área necessária para viver?
Se hoje as tecnologias despontam para diversas formas de representação e interação com o desenho, compreender como os arquitetos se comunicam através dos traços realizados à mão pode ser fundamental para se aprofundar no tema da visualização arquitetônica. Através da simplicidade dos gestos, pequenos textos ou uma colagem de referências, é possível traduzir ideias de forma inovadora, diferentemente dos modos que um render pode apresentar. Por isso, evidenciamos aqui o trabalho de grandes nomes como Lina Bo Bardi, Renzo Piano, Pezo von Ellrichshausen e Mikkel Frost, que a partir de diferentes técnicas revelam distintos modos de representar um projeto.
O design dos mapas e a importância dos ambientes construídos continuam a ser essenciais para a experiência dos jogadores dentro dos mundos virtuais dos videogames, principalmente no gênero de tiro em primeira pessoa (FPS), como em Valorant, da Riot Games. A Riot, que tem como característica tentar romper paradigmas que a indústria dos videogames usa há décadas, continua a surpreender e a desafiar as expectativas de seus antecessores no gênero de tiro.
Normalmente, pessoas buscam um salão de beleza para saírem de lá transformadas. Além das modificações estéticas, o próprio ambiente pode gerar diferentes sensações que alteram o humor dos clientes. Sendo assim, alguns estabelecimentos contratam arquitetos e designers de interiores para pensar em modos de inovar seus espaços. Relaxar, divertir, surpreender, são apenas algumas das ações que podem ser passadas através de um projeto que pensa em distintas formas de trazer conforto aos usuários.
O palco está montado em uma das cenas mais icônicas dos filmes de “fim do mundo”: cidadãos de Nova York estão subindo por cima de táxis, tentando rapidamente escapar do tsunami gigante que se move lentamente em sua direção. No espelho retrovisor de um ônibus, uma onda gigante pode ser vista atropelando porções da cidade. Procurando por terrenos mais altos, os personagens principais, Sam e Laura, sobem as famosas escadas da Biblioteca Pública de Nova York e, assim que as portas giratórias se fecham atrás deles, a pressão da água quebra as janelas e a água começa a subir. Sabemos que a cidade de Nova York e sua icônica arquitetura serão destruídas em breve.
Martin Benavidez fundou Ben-Avid em 2018, um estúdio de arquitetura que dirige em Córdoba, Argentina, onde desenvolve projetos arquitetônicos nacionais e internacionais de várias escalas e complexidades.
Suas obras são espaços comerciais, galerias e pavilhões de exposições, infraestrutura de transporte urbano e metropolitano, entre outros. Eles são colaborativos e contam histórias. É uma arquitetura que tem narrativa. O Pavilhão para a Expo 2020 Dubai, junto com MMBB Arquitetos e JPG.ARQ, é um de seus projetos mais recentes. Tem como protagonista a água do Brasil: seus rios e manguezais, patrimônio natural que fundamenta todo o discurso sobre a sustentabilidade do planeta.
Selecionado pelo ArchDaily como um dos Melhores Novos Escritórios de 2021, realizamos a seguinte entrevista com Martin para nos contar mais sobre todas as suas inspirações, motivações, processos de trabalho e projetos futuros.
"Agostinho de Freitas foi um artista extraordinário", diz Agnaldo Farias, crítico de arte, professor e curador da exposição “Agostinho Batista de Freitas – Mestre das Ruas”, em cartaz entre 12 de maio e 11 de junho na Galeria Estação, em São Paulo. A mostra traz ao público uma seleção de cerca de 20 telas do artista que integram o acervo da galerista Vilma Eid.
A arquitetura utiliza desenhos como forma de comunicação. Seja para representar ideias, comunicar espaços e suas ambientações ou até entender tecnicamente questões construtivas, são muitos os tipos de desenhos e as ferramentas usadas para sua realização. Cabe aos arquitetos encontrar, dentro de seus conhecimentos, preferências e objetivos, a melhor forma de se comunicar. Se, por um lado, os desenhos de obra são mais técnicos, rígidos e normatizados, para que possam servir para a execução construtiva, aqueles usados para o entendimento do projeto pelo cliente, costumam ser mais livres e ter maior apelo visual. É dentro dessa liberdade estética que questionamos: até onde podemos ir com essas representações sem confundir as pessoas?
As cafeterias sempre foram espaços de encontro populares entre os amantes de café, mas com o aumento do trabalho remoto, especialmente pós-pandemia, elas se tornaram um importante local para trabalhadores remotos e estudantes. Uma das muitas razões pelas quais elas são um ponto de encontro tão popular, além do fato de servirem uma das bebidas mais adoradas do mundo, são seus espaços internos bem projetados que promovem conforto, relaxamento e produtividade simultaneamente. Afinal, sempre se disse que arquitetos e café andam de mãos dadas. Neste artigo, exploramos como diferentes elementos de design moldam a experiência do usuário de uma cafeteria e analisamos como os arquitetos os empregaram por meio de 17 exemplos.