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Arquitetura humanitária: O mais recente de arquitetura e notícia

Arquitetura pós-desastre: 10 exemplos inspiradores

Após um desastre natural ou um conflito, a arquitetura desempenha um papel fundamental não apenas na reconstrução da infraestrutura perdida, mas também na necessidade de conforto e segurança para os afetados. Uma arquitetura pós-desastre bem-sucedida deve atender tanto à necessidade de abrigo imediato a curto prazo quanto às necessidades de reconstrução e estabilidade a longo prazo. Oito anos após o terremoto de 2010 no Haiti, os desalojados continuam residindo em abrigos temporários sem acesso adequado a encanamentos e eletricidade, revelando a importância crítica de atender às necessidades de longo prazo após desastres e conflitos.

Abaixo, você verá 10 exemplos de arquiteturas pós-desastre, desde propostas de baixo custo em um curto prazo, até aquelas que reconstroem comunidades inteiras do zero:

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Shigeru Ban trabalha com voluntários para construir abrigos temporários para vítimas das inundações no Japão

O arquiteto vencedor do Prêmio Pritzker, Shigeru Ban, conhecido por seus projetos humanitários ao redor do mundo, convocou a participação de arquitetos voluntários através de sua rede "Voluntary Architects’ Network" (VAN) para ajudar as vítimas das recentes inundações no sul do Japão. Até o momento, pelo menos 210 pessoas foram mortas por inundações e deslizamentos ocorridos na semana passada, e para piorar, uma forte onda de calor têm prejudicado ainda mais os esforços das equipes de resgate.

Shigeru Ban e os membros da VAN tem trabalhado em colaboração com estudantes voluntários para construir sistemas de divisórias com tubos de papelão nos centros de acolhida às vitimas das enchentes. Estas estruturas temporárias foram concebidas para oferecer maior privacidade para as famílias acolhidas, configurando unidades modulares de quatro metros quadrados.

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Shigeru Ban lança campanha para construir abrigos emergenciais no Nepal

O escritório Shigeru Ban Architects, juntamente com a Voluntary Architects' Network (VAN), anunciou planos de enviar abrigos e equipamentos emergenciais para ajudar as vítimas do terremoto no Nepal que ocorreu dia 25 de abril. O plano é dividido em três etapas e prevê, primeiramente, o envio e montagem de tendas com repartições de plástico conseguidas através de doações para p,oferecer abrigo imediato às vítimas. Alguns meses depois, o escritório japonês, através de uma colaboração com arquitetos e estudantes locais, construirá habitações temporárias com materiais disponíveis na região.

Habitações permanentes fazem parte da terceira fase do plano, no entanto, poucos detalhes sobre isso foram divulgados até o momento. Para ajudar a iniciativa liderada por Ban, clique aqui.

Ban vs. Schumacher: Os arquitetos deveriam assumir responsabilidades sociais?

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Recentemente, Patrik Schumacher, o braço direito de Zaha Hadid, tentou impor os limites da arquitetura em um post no Facebook digno de um Millenial. O tom era prescritivo e caracterizado por uma aplicação liberal do caps lock . Em um mundo ideal, poderia ter sido ignorado coletivamente, mas a discussão se estendeu por vários segmentos do Facebook e inspirou uma resposta da mídia. Aqui está um resumo: a contribuição da arquitetura para a sociedade é a forma, não o politicamente correto e não a arte, que não tem uma função para além de si. Com mais que apenas uma pitada de indignação, ele denuncia especificamente os vencedores da Bienal de Veneza 2012. Ele não estava na lista. Egos feridos à parte, o comentário abriu espaço para uma questão profunda e onipresente dentro da nossa disciplina: O que os arquitetos oferecem que ninguém mais pode oferecer?