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Arquitetura e Gênero: O mais recente de arquitetura e notícia

Gênero e acesso à profissão: as mulheres na arquitetura

As discussões acerca do acesso de mulheres ao ensino superior e ao mercado de trabalho de forma geral, são tema de importância central ao pensar formas de estabelecer uma situação mais igualitária de condições de vida e protagonismo na sociedade contemporânea. Apesar de pautada em sensos e levantamentos ligados ao mercado formal de trabalho, trata-se de uma reflexão que informa um parâmetro geral das condições atuais da mulher frente às dificuldades produzidas por uma herança latente da estrutura patriarcal e moralista de hierarquias profissionais onde os protagonistas são, e foram historicamente, homens.

Tendências de Fevereiro 2019: Igualdade de Gênero

Quando os usuários do ArchDaily começam a coincidir em suas buscas por informação ou demonstram maior interesse por um tema em relação a outros, estes tópicos passam a ser uma tendência. A Igualdade de Gênero será uma das  tendências que influenciarão as discussões urbanas e arquitetônicas ao longo do ano.

As tendências da arquitetura em 2019

Este é o momento no qual nos projetamos ao futuro para definir as metas e focos de nossa carreira ao longo do ano que começa. Com o objetivo de ajudar os arquitetos que consultam o ArchDaily diariamente, realizamos a seguinte lista com as ideias que mais ecoaram durante 2018 e que, portanto, serão os temas que devem seguir desenvolvendo-se durante 2019.

Apenas no ano passado, mais de 130 milhões de usuários descobriram no ArchDaily novas referências, materiais e ferramentas que permitem aprimorar o desenvolvimento da arquitetura e melhorar a qualidade de vida de nossas cidades e entornos construídos. Quando nossos usuários começam a coincidir em suas buscas de informação ou demonstram maior interesse por um tema em relação a outros, estes tópicos passam a ser uma tendência.

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Estratégias de ocupação urbana para reabilitar as encostas de Lima

Dedicado a famílias afetadas por desastres naturais e aquelas que vivem em zonas costeiras à espera de alternativas ou mudanças em seu habitat.

As encostas são como um manto que nos rodeia, mas de uma forma tendenciosa. A neblina de Lima esconde esse esquecimento. Falar em habitar as encostas ainda pode ser sinônimo de não-habitável por conta das más condições em que se encontram tantas casas vulneráveis pertencentes aos 70% da autoconstrução da cidade. No entanto, as encostas, devido à sua condição geográfica, oferecem qualidades habitáveis que devemos reconhecer e repensar, a fim de nos colocarmos sabiamente no território, e assim reabitar com novos ares. Nem todas as casas auto-construídas são "sem conhecimento", algumas delas têm suas próprias lições. Outras, em sua maioria, não. A verdade é que ainda é uma área a ser explorada.

Organizações de SP publicam relatório sobre como projetar espaços públicos mais seguros para mulheres

Cidades mais seguras e sustentáveis pensadas a partir das vivências e perspectivas das mulheres - esse é o objetivo do projeto Mulheres Caminhantes! Auditoria de Segurança de Gênero e Caminhabilidade Terminal Santana, que teve os seus resultados apresentados no dia 5 de maio em evento no centro de convenções da Expo Center Norte, em São Paulo.

O relatório do projeto traz reflexões sobre como a cidade apresenta dificuldades para que as mulheres se desloquem e vivam o espaço público com qualidade e segurança.

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O que a epidemia do Zika ensina sobre gênero e planejamento urbano climático

Há quase dois anos, a América do Sul foi atingida por uma crise na saúde pública que afetou centenas de milhares de mulheres. No Brasil, mais de 2.600 crianças nasceram com microcefalia – uma malformação que torna o crânio menor do que o normal – e outras complicações resultantes da infecção pelo vírus Zika. Os brasileiros se acostumaram com o nome pouco familiar da doença, que se rapidamente se espalhou pelo nordeste do país e cruzou as fronteiras com Colômbia e Venezuela. Porém, à medida que a doença se tornou uma preocupação internacional, ficou claro também que se tratava de um problema muito maior para alguns grupos do que para outros.

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Carme Pinós recebe o Prêmio Berkeley-Rupp 2016 por sua contribuição à igualdade de gênero na arquitetura

A arquiteta espanhola Carme Pinós foi premiada com o Berkeley-Rupp Prize 2016, concedido pelo College of Environmental Design (CED) da UC Berkley e que oferece US$ 100 mil a um designer ou arquiteto que "tenha realizado uma contribuição significativa no avanço pela igualdade de gênero na arquitetura, e cujo trabalho enfatize o compromisso com a sustentabilidade e a comunidade." Além da quantia em dinheiro, o prêmio inclui também uma cadeira de um semestre, uma conferência pública e uma exposição no CED.

Chamada de trabalhos para o “Segundo Congresso Internacional de Arquitetura e Gênero: Matrizes”

O Segundo Congresso Internacional de Arquitetura e Gênero abordará o tema Matrizes. Este conceito abrange múltiplas definições, todas inclusivas por natureza. Matrizes são lugares onde coisas nascem, modelos ou padrões que moldam formações e podem ainda reinventar um contexto. Tais imagens servem a abordagem dos atuais padrões de transformação no âmbito do tema Arquitetura e Gênero.

Convidam-se investigadores, docentes, profissionais e doutorandos, nos campos da arquitetura, do desenho urbano, da história da arquitetura e áreas afins – tais como a sociologia, a geografia e a antropologia –, a apresentarem as suas perspectivas sobre transformações nos padrões relativos ao tema Arquitetura e Gênero enquadradas nos quatro seguintes tópicos: Práticas, Academia, Histórias, Dados.