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Arquitetura Digital: O mais recente de arquitetura e notícia

Por que todo designer e arquiteto pode se beneficiar da economia criativa no metaverso

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A Nike adquiriu recentemente o RTFKT, um estúdio de design fundado em janeiro de 2020, conhecido por seus sneakers e colecionáveis "prontos para o metaverso". Aquisições de terrenos no metaverso estão fazendo manchetes com seus preços multimilionários. Também vimos a adoção de artes NFT pelo mainstream neste ano, e estima-se que as vendas devam disparar para 17,7 bilhões de dólares até o final de 2021.

Por baixo da hype e do frenesi, podemos observar uma mudança fundamental que desbloqueia uma nova economia criativa. Ela oferece aos criadores acesso direto ao mercado, constrói relações contínuas com os fãs, e une desconhecidos em comunidades auto-governadas. Neste artigo, vamos discutir porque todo designer 3D e arquiteto deveria abraçar o movimento Web 3.0 para adotar uma nova lógica de mercado e se beneficiar da economia de criadores do metaverso. 

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Metaversos: da ficção científica ao "presente extremo"

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Este ano marcou o 10.º aniversário do lançamento do primeiro episódio de Black Mirror. A série antológica de ficção científica distópica e onerosa, explora metaversos distorcidos de alta tecnologia, onde, segundo a IMDb, "as maiores inovações da humanidade e os instintos mais obscuros colidem". É por isso que esta série britânica, criada por Charlie Brooker para a Netflix, gerou reações diferentes entre os telespectadores. Embora apresentasse cenários futuros, a proximidade com os mesmos criava um certo sentimento de paranoia, medo e incerteza.

Arquitetura do metaverso: o que é, quem construirá e por que é importante?

Você deve ter ouvido que Mark Zuckerberg quer que o Facebook se torne uma Metaverse Company, e que no início deste ano a Epic Games, empresa que desenvolve a Unreal Engine, anunciou ter concluído uma rodada de financiamento de US$1 bilhão para apoiar o plano de longo prazo para o metaverso. Metaverso é, definitivamente, a palavra da moda mais quente no mundo da tecnologia atualmente. Neste artigo, discutiremos brevemente o que é o metaverso, quem o construirá e, mais importante, por que ele é importante para os arquitetos e como os designers podem desempenhar um papel significativo na economia digital que está por vir?

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Inscrições abertas para a AA Visiting School São Paulo 2021

O “AA Visiting School São Paulo 2021 – Play Structures” será a primeira parte da série de dois workshops liderados pelo arquiteto e professor Kristof Crolla, em um formato híbrido virtual – presencial. O primeiro workshop busca explorar a combinação entre construções de bambu e tecnologias digitais, com base em pesquisas de design digital utilizadas para a implementação de flexão-ativa de estruturas de bambu em casca (bending-active bamboo shell structures). O curso irá desenvolver trabalhos previamente conduzidos pelo Building Simplexity Lab, na Universidade de Hong Kong, e visa combinar a exploração da arquitetura digital com softwares de simulação física em tempo real para gerar protótipos físicos desses sistemas construtivos leves e low-tech no contexto brasileiro, auxiliado pelo time de especialistas em design digital e equipe do SUBdV.

A estranheza das renderizações arquitetônicas “imperfeitamente perfeitas”

Há pouco mais de 50 anos, em 1970 mais especificamente, um roboticista japonês chamado Masahiro Mori cunhava um importante conceito ou hipótese no campo da estética, robótica e computação gráfica: Uncanny Valley—traduzido para o português como Vale da Estranheza. Naquela época, as renderizações arquitetônicas, ou melhor, colagens e fotomontagens, ainda eram feitas com o emprego de métodos analógicos. Uma década depois, o surgimento dos primeiros computadores pessoais e a popularização dos programas CAD impulsionaram uma ampla adoção de métodos digitais para a elaboração de imagens ilustrativas de projetos de arquitetura. Quase quarenta anos depois, as renderizações arquitetônicas evoluíram a tal ponto que é quase impossível distinguir um render de uma fotografia. Resultado direto do desenvolvimento de novas tecnologias, da utilização de softwares cada vez mais sofisticados e computadores cada dia mais rápidos e eficientes, os limites entre representação e realidade parecem se desmanchar no ar. A sutileza desta suspicaz semelhança, e o desconforto que ela provoca, é a nossa porta de entrada para o misterioso Vale da Estranheza de Mori.

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Você pagaria por arquitetura virtual? O que a tecnologia NFT significa para o futuro da profissão

Se alguém tentasse te vender uma casa virtual, qual seria a sua primeira reação? Isso mesmo—uma casa virtual, um arquivo digital de uma casa. Você compraria uma casa que jamais poderia habitar pela simples razão de que esta casa jamais seria construída? Apenas uma imagem, um vídeo que você poderia assistir quantas vezes quiser. É disso que se trata quando falamos da comercialização de arquitetura digital NFT, a sigla para Tokens Não Fungíveis—um conceito que parece ter tomado o mundo de assalto da noite para o dia. Caso você tenha dormido no ponto, esta é a infinitésima ‘grande discussão’ do momento no mundo da arquitetura. Em uma profissão que procura constantemente redefinir o seu significado, a chegada dos NFTs promete grandes mudanças para o futuro da arquitetura, sendo a transformação de ambientes virtuais em mercadoria a mais grave delas.

ETH Zurique usa robôs para construir casa de três pavimentos em estrutura de madeira

ETH Zurique usa robôs para construir casa de três pavimentos em estrutura de madeira - Imagem de Destaque
Cortesia da ETH Zurich

A tecnologia digital se infiltrou no cenário das construções em madeira. Pesquisadores da ETH Zurique estão usando robôs e programação digital para construir módulos estruturais de madeira. Estes estão sendo utilizados para dar estabilidade aos dois pavimentos superiores da DFAB HOUSE, uma unidade residencial de três pavimentos localizada em Dübendorf, que tem como objetivo reunir diferentes métodos construtivos digitais em um mesmo edifício.

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Revolução digital e os impactos na arquitetura

A pós-graduação em Design e Arquitetura de Espaços Efêmeros do IESP Faculdades convida para a palestra "revolução digital e os impactos na arquitetura", com o arquiteto de estratégias digitais Isac Filho (PE). Na palestra, serão tratados temas como a era digital, fabricação digital, programação aliada a arquitetura e processos criativos.

Vídeos: ArchiLab 2013 discute o tema "Naturalizing Architecture"

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Setembro do ano passado marcou o início do ArchiLab 2013 no recém inaugurado FRAC Centre em Orleans, França. Quarenta arquitetos, designers e artistas se reuniram na nona conferência e exposição anual para discutir as sobreposições entre a arquitetura digital e as ciências, particularmente a biologia molecular. Sob o tema “Naturalizing Architecture,”, dois simpósios internacionais proporcionaram a oportunidade para arquitetos e cientistas apresentarem e debaterem as mais recentes pesquisas em torno deste tema e seu papel no mundo em constante evolução.

Para encorajar a continuidade da discussão, compilamos uma lista de vídeos de todas as discussões que aconteceram durante o simpósio. Assista-os a seguir.

Sochi 2014: Asif Khan Saúda os Espectadores com "Monte Rushmore Arquitetônico"

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Os Jogos Olímpicos estão em pleno andamento e, embora o "Conjunto Costeiro" dos estádios tenha atraído uma quantidade considerável de atenção, há uma instalação exigindo interação de cada espectador. Construído na entrada do Parque Olímpico de Sochi está o "MegaFaces", de Asif Khan Studio, um pavilhão que "se contorce para recriar imagens em 3D dos rostos dos visitantes retransmitidos via escaneamentos faciais digitais feitos em cabines de fotos instaladas no interior do edifício."

Composto por 11 mil acionadores sentados debaixo da  membrana de tecido elástico do cubo, a instalação permite um rosto tridimensional de oito metros de altura emergir da parede de cada vez (uma ampliação em uma escala de 3.500 vezes o original). Segundo os designers, esta característica do edifício "tem sido comparada a uma gigante tela de pino e um Monte Rushmore digital e arquitetônico."

Pós-Digital / Pedro Alonso

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