Buscando um destino mais nobre para seu Mercado Municipal, a prefeitura de Ponta Grossa, Paraná, lançou em setembro de 2021 um concurso nacional de projeto. O local, até então repleto de entulho e tapumes, será requalificado para receber 180 estandes comerciais, praça de alimentação e estacionamento. Em dezembro passado, o júri anunciou o Austral Studio, escritório liderado pelo arquiteto Henrique Wosiack Zulian e sediado em Curitiba, como vencedor do concurso.
Os shoppings centers foram uma grande moda no começo dos anos 80 e 90 e quase todas as grandes capitais do mundo começaram a investir em super complexos climatizados de lojas com praças de alimentação e cinemas.
No Brasil, esse boom dos shoppings como modelo de desenvolvimento ainda perdura nas principais cidades e até no interior do país. O shopping center adquiriu uma importância crucial para o desenvolvimento e a manutenção da lógica do capital. Toda cidade que se “desenvolve” tem um ou mais shoppings em seu tecido urbano.
Em colaboração com o Studio One Eleven e a Continuum Partners, a Adjaye Associates está trabalhando em um amplo projeto de reurbanização que pretende transformar uma antiga planta industrial no centro de Los Angeles. Abrigando uma série de novos edifícios de uso misto, apartamentos, centros comerciais e hotéis, o chamado Fourth & Central será composto por um conjunto dez edifícios, os quais variam em altura, forma e função, transformando uma antiga área subutilizada do centro de LA em um novo e vibrante bairro de uso misto. O projeto, que deverá ser concluído em 2024, refletirá o caráter dinâmico da área, reintegrando seus espaços à cidade e aos bairros vizinhos do Arts District e Little Tokyo.
Desde uso da teoria linguística como metodologia de análise arquitetônica à compreensão do edifício enquanto meio de comunicação, os cruzamentos entre o campo da linguagem e da arquitetura são mais estreitos do que, a princípio, podem aparentar ser.
O entendimento do edifício como meio de comunicação pode se dar, dentre outras formas, por meio do uso de pinturas, gravuras e esculturas e ornamentações de forma integrada à arquitetura, mas também pela incorporação literal de letras e símbolos como elementos arquitetônicos.
As “Head Shops” surgiram nos Estados Unidos durante o auge da contracultura, nos anos 60, como estabelecimentos destinados a comercialização de substâncias psicoativas e produtos relacionados principalmente ao uso da maconha. Nos anos 80 foi criado um movimento para acabar com as Head Shops do país, as quais foram obrigadas a vender apenas produtos para uso com substâncias legais e regulamentadas. Como resposta à esta medida, proliferaram-se os estabelecimentos legais com seus nomes furtivos e sinais luminosos extravagantes. Desde o chamativo sinal luminoso da maçã com folhas de maconha estampado na fachada do Adam's Apple em Chicago, até a simplicidade do letreiro de neon do The Fitter na cidade de Boulder, Colorado, criou-se uma linguagem de comunicação inspirada em fantasias letárgicas, disformes e coloridas, imagens que ficaram gravadas no imaginário coletivo daqueles que perseguiram a sub e contracultura ao longo da segunda metade do século vinte.
https://www.archdaily.com.br/pt/938740/contracultura-neon-e-maconha-a-arquitetura-das-head-shopsMarshall Ford and CLOG
O coletivo alemão Plastique Fantastique criou a “superKOLMEMEN”, uma estrutua inflável envolvendo uma antiga escultura localizada no centro de Helsinki para o Helsinki Design Week. Ao longo do evento, a instalação foi usada como um espaço para encontros, leituras, apresentações e oficinas.
O escritório BIG projetou um pavilhão inflável móvel que será exibido em três eventos na Dinamarca, incluindo o Festival Roskilde 2016. Apelidada de SKUM (palavra dinamarquesa para "espuma"), a estrutura enfrentou o desafio de proporcionar uma instalação que seja, simultaneamente permanente e facilmente transporta, podendo ser inflada em apenas sete minutos.