
Mariana Bunn arquitetura e acessibilidade em sua série Acessibilidade de Norte a Sul: Todas as vozes do Brasil conversará no próximo domingo dia 27 de setembro com Luanda Chaves.

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O tecido de nossas cidades é moldado por milhões de pequenas decisões e adaptações, muitas das quais se tornaram essenciais para nossa experiência. Atualmente, considerados como óbvios, alguns desses elementos foram revolucionários na época de sua implementação. Um desses elementos é o rebaixamento do meio-fio (curb cut), uma pequena rampa que desce a calçada para conectá-la à rua adjacente, permitindo que usuários de cadeiras de rodas e pessoas com deficiências motoras se movam facilmente para dentro e para fora da calçada. Essa adaptação aparentemente pequena provou ser inesperadamente útil para uma gama maior de pessoas, incluindo pais com carrinhos de bebê, ciclistas, trabalhadores de entrega etc. Consequentemente, ela empresta seu nome a um fenômeno mais amplo, o "efeito curb cut", no qual melhorias feitas para uma minoria acabam beneficiando uma população muito maior de maneiras esperadas e inesperadas.

Mariana Bunn arquitetura e acessibilidade em sua série Acessibilidade de Norte a Sul: Todas as vozes do Brasil conversará no próximo domingo, Dia dos Pais, 13 de agosto com Ricardo Shimosakai.

Mariana Bunn arquitetura e acessibilidade em sua série Acessibilidade de Norte a Sul: Todas as vozes do Brasil conversará no próximo domingo dia 06 de agosto com a arquiteta Priscila Libonati.

Teoricamente, a arquitetura é uma disciplina multisensorial que envolve texturas, cores, sombras, sons e aromas. No entanto, na prática, a linguagem visual é frequentemente priorizada para explorá-la, limitando-se principalmente à visão para identificar elementos arquitetônicos e navegar autonomamente em ambientes construídos e contextos urbanos. Portanto, é crucial integrar superfícies de pavimentação tátil na arquitetura.
Cegueira e deficiência visual transcendem ser uma condição ou deficiência; elas representam uma forma alternativa de perceber o ambiente ao nosso redor. Nesse sentido, o toque se torna uma linguagem e um guia fundamental para interagir com a arquitetura. De acordo com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (Artigo 9), todas as pessoas têm o direito inerente de acessar o ambiente físico em igualdade de condições com as outras.

Os avanços tecnológicos abriram caminho para uma abordagem revolucionária da arquitetura, que envolve responsividade e movimento. Este conceito chamado de "arquitetura cinética" permite que os edifícios se adaptem dinamicamente ao seu ambiente em constante mudança. Hoje em dia, os princípios cinéticos são aplicados para melhorar a sustentabilidade ambiental dos prédios, especialmente por meio das fachadas. No entanto, a arquitetura cinética também tem o potencial de impactar o ambiente construído em outros aspectos. Nos espaços públicos, a arquitetura cinética tem um grande potencial, apresentando oportunidades para torná-los mais acessíveis, inclusivos e amigáveis ao usuário. A introdução de elementos cinéticos nos espaços públicos desafia as suposições tradicionais sobre a arquitetura como um arranjo passivo, inaugurando uma nova era de ambientes urbanos interativos e envolventes.

Evidências científicas cada vez mais robustas e promissoras podem auxiliar arquitetos e demais projetistas que busquem pelo design inclusivo, levando em consideração as mentes diversas, ou seja, elaborar ambientes construídos que dialoguem com a neurodiversidade. A existência da neurodiversidade sempre esteve presente na humanidade. O termo abrange as pessoas com as mais diversas condições neurológicas e foi criado pela socióloga Judy Singer, em 1999.

Mariana Bunn arquitetura e acessibilidade em sua série Acessibilidade de Norte a Sul: Todas as vozes do Brasil conversará no próximo domingo dia 30 de julho com Janeide Lima.

Mariana Bunn arquitetura e acessibilidade em sua série Acessibilidade de Norte a Sul: Todas as vozes do Brasil conversará no próximo domingo dia 23 de julho com a arquiteta Regina Cohen

Mariana Bunn arquitetura e acessibilidade em sua série Acessibilidade de Norte a Sul: Todas as vozes do Brasil conversará no próximo domingo dia 15 de julho e com a arquiteta de Blumenau/SC, Thais Brand.

Mariana Bunn arquitetura e acessibilidade em sua série Acessibilidade de Norte a Sul: Todas as vozes do Brasil conversará no próximo domingo dia 09 de julho com o arquiteto Carlos Leitão.

Intitulado Repensando repensar o Kuwait, o pavilhão do Kuwait na 18ª Exposição Internacional de Arquitetura - La Biennale di Venezia explora métodos inovadores de arquitetura e design urbano decorrentes do espaço e do tempo. O projeto é uma exploração contínua que aborda as consequências do planejamento urbano moderno, que apagou grande parte da história do Kuwait.

Mariana Bunn arquitetura e acessibilidade em sua série Acessibilidade de Norte a Sul: Todas as vozes do Brasil conversará no próximo domingo dia 02 de julho com Fabiana Goulart.

Mariana Bunn arquitetura e acessibilidade em sua série Acessibilidade de Norte a Sul: Todas as vozes do Brasil conversará no próximo domingo dia 25 de junho com Ricardo Ferraz.

Mariana Bunn arquitetura e acessibilidade em sua série Acessibilidade de Norte a Sul: Todas as vozes do Brasil conversará no próximo domingo dia 18 de junho com Lailah Vilela.

Mariana Bunn arquitetura e acessibilidade em sua série Acessibilidade de Norte a Sul: Todas as vozes do Brasil conversará no próximo domingo dia 04 de junho com a arquiteta de Jundiaí/SP, Julia Lopo.

Mariana Bunn arquitetura e acessibilidade em sua série Acessibilidade de Norte a Sul: Todas as vozes do Brasil conversará no próximo domingo dia 28 de maio com a arquiteta Silvana Cambiaghi.

Mariana Bunn arquitetura e acessibilidade em sua série Acessibilidade de Norte a Sul: Todas as vozes do Brasil conversará no próximo domingo dia 21 de maio com a arquiteta e professora Zilsa Santiago.