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Arquitetos: T2P Architects Office
- Área: 415 m²
- Ano: 2025



A arquitetura sempre desempenhou o papel primordial de prover abrigo e proteção para os seres humanos. Na pré-história, buscamos refúgio em cavernas naturais, aproveitando-se da estrutura rochosa para proteção contra os elementos naturais e os predadores. Com o tempo, os abrigos começaram a ser feitos de materiais encontrados na natureza, como galhos, folhas e peles de animais, evoluindo para casas mais permanentes e complexas, com paredes feitas de pedra, tijolos ou madeira, telhados para proteger contra a chuva e o sol, e portas para controlar o acesso. Desenvolvendo habilidades de construção mais avançadas, utilizamos materiais como madeira, pedra, argila e a arquitetura evoluiu significativamente, com a construção de templos, palácios, casas e fortificações que proporcionaram não apenas abrigo, mas também simbolizavam poder, status e identidade cultural. Mesmo assim, basicamente, nossas construções permanecem sendo uma envoltória que nos protegem das intempéries.
Das pedras maciças dos templos gregos aos arranha céus envidraçados, flertamos com uma gama de possibilidades e espessuras para separarmos o que consideramos interno e externo. Este artigo busca explorar essa diversidade de espessuras na arquitetura, desde materiais simples até técnicas construtivas complexas, destacando como essa variação não só proporciona proteção, mas também influencia nossa percepção e interação com o ambiente construído.



Seja se mesclando ou se destacando, incorporando transparência ou solidez, expressando aspereza ou suavidade, uma fachada é o meio pelo qual nos relacionamos com a arquitetura. Ela conta uma história e muitas vezes pode definir o tom para o restante do interior. Mas, além de definir uma experiência puramente visual, a envoltória de um edifício também deve ser prática, durável e ter a capacidade de gerenciar adequadamente as necessidades de iluminação e ventilação natural. Afinal, por ser o ponto de contato com o exterior, é responsável por mitigar os sons e fornecer proteção contra as condições climáticas, como vento, chuva, calor e umidade. Ao projetar uma fachada, é importante considerar um equilíbrio entre desempenho e uma bela estética. É claro que muitos materiais atendem com sucesso a esses critérios. Mas quando se trata de criar um ambiente confortável e cheio de luz, garantindo resistência, facilidade de instalação e versatilidade, as propriedades dos painéis de policarbonato translúcido parecem incomparáveis.



Este ano, a honraria máxima da arquitetura, o Prêmio Pritzker, foi concedida ao Grafton Architects, escritório com sede em Dublin liderado principalmente pelas sócias Yvonne Farrell e Shelley McNamara. Pela primeira vez em seus 42 anos de história, devido às restrições impostas pela pandemia global da Covid-19, a organização do Prêmio Pritzker decidiu transmitir ao vivo a cerimônia de premiação. Com o fim de 2020 se aproximando, o ArchDaily reuniu as principais realizações de laureados e laureadas do Prêmio Pritzker, atuais e anteriores, ao longo deste ano turbulento.
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O complexo de moradias sociais recentemente concluído da SANAA em Paris foi registrado em uma série de fotografias de Vincent Hecht. Iniciativa da Paris Habitat, a maior empresa de habitação social da França, o projeto compreende quatro edifícios que acomodam mais de 100 unidades de habitação social.

Normalmente, os espaços de uma casa são distribuídos em áreas comuns, quartos, cozinha e banheiros. No entanto, às vezes o cliente exige outros programas relacionados ao seu trabalho ou lazer, tornando o projeto da residência mais complexo. Como arquitetos, nos deparamos com um desafio interessante: mesclar a vida privada de seus habitantes com programas mais abertos, gerando espaços híbridos, muitas vezes de uso misto.
Conheça, a seguir, 26 projetos de residências que contam com notáveis adições, como lojas, campos de futebol, celeiros, estufas e até pistas de skate.

Nesta série fotográfica, Vincent Hecht direciona suas lentes para o recém-inaugurado Museu Sumida Hokusai, projetado por Kazuyo Sejima, Pritzker de 2010 e sócia do escritório SANAA. Localizado no bairro de Sumida, em Tókio, a estrutura angular de quatro pavimentos abriga uma coleção de mais de 1.800 obras de renomado pintor Katsushika Hokusai, que viveu em Sumida há mais de 200 anos.
O mais recente vídeo da série Japanese Collection, criada pelo arquiteto e videomaker francês Vincent Hecht, retrato o projeto Gifu Media Cosmos de Toyo Ito. A biblioteca/galeria apresenta um forro de madeira ondulante e grandes funis translúcidos suspensos que definem áreas para atividades diversas. Uma série intermitente de aberturas na cobertura permite a entrada de luz natural no espaço interno.