
- Ano: 2016
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Fabricantes: Casa Franceza, Marcenaria Da Fazenda, Pau Pau


O propósito da fotografia de arquitetura é mostrar da melhor maneira possível os espaços de uma obra. A correção das arestas para que fiquem paralelas e a busca de atmosferas específicas através do uso da luz são alguns dos elementos característicos desse tipo de registro fotográfico. Miguel de Guzmán, Paul Vu e Jules Couartou são alguns dos profissionais que desafiam os limites deste campo, mesclando fotografia de arquitetura, moda e performances. Em suas imagens, a relação entre o espaço e o ser humano é apresentada através de uma cena criada especialmente para o registro, resultando em fotografias autênticas e muito criativas.

Em um artigo publicado pelo The Guardian, intitulado Giants of modernist architecture – in pictures, o crítico de arquitetura Oliver Wainwright elencou alguns dos "gigantes da arquitetura moderna" mundial. Entre nomes alguns nomes inevitáveis - como Le Corbusier, Marcel Breuer, Pierre Koenig e Paul Rudolph - figura na lista um brasileiro: João Batista Vilanova Artigas.
Talvez o arquiteto mais engajado no ensino da arquitetura, Artigas é apresentado no artigo através de sua emblemática segunda residência, localizada no bairro Campo Belo, na capital paulista.


Projetar um museu é sempre um desafio arquitetônico emocionante. Os museus muitas vezes vêm com suas próprias necessidades e limitações - desde museus de arte que precisam de espaços especializados para preservar as obras, até enormes coleções que requerem um extenso espaço de arquivos. Em homenagem ao Dia Internacional dos Museus, selecionamos 23 museus emblemáticos que fazem parte de nossa base de dados, com cada editor do ArchDaily explicando o que torna esses edifícios tão impressionantes.

Nascido no então Protetorado do Marrocos, o arquiteto francês Christian de Portzamparc (5 de maio de 1944) teve dúvidas sobre continuar estudando arquitetura enquanto estava na faculdade, questionando os ideais modernistas e a falta de liberdade na profissão quando comparada à arte.

O Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia – MuBE, inaugurou recentemente a exposição Pedra no Céu – Arte e Arquitetura de Paulo Mendes da Rocha com mais de 50 obras de 25 artistas consagrados como Caio Reisewitz, Carmela Gross, Cildo Meirelles e Iran do Espírito Santo. Com curadoria de Cauê Alves e Guilherme Wisnik, a mostra traça um paralelo entre arte e a arquitetura de Paulo Mendes da Rocha, autor do projeto do MuBE.
A exposição pretende apontar vínculos entre arte e o legado da arquitetura brutalista de São Paulo. A clareza e a concisão do edifício do MuBE surgem tanto como continuidade de pesquisas anteriores do arquiteto, quanto como desdobramentos exigidos pela singularidade do projeto. Pedra no Céu também explora as relações entre o museu e a produção contemporânea do arquiteto, seja a partir de contrastes ou de consonâncias.

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Paulo Mendes da Rocha talvez seja o arquiteto brasileiro mais reconhecido em território nacional, porém, sua reputação internacional ainda está sendo construída e prova disso são os três recentes prêmios que recebeu: o Leão de Ouro na Bienal de Veneza 2016, a RIBA Gold Medal 2017 e o Prêmio Imperial do Japão.
Após á cerimônia do RIBA na última semana, o crítico de arquitetura Oliver Wainwright, em um artigo publicado no The Guardian, reconhece o brilhantismo de Paulo Mendes da Rocha e explica as razões que o tornam tão importante e ao mesmo tampo tão pouco conhecido fora do Brasil.

Mato Grosso terá em 2017 o primeiro estádio-escola, uma iniciativa inédita que será realizada a partir da reutilização de parte da estrutura da Arena Pantanal, em Cuiabá. O projeto “Arena da Educação” foi anunciado pelo secretário de Estado de Educação, Esporte e Lazer, Marco Marrafon, na quinta-feira da semana passada.