Muito além da formação básica, a leitura é uma atividade de lazer que faz parte da sociedade moderna. Seja ao ar livre, em praças e parques, seja em casa, ou até no trabalho, esse hábito, que melhora a capacidade de raciocínio e a saúde mental, já teve, nos palácios e palacetes, grandes espaços dedicados aos livros. Selecionamos 15 projetos que demonstram as diferentes formas de integrar a leitura em diferentes escalas e programas arquitetônicos.
No dia 31 de março, comemora-se no Brasil o Dia da Saúde e da Nutrição, fatores que ganham cada vez mais notoriedade na sociedade em que vivemos. Após mais de dois anos vivendo os altos e baixos da pandemia de Covid-19 e nos deparando com a necessidade evidente de uma realidade mais saudável, ativa e comunitária, é importante refletirmos como a arquitetura e o urbanismo podem se tornar ferramentas de acesso a cotidianos mais saudáveis.
Desde os primeiros rabiscos de um projeto, é imprescindível que as restrições estejam bem definidas. Isso guiará o projeto, tornando-o mais adequado ao local, às possibilidades dos proprietários e às condicionantes locais. Dentre as restrições mais comuns, reduzir o custo da obra talvez seja a mais comum. Conversamos com a equipe do VAGA, escritório sediado em São Paulo, sobre os desafios e as possibilidades que trabalhar em obras com orçamentos apertados impõem:
As grandes cidades e a rotina conturbada da vida urbana cada dia mais revelam a necessidade de momentos de relaxamento visando saúde física e mental. Essa preocupação se tornou ainda mais evidente depois dos longos períodos de quarentena da pandemia de Covid-19, quando a desconexão com a rotina ficou ainda mais difícil. Assim, nos últimos anos, cada vez mais as pessoas têm procurado atividades e lugares que proporcionem esse descanso.
Com uma das atuações mais variadas da arquitetura contemporânea paulistana, o Metro Arquitetos construiu seu legado variando entre diferentes escalas, do design ao desenho urbano.
Estabelecimentos comerciais são lugares que precisam nos transportar para outro universo. Precisamos ter nossos sentidos estimulados e nossos instintos atiçados para que a experiência seja realmente convincente.
A arquitetura é parte fundamental dessa sedução, podendo usar artifícios como cores, materiais, iluminação e volumes para despertar nos clientes os sentimentos mais variados. A arquitetura comercial, além de todos os elementos técnicos, precisa atingir o público desde a fachada até seu espaço interior, mantendo-se sempre fiel aos conceitos e identidades da marca. Neste artigo selecionamos alguns exemplos de estabelecimentos comerciais que estimulam os clientes de diversas formas.
Sendo um dos espaços mais íntimos de uma residência, os dormitórios têm tido seu uso adaptado com o passar dos anos, principalmente após a pandemia de Covid-19. Um espaço de relaxamento que precisa também encaixar mobiliários, decorações e harmonizar com a arquitetura. Veja aqui uma seleção de ideias para se inspirar e reformular seu quarto.
Com uma produção inspirada no legado dos cariocas Sérgio e Claudio Bernardes, o escritório Bernardes Arquitetura é “fruto de uma história que atravessa três gerações com mais de mil projetos”. Criado em 2012 por Thiago Bernardes, o escritório hoje conta com mais 7 sócios e tem filiais no Rio de Janeiro, São Paulo e Lisboa.
As piscinas domésticas se tornaram recorrentes em condomínios e residências, principalmente em lugares onde o calor é predominante na maior parte do ano. Sol, sombra e água fresca pedem por um projeto paisagístico que auxilie na harmonia desse espaço.
O conceito de pré-fabricação na construção corresponde a elementos, partes ou edificações inteiras produzidas em fábrica e transportadas ao canteiro de obras para uma instalação expressa. Isso representa inúmeras vantagens aos métodos de construção tradicionais, como rapidez, precisão na execução, eficiência, limpeza de obra e, em muitos casos, economia. Considerando que a moradia é uma necessidade primária dos humanos, utilizar métodos industriais para a construção de habitações acessíveis e de boa qualidade sempre movimentou os arquitetos, seja para abrigar populações urbanas crescentes, para assentamentos temporários ou emergenciais, nas mais diversas escalas. Após muitas tentativas na história, permanece a dúvida se a popularização da pré-fabricação no campo da construção pode ser uma solução para proporcionar uma maior equidade no acesso à habitação.
A escolha de Lacaton & Vassal para receber o Prêmio Pritzker de 2021 foi, acima de tudo, emblemática. Sob o mantra “nunca demolir, nunca remover ou substituir, sempre adicionar, transformar e reutilizar”, a dupla francesa construiu uma carreira focada em reformar edificações, dotando-as de qualidade espacial, eficiência e novos programas. Sua abordagem contrasta com grande parte das arquiteturas que estamos acostumados a prestigiar: obras icônicas, imponentes e grandiosas. Também, com a noção da tabula rasa, de construir e reconstruir do zero, tão bem representada na Ville Radieuse de Le Corbusier, e que tem fascinado arquitetos e urbanistas desde então.
Seja por conta das demandas de sustentabilidade em voga atualmente, ou simplesmente por já existirem construções o suficiente em muitas partes do mundo, o ofício de reabilitar espaços e edificações tem sido visto como importante motor de mudanças. O foco é, geralmente, centrar os esforços nos espaços interiores, dando especial atenção à qualidade ambiental e ao conforto dos habitantes, além de adequar os usos às demandas contemporâneas. A principal questão gira em torno de que forma atualizar (e até automatizar) os edifícios do passado para se adaptarem às novas necessidades de eficiência, sustentabilidade e bem-estar.