Em 2018, a ONU divulgou um artigo afirmando que 55% da população mundial já vivia em áreas urbanas, prevendo que em 2050 esse percentual chegará a 68%. Essa tendência à maior urbanização traz consigo várias implicações em relação à degradação ambiental e à desigualdade social. De acordo com a National Geographic, o crescimento urbano aumenta a poluição do ar, põe em perigo as populações de animais, promove a perda de cobertura urbana de árvores e aumenta a probabilidade de catástrofes ambientais, como inundações repentinas. Esses riscos à saúde e fenômenos catastróficos podem ter maior probabilidade de afetar as populações mais pobres, pois as cidades maiores geralmente demonstram taxas mais altas de desigualdade econômica e o crescimento descontrolado tende a produzir distribuições desiguais de espaço, serviços e oportunidades.
Para mitigar esses efeitos negativos da urbanização, arquitetos vêm priorizando cada vez mais a sustentabilidade e a maximização do espaço disponível - permitindo que mais pessoas ocupem menos espaço com uma área menor.
Fabricantes: DuPont, Dornbracht, -, Francisco Gomila, GRAPHISOFT, +9Home of horizon, ICONICO, Ketall, Kevin Reily, María Flora, Perennials, Piscinas Menorca, Shuterland, Tot Inox-9
A arquitetura até pode ter suas raízes em nossa constante busca por abrigo e proteção, mas isso não significa que ela esteja apenas à serviço dos homens. Atualmente, contamos com inúmeros exemplos de projetos de arquitetura concebidos para outras espécies. Alguns podem até parecer meio over, como a exposição Dogchitecture desenvolvida em parceria por dez escritórios de arquitetura mexicanos em 2013 ou a série de casas para cachorro BowWow Haus, projetadas por mais de 80 escritórios de arquitetura em 2017, incluindo o Zaha Hadid Architects.
Os jardins internos podem contribuir com importantes benefícios para a vida doméstica, variando da beleza estética à melhoria da saúde e da produtividade. Pesquisas mostraram que plantas nos interiores das edificações ajudam a eliminar os poluentes do ar, os chamados de compostos orgânicos voláteis (COV), liberados de colas, móveis, roupas e solventes, conhecidos por causar doenças. Eles também aumentam as percepções subjetivas de concentração e satisfação, bem como medidas objetivas de produtividade. Jardins internos podem até reduzir o uso de energia e os custos devido à menor necessidade de circulação de ar. Esses benefícios complementam as óbvias vantagens estéticas de um jardim bem projetado, tornando o jardim interno um recurso residencial atraente em várias frentes.
https://www.archdaily.com.br/pt/932291/como-incorporar-jardins-e-hortas-em-projetos-residenciaisLilly Cao
A revista Architectural Review anunciou a Sala Beckett de Flores & Prats como projeto vencedor do prêmio AR New into Old 2019. O projeto foi selecionado pelo júri da AR que destacou seu processo único de restauração e renovação. Também foram atribuídas duas menções honrosas e três menções, destacando projetos com alternativas sustentáveis. Os prêmios AR New into Old reconhecem as maneiras criativas pelas quais os edifícios antigos são reformados, adaptando-se aos novos usos contemporâneos.
Com apartamentos e casas cada vez menores, percebemos uma crescente demanda para integrar espécies de plantas em espaços interiores. Mas que tipo de plantas escolher se não temos luz natural abundante? Neste artigo você encontrará algumas sugestões de espécies que são indicadas para ficarem "à sombra" ou "à meia sombra". Esse indicador é importante especialmente quando falamos de ambientes internos que recebem pouca luminosidade solar.
12 projetos finalistas, uma menção honrosa e 5 obras vencedoras foram anunciadas em Barcelona como resultados da 4° edição do Prêmio Europeu de Intervenção no Patrimônio Arquitetônico AADIPA.
https://www.archdaily.com.br/pt/919434/conheca-os-vencedores-do-premio-europeu-de-intervencao-no-patrimonio-arquitetonico-2019ArchDaily Team