Iwan Baan

NAVEGUE POR TODOS OS PROJETOS DESTE FOTÓGRAFO

15 imagens de obras do Alejandro Aravena, Prêmio Pritzker 2016

Alejandro Aravena é o primeiro arquiteto chileno a receber um Prêmio Pritzker. Elogiado por reviver o engajamento social na Arquitetura, o diretor executivo do ELEMENTAL provou a capacidade do arquiteto em resolver assuntos globais através de um portfólio diversificado. Veja os 15 projetos que exemplificam a contribuição de Aravena ao campo arquitetônico.

Cidades híbridas: Refletindo sobre os ecossistemas locais

Cidades híbridas: Refletindo sobre os ecossistemas locais - Sustentabilidade
Land Sparing of Tokyo's Yoyogi Park. Image Courtesy of Flickr CC user spektrograf

Mais da metade da população mundial vive hoje nas cidades e a tendência é que este número aumente nos próximos anos. Tal mudança traz consigo implicações dramáticas que afetam os sistemas de permeabilidade de água no solo, polinização, redução de ruído, purificação do ar e regulações de temperatura, entre outros. Um novo estudo publicado por The Ecological Society of America, baseado em uma pesquisa conduzida pela University of Exeter e pela Hokkaido University, se aprofunda nos modos como a ocupação urbana do solo interfere nos sistemas ecológicos, e como podemos respeitar essas funções essenciais. O principal foco é uma comparação das táticas dicotômicas do espraiamento das cidades dos EUA versus o urbanismo denso e bem definido da Europa.

Saiba mais sobre o estudo e as soluções que ele oferece, a seguir.

Os líderes, projetos e personalidades mais inspiradores da arquitetura em 2015

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5.000 câmeras 3D para preservar a arquitetura de um país em guerra. Uma equipe de arquitetos latinoamericanos que adentram os bairros mais conflituosos da Venezuela para projetar e construir equipamentos públicos junto à comunidade. Um arquiteto legendário que soube entender e aplicar na arquitetura as transformações da tecnologia nos últimos 50 anos. Esses são alguns projetos, iniciativas e pessoas que provaram ser líderes em 2015.

A equipe editorial de ArchDaily gostaria de reconhecer esses projetos por seu compromisso em promover práticas em arquitetura que atendem a muitas pessoas, em todos os cantos do mundo –da Bolívia a Londres, de Chicago a Veneza, de equipamentos públicos em favelas a terminais de drones na África. Essas são as histórias que nos inspiraram em 2015, e cuja influência esperamos continuar a ver em 2016.

A evolução do urbanismo radical: O que o futuro reserva para nossas cidades?

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Recentemente a 6ª Bienal de Urbanismo e Arquitetura Bi-Cidade UABB) abriu as portas ao público em Shenzhen. Sob o tema geral "Re-Vivendo a Cidade, " os curadores Alfredo Brillembourg e Hubert Klumpner do Urban Think Tank lideraram a exposição "Urbanismo Radical" na sala principal. Brillembourg e Klumpner convidaram os visitantes da exposição para demonstrar como podemos aprender a partir de iniciativas pontuais e não hierárquicas soluções urbanas alternativas. No seguinte artigo, originalmente publicado no catálogo do UABB de 2015 - os curadores nos chamam a atenção para "repensar como nós operamos dentro da cidade, aprender de sua inteligência emergente e moldar seus resultados para fins radicais e táticos."

A noção de urbanismo radical inevitavelmente nos leva a esfera político. Imaginar um futuro com mais igualdade e mais sustentabilidade envolve uma crítica implícita das condições espaciais e de sociedade produzida pelas lógicas urbanas prevalecentes. [1] Como tal, nós não apenas somos lembrados do célebre ultimato de Le Corbusier "arquitetura ou revolução," mas seu eco geral no pronunciamento ainda mais catastrófico de Buckminster Fuller "utopia ou esquecimento.”[2] Ambos eram cenários nascidos da abertura social, seja as privações e tensões do período do entre guerras, ou os conflitos e ansiedade ecológica do final dos anos 1960. Enquanto a onda de práticas experimentais "pós utópicas" que emergeram nos anos 1970 se posicionaram explicitamente se opuseram as falhas perceptíveis do movimento moderno, esses grupos distintos compartilhavam uma crença - embora desencantada - com seus antecessores na ideia que a diferença radical era possível, assim como a convicção que uma pausa seria necessário.

A evolução do urbanismo radical: O que o futuro reserva para nossas cidades? - Mais Imagens+ 4

Pavilhão do Mar / Stefano Boeri Architetti

Pavilhão do Mar / Stefano Boeri Architetti - Mais Imagens+ 18

  • Arquitetos: Stefano Boeri Architetti; Stefano Boeri Architetti
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  9540
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2009

Casa do Mar / Stefano Boeri Architetti

Casa do Mar / Stefano Boeri Architetti - Mais Imagens+ 17

  • Arquitetos: Stefano Boeri Architetti; Stefano Boeri Architetti
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  2000
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2009
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes:  B&B Italia, Bernini Stone, DI LENOLA, Daikin, EDILIA, +16

É melhor abrir seu próprio escritório de arquitetura ou trabalhar como funcionário? A opinião dos leitores

No início deste mês, publicamos um artigo onde lançávamos a questão “é melhor abrir seu próprio escritório de arquitetura ou trabalhar como funcionário?” e convidávamos nossos leitores a contribuírem com suas opiniões acerca dessas duas possibilidades de caminho profissional na arquitetura.

Tratando-se de escolhas, sempre haverá prós e contras em ambas as decisões e nossos leitores, através dos mais de 60 comentários em nossa página e no Facebook, confirmam isso, defendendo tanto a liberdade de se ter seu próprio escritório como a oportunidade de adquirir experiência quando se trabalha como funcionário em alguma firma estabelecida.

Compilamos, abaixo, algumas das opiniões mais relevantes dadas pelos leitores; reflexões que nos ajudam a identificar algumas dúvidas e questões enfrentadas por aqueles profissionais que vivem a indecisão sobre qual rumo seguir e também por estudantes que ainda não decidiram qual caminho tomar depois de formados.

O sucesso por trás da arquitetura: Como o BIG se tornou tão... grande?

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Nos últimos anos, o sucesso crescente de Bjarke Ingels e sua empresa BIG tem sido difícil de não notar. Para um escritório que tem apenas 10 anos de existência, o número e alcance dos seus projetos é surpreendente; para lidar com a demanda, a empresa tem crescido e emprega hoje cerca de 300 pessoas. Este crescimento, porém, não aconteceu por acaso. Neste artigo, originalmente publicado em DesignIntelligence como "The Secret to BIG Success" Bob Fisher conversa com o CEO da empresa e a sócia Sheela Maini Søgaard a fim de descobrir o plano de negócios por trás do fenômeno BIG.

BIG é provavelmente o melhor nome do mundo para uma empresa.

O Bjarke Ingels Group (BIG) parece ter um impacto desproporcional em tudo o que faz. A empresa de arquitetura com sede em Copenhague vira convenções e hipóteses de cabeça para baixo e combina possibilidades contrastantes em maneiras escandalosamente ousadas, criativas e lúdicas. Projetos como Via na West 57th Street em Nova York e a Usina Amager Bakke em Copenhague são bons exemplos: o primeiro, um prédio de apartamentos em forma de pirâmide que desafia a floresta de torres retangulares em torno dele, e o segundo, uma usina de reciclagem que funciona como uma pista de esqui e solta fumaça em forma de anel.

O mundo tomou conhecimento. Seja através de elogios ou críticas e meios empresariais e culturais arquitetônicos tendem a utilizar um tom heroico ao descrever o trabalho da empresa: radical, ambicioso, ousado, confiante. Em suma ... BIG.

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Studio MK27 entre os vencedores do LEAF Awards 2015

Studio MK27 entre os vencedores do LEAF Awards 2015 - Imagem de Destaque
Ribbon Chapel / Hiroshi Nakamura & NAP Co. Ltd. Cortesia de LEAF International

Foram recentemente anunciados os vencedores do LEAF Awards 2015, honraria fundada em 2001 com o intuito de homenagear projetos de arquitetura inovadores em 13 diferentes categorias dedicadas a aspectos específicos a construção, incluindo melhor projeto de fachada, melhor edifício futuro e edifício público do ano. Entre os vencedores desta edição do prêmio está o escritório brasileiro Studio MK27, liderado por Marcio Kogan.

Conheça os vencedores, a seguir.

Críticos comentam a Bienal de Arquitetura de Chicago

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Críticos comentam a Bienal de Arquitetura de Chicago - Imagem de Destaque
Imagem de Chicago do ensaio fotográfico de Iwan Baan. Imagem © Iwan Baan

Na semana retrasada, a Bienal de Arquitetura de Chicago abriu para mais de 31.000 visitantes e com muito alarde, por uma boa razão - trata-se do maior evento de arquitetura no continente desde a Exposição Universal de 1893 , com mais de cem expositores de mais de trinta países. Com um tema tão ambíguo como "O Estado da Arte da Arquitetura", e com a esperança de fazer a bienal, de acordo com diretores Joseph Grima e Sarah Herda, "um espaço de debate, diálogo e de produção de novas idéias", o evento certamente geraria opiniões igualmente abrangentes. Leia mais para descobrir o que os críticos têm a dizer sobre a Bienal.

Complexo Habitacional do OMA e Ole Scheeren vence o prêmio "World Building of the Year 2015"

A cidade vertical projetada pelos escritórios OMA e Buro Ole Scheeren em Singapura, conhecida como The Interlace, foi eleita o Edifício do Ano 2015 ao fim do World Architecture Festival (WAF). Elogiada por ser “um exemplo de pensamento arquitetônico ousado e contemporâneo”, segundo o diretor do WAF, Paul Finch, o projeto é o oitavo a receber a honraria e é considerado pelo júri uma “abordagem nova e radical em relação ao habitat contemporâneo em um ambiente tropical.”

Além do edifício do ano, também foram anunciados os vencedores das categorias Projeto Futuro, Paisagem, Projeto de Pequena Escala e o Color Prize. Conheça os vencedores, a seguir.

Julia Peyton-Jones se afasta após 25 anos na diretoria da Serpentine Gallery

Julia Peyton-Jones anunciou que se afastará da diretoria da Serpentine Gallery no em meados de 2016. Nos 25 anos em que assumiu o cargo, Peyton-Jones ajudou a criar o Serpentine Gallery Pavilion e presenciou a abertura da Serpentine Sackler Gallery de Zaha Hadid Architects.

"Nunca há um bom momento para deixar uma instituição, mas quis deixar a Serpentine em um período de força e sucesso", comentou Peyton-Jones, segundo o Architects' Journal.

Ground Control: Como o concreto transforma nossa relação com a terra

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O concreto sempre possuiu uma estreita relação com a terra; como material preferido para a criação das fundações dos edifícios, um dos seus usos mais comuns é efetivamente como o substituto mais viável para a terra. No século XX, a capacidade do concreto de transformar nossa interação com o solo foi levada a outro nível. Na medida que tanto arquitetos como engenheiros exploravam as oportunidades que oferece a combinação do concreto armado e da mentalidade modernista, foram feitas várias tentativas de substituir a terra de uma maneira mais dramática: através da criação de uma nova base, separada do chão. O exemplo mais difundido entre estes foi a autopista elevada que surgiu em todo o mundo, e a mais relevante para os arquitetos, as "ruas no céu", baseados em obras como a Robin Hood Gardens de Alison e Peter Smithson. Newcastle oferece um exemplo de cidade sobre esta teoria, iniciando um ambicioso plano para tornar-se a "Brasília do Norte" por meio da criação de uma rede elevada de passagens de pedestres totalmente separada dos automóveis. O projeto foi abandonado na década de 70 e estas ideias foram implementadas apenas em pequenas partes.

Depois da dramática queda do modernismo na década de 70 e 80, o projeto de reinterpretar o solo com concreto foi, em grande medida, esquecido. Claro que os arquitetos ainda utilizaram o concreto nos seus desenhos, mas estavam felizes com a relação puramente tradicional com a terra: seus edifícios era entes discretos que estavam assentados sobre a terra, e nada mais. Entretanto, este material explorado em profundidade no livro de 2001 de Stan Allen e Marc McQuade: Landform Building: Architecture's New Terrain, nos últimos anos demostrou que os arquitetos estão dispostos a trabalhar, uma vez mais, o solo com novas e emocionantes formas. Nos anos posteriores à publicação do Landform Building, esta tendencia se intensificou, como demostram os seguintes três projetos.

Ground Control: Como o concreto transforma nossa relação com a terra - Mais Imagens+ 5

É melhor abrir seu próprio escritório de arquitetura ou trabalhar como funcionário?

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Para muitos arquitetos, ter seu próprio escritório é o sonho que guia suas carreiras. Em um campo como o da arquitetura, a ideia de ter liberdade para aceitar os projetos que mais lhe interessam e a liberdade criativa de tomar a decisão final em uma proposta parece o modo ideal de trabalho. Contudo, basta perguntar a qualquer arquiteto que fundou seu próprio escritório e ele provavelmente lhe dirá que ter sua própria firma não é algo tão romântico quanto parece e demanda muito esforço (não de projeto) para alcançar o sucesso. Na esteira da recessão dos últimos anos, muitos descobriram isso do jeito difícil, tornando autônomos sem necessidade e tendo que usar sua criatividade para conseguir ganhar algum dinheiro. 

Grace Farms / SANAA

Grace Farms / SANAA - Mais Imagens+ 31

  • Arquitetos: SANAA
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  7
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2015
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes:  1212 Studio, 9Wood, American Floor Covering, Ann Sacks, Armani Restoration, +39

Sou Fujimoto serve de inspiração na Fashion Week de Paris

Na Fashion Week de Paris deste ano a maison suíça Akris mostrou sua coleção de primavera/verão 2016: uma montagem de vestes baseada na obra do arquiteto japonês Sou Fujimoto.

O diretor criativo da Akris, Albert Kriemler, foi apresentado a Fujimoto pelo fotógrafo Iwan Baan quando trabalhava na Université Paris-Saclay. Com grande admiração, Kriemler foi então influenciado pela obra do arquiteto: "Tenho admirado a obra de Sou Fujimoto e sua abordagem única em relação à arquitetura há algum tempo [...] Há arquitetos cuja visão é próxima à essência da moda - criar uma relação entre o corpo e o ambiente que ajude os seres humanos a viver confortavelmente."

As peças da coleção foram organizadas em grupos que correspondem a projetos arquitetônicos específicos - vestes perfuradas lembram a House of Hungarian Music:

Diller Scofidio + Renfro vence concurso para projetar a Escola Juilliard em Tianjin

O escritório Diller Scofidio + Renfro (DS+R) foi selecionado para projetar a nova Escola Tianjin Juilliard. Mesma firma responsável pela expansão da sede da Juilliard em Nova Iorque em 2009, DS+R planeja concluir o novo equipamento em Tianjin em 2018. O projeto já recebeu aprovação preliminar do Ministério da Educação da China.

Assim que for concluída, a nova escola oferecerá um curso de Mestrado em Música nas áreas de desempenho em orquestra, desempenho em música de câmara e piano colaborativo, além de um programa pré-colegial, um programa de treinamento instrumental, educação para adultos e apresentações para o público em geral.

Feliz Dia Mundial da Arquitetura!

Criado pela Union International des Architects (UIA) em 2005 - buscando destacar a responsabilidade coletiva dos arquitetos em relação ao futuro de nossas cidades - o Dia Mundial da Arquitetura é celebrado na primeira segunda-feira do mês de outubro.

Este ano, o tema eleito pela UIA é "Architecture, Building, Climate" (Arquitetura, Construção, Clima), que busca destacar o papel essencial da arquitetura, do projeto e do urbanismo na redução das emissões de gases de efeito estufa. "A grande responsabilidade dos arquitetos no mundo de hoje é cuidar dos recursos naturais do planeta, buscando diminuir a produção de lixo e reciclar. Estes profissionais devem utilizar os recursos que se encontram em nível local de maneira inovadora e simples."

Acreditamos que através de pequenas operações, baseadas simplesmente no sentido comum, os arquitetos podem fazer a diferença e gerar grandes mudanças. Convidamos nossos leitores a celebrar este dia revisitando uma seleção de projetos que levantaram esta bandeira e contribuíram significativamente na proteção de nosso meio ambiente.