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Arquitetos: Kevin Daly Architects, PRODUCTORA
- Área: 2945 m²
- Ano: 2022




A UNESCO nomeou Copenhague como a Capital Mundial da Arquitetura em 2023, sucedendo o Rio de Janeiro, que deteve o título inaugural. Além de sediar o Congresso Mundial da União Internacional de Arquitetos (UIA), a iniciativa também busca destacar o caminho em direção a um futuro mais sustentável e o papel que a arquitetura e o planejamento urbano desempenham para alcançar esse objetivo. O título é concedido a cada três anos.
A Dinamarca lidera consistentemente o ranking dos países mais felizes do mundo, de acordo com o World Happiness Report. Para urbanistas, Copenhague, a capital da Dinamarca, tornou-se um dos estudos de caso mais citados em termos de infraestrutura de carbono neutro, mobilidade para pedestres e ciclistas, e a excelente qualidade de seu espaço público. Segundo o Dansk Arkitektur Center, espera-se que mais de 10 mil profissionais da arquitetura visitem Copenhague ao longo do ano para participar de visitas guiadas, exposições, debates e eventos culturais que colocam o design e a arquitetura em destaque.

Os esforços arqueológicos destinados a explorar as civilizações do passado revelaram uma semelhança em todo o mundo, uma forma de arquitetura desenvolvida de forma independente em todos os continentes. As evidências mostram que as comunidades neolíticas usavam solos férteis e argila aluvial para construir habitações humildes, criando o primeiro material de construção durável e sólido da humanidade. A arquitetura de terra nasceu muito cedo na história da humanidade, e as técnicas sofreram um declínio gradual à medida que os estilos de vida mudaram, as cidades cresceram e os materiais industrializados floresceram. A arquitetura de terra tem lugar no mundo do século XXI?

A Copa do Mundo de Futebol é um dos maiores eventos do mundo e envolve torcedores de todas as nacionalidades. Já tendo passado por vários continentes, o evento este ano acontecerá no Qatar, um país da península árabe com uma população de cerca de 2,7 milhões de habitantes, sendo a maioria islâmica. Além deste, outros 31 países disputarão o título de melhor do mundo.
Para além de um evento esportivo, a Copa é também uma oportunidade de observar, conhecer e conviver com outras culturas, principalmente para o país sede. Divididos em 8 diferentes grupos, os primeiros a jogar, do grupo A e B, serão Qatar, Equador, Inglaterra, Irã, Senegal, Países Baixos, Estados Unidos e País de Gales. Veja a seguir alguns exemplos da arquitetura desses países.


Desde de 6 de novembro, líderes mundiais estão se reunindo em Sharm el Sheikh, no Egito, para a COP27. O nome significa a 27ª Conferência das Partes, um evento quase anual iniciado sob a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC) de 1992. O objetivo dessas conferências é garantir que os países estejam comprometidos em tomar medidas para evitar mudanças climáticas perigosas e encontrar maneiras de reduzir globalmente as emissões de gases de efeito estufa de maneira equitativa. A eficácia dessas reuniões variou ao longo dos anos, com algumas iniciativas bem-sucedidas, como o Acordo de Paris de 2015, um tratado internacional juridicamente vinculativo adotado por 196 partes com o objetivo de limitar o aquecimento global em menos de 2ºC ou, preferencialmente, 1,5ºC em comparação com o período pré-industrial.




No ArchDaily, nosso trabalho se fundamenta em narrativas. Entre a prática profissional e os projetos, editoriais e notícias, escrevemos para compartilhar de que maneira a arquitetura e o design transformam não apenas nosso modo de vida, mas também as razões por trás dele. Além disso, assumimos a responsabilidade de escolher quais histórias são contadas e quais permanecem no silêncio. O texto a seguir é uma reflexão sobre o design em Los Angeles — uma cidade bela, imensa, dispersa e diversa que chamei de lar por muitos anos.

O Museu de Arte de Portland e os arquitetos da Dovetail Design Strategists anunciaram quatro renomados escritórios de arquitetura pré-selecionados para a unificação e expansão do novo campus do Museu de Arte de Portland, no coração do centro de Portland, Maine. Sob o tema "Arte para Todos", a missão, visão e compromisso do PMA com a sustentabilidade e diversidade, equidade, acessibilidade e inclusão foram a base da proposta de valor que norteou a unificação e expansão do museu, visando "refletir um desafio aos museus e instituições culturais para fazer mais, criar centros de pertencimento e promover mudanças sociais".

Tempos difíceis unem as pessoas. Nos últimos anos, vimos como o trabalho coletivo pode ser uma força motriz para ajudar as pessoas afetadas por desastres naturais ou causados pela ação humana. Após uma catástrofe ou deslocamento forçado, um ambiente físico seguro costuma ser essencial. Diante disso, a coordenação de esforços torna-se um fator crucial para prestar assistência em momentos de necessidade.
Arquitetos e arquitetas, como especialistas em abrigos, desempenham um papel fundamental na criação de ambientes seguros e adequados, sejam habitações individuais, edifícios públicos, escolas ou acampamentos temporários de emergência. No entanto, como afirma o arquiteto Diébédo Francis Kéré: "Quando você não tem nada e quer convencer a sua comunidade a acreditar em uma ideia, pode acontecer de todos começarem a trabalhar com você, mas é preciso continuar lutando para convencê-los".

Profissionais de arquitetura assumem uma responsabilidade significativa ao conceber projetos que devem ser bem-sucedidos não apenas para seus clientes, mas para qualquer pessoa que habite ou seja impactada por seus espaços. Temas como sustentabilidade, inclusão social, oportunidades econômicas e equidade urbana global têm estado constantemente em pauta nos últimos anos, resultando em uma nova abordagem holística de projeto para um futuro melhor, que muitos vêm chamando de métricas Ambientais, Sociais e de Governança, mais conhecidas como ESG.

Nenhuma cidade é como Nova York. Amálgama de diferentes culturas, ela é uma das mais diversas do mundo. Entretanto, Nova York também enfrenta desafios sociais e ambientais que vão desde a necessidade de novas moradias e demandas de transporte até o aumento do nível do mar e tempestades. À medida que a pandemia enfatizou ainda mais a importância da arquitetura e do urbanismo no desenvolvimento da vida pública, as autoridades e os planejadores da cidade estão analisando uma série de abordagens e modelos a fim de reinventar o crescimento urbano.

Cidades em todo o mundo estão desenvolvendo planos de ação abrangentes para criar uma resposta coordenada aos desafios da mudança climática. Metas e objetivos para emissões baseadas no consumo são importantes para orientar o planejamento estratégico e a tomada de decisões, melhorar a responsabilidade e comunicar a direção do planejamento das empresas e do público. Autoridades governamentais nacionais e regionais estão trabalhando com o setor privado, organizações internacionais e a sociedade civil para criar mudanças em todos os níveis, desde intervenções estruturais em cadeias de fornecimento e indústrias até ações individuais. Isto demonstra uma compreensão crescente do papel das cidades na mitigação dos efeitos adversos do aumento da temperatura.