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Arquitetos: MAD Architects
- Área: 10778 m²
- Ano: 2020

As Nações Unidas estimam que a população mundial alcançará 10,4 bilhões de pessoas até 2100. Já em 2050, duas em cada três pessoas viverão em cidades, atraídas pelas oportunidades, serviços e comodidades oferecidos. Esse cenário exerce ainda mais pressão sobre as áreas urbanas, já que essa população demandará acesso a água, alimentação, espaços públicos, infraestrutura de qualidade e, sobretudo, habitação. De fato, estimativas sugerem que mais de dois bilhões de lares precisarão ser construídos até o final do século XXI para acomodar essa explosão demográfica. À medida que as cidades crescem, expande-se também a dispersão urbana, trazendo consigo uma série de desafios socioambientais. Diante das mudanças climáticas, o desenvolvimento urbano sustentável deve garantir que as futuras soluções habitacionais — novas ou reformadas — sejam construídas para apoiar comunidades saudáveis, priorizando o bem-estar tanto humano quanto ambiental. Por sua vez, as cidades precisarão ser construídas de forma mais densa e rápida, porém sem abrir mão de uma longa lista de critérios rigorosos. Só assim será possível evitar os efeitos negativos e frequentemente negligenciados do hiperadensamento descontrolado, que costumam comprometer a reputação do desenvolvimento urbano.

Com o avanço das mídias sociais, entramos na era de uma sociedade do espetáculo multimídia, na qual o impacto das imagens sobre o público cresce a cada ano. As plataformas predominantemente visuais ganham cada vez mais relevância no mercado, funcionando inclusive como uma alternativa de viagem, permitindo que as pessoas explorem cenários espetaculares de todo o mundo sem sair de casa. O ArchDaily, comprometido em inspirar o público, estabeleceu sua presença no Instagram há muitos anos e, em 2022, expandimos nossa atuação para a plataforma chinesa Xiaohongshu, buscando compartilhar projetos incríveis com novos públicos. Observamos que a influência dos chamados "stararchitects" permanece forte, enquanto diversão, apelo estético e relevância são as palavras-chave mais valorizadas pelos leitores. A seguir, compilamos os 20 projetos arquitetônicos mais curtidos em 2022 nas contas oficiais do ArchDaily no Xiaohongshu e no Instagram. Continue lendo para descobrir as preferências arquitetônicas do público.

Ora escultural e expressivo, ora monolítico e monótono, o estilo arquitetônico brutalista é igualmente diverso e polêmico. Desde suas origens como subproduto do movimento modernista na década de 1950 até hoje, os edifícios brutalistas continuam sendo um ponto de discussão popular no debate arquitetônico. Uma possível explicação para isso é que estes edifícios brutalistas geralmente são muito fotogênicos; suas texturas e sombras dramáticas criam imagens apelativas.




A UNESCO nomeou Copenhague como a Capital Mundial da Arquitetura em 2023, sucedendo o Rio de Janeiro, que deteve o título inaugural. Além de sediar o Congresso Mundial da União Internacional de Arquitetos (UIA), a iniciativa também busca destacar o caminho em direção a um futuro mais sustentável e o papel que a arquitetura e o planejamento urbano desempenham para alcançar esse objetivo. O título é concedido a cada três anos.
A Dinamarca lidera consistentemente o ranking dos países mais felizes do mundo, de acordo com o World Happiness Report. Para urbanistas, Copenhague, a capital da Dinamarca, tornou-se um dos estudos de caso mais citados em termos de infraestrutura de carbono neutro, mobilidade para pedestres e ciclistas, e a excelente qualidade de seu espaço público. Segundo o Dansk Arkitektur Center, espera-se que mais de 10 mil profissionais da arquitetura visitem Copenhague ao longo do ano para participar de visitas guiadas, exposições, debates e eventos culturais que colocam o design e a arquitetura em destaque.

Os esforços arqueológicos destinados a explorar as civilizações do passado revelaram uma semelhança em todo o mundo, uma forma de arquitetura desenvolvida de forma independente em todos os continentes. As evidências mostram que as comunidades neolíticas usavam solos férteis e argila aluvial para construir habitações humildes, criando o primeiro material de construção durável e sólido da humanidade. A arquitetura de terra nasceu muito cedo na história da humanidade, e as técnicas sofreram um declínio gradual à medida que os estilos de vida mudaram, as cidades cresceram e os materiais industrializados floresceram. A arquitetura de terra tem lugar no mundo do século XXI?

A Copa do Mundo de Futebol é um dos maiores eventos do mundo e envolve torcedores de todas as nacionalidades. Já tendo passado por vários continentes, o evento este ano acontecerá no Qatar, um país da península árabe com uma população de cerca de 2,7 milhões de habitantes, sendo a maioria islâmica. Além deste, outros 31 países disputarão o título de melhor do mundo.
Para além de um evento esportivo, a Copa é também uma oportunidade de observar, conhecer e conviver com outras culturas, principalmente para o país sede. Divididos em 8 diferentes grupos, os primeiros a jogar, do grupo A e B, serão Qatar, Equador, Inglaterra, Irã, Senegal, Países Baixos, Estados Unidos e País de Gales. Veja a seguir alguns exemplos da arquitetura desses países.


Desde de 6 de novembro, líderes mundiais estão se reunindo em Sharm el Sheikh, no Egito, para a COP27. O nome significa a 27ª Conferência das Partes, um evento quase anual iniciado sob a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC) de 1992. O objetivo dessas conferências é garantir que os países estejam comprometidos em tomar medidas para evitar mudanças climáticas perigosas e encontrar maneiras de reduzir globalmente as emissões de gases de efeito estufa de maneira equitativa. A eficácia dessas reuniões variou ao longo dos anos, com algumas iniciativas bem-sucedidas, como o Acordo de Paris de 2015, um tratado internacional juridicamente vinculativo adotado por 196 partes com o objetivo de limitar o aquecimento global em menos de 2ºC ou, preferencialmente, 1,5ºC em comparação com o período pré-industrial.




No ArchDaily, nosso trabalho se fundamenta em narrativas. Entre a prática profissional e os projetos, editoriais e notícias, escrevemos para compartilhar de que maneira a arquitetura e o design transformam não apenas nosso modo de vida, mas também as razões por trás dele. Além disso, assumimos a responsabilidade de escolher quais histórias são contadas e quais permanecem no silêncio. O texto a seguir é uma reflexão sobre o design em Los Angeles — uma cidade bela, imensa, dispersa e diversa que chamei de lar por muitos anos.

O Museu de Arte de Portland e os arquitetos da Dovetail Design Strategists anunciaram quatro renomados escritórios de arquitetura pré-selecionados para a unificação e expansão do novo campus do Museu de Arte de Portland, no coração do centro de Portland, Maine. Sob o tema "Arte para Todos", a missão, visão e compromisso do PMA com a sustentabilidade e diversidade, equidade, acessibilidade e inclusão foram a base da proposta de valor que norteou a unificação e expansão do museu, visando "refletir um desafio aos museus e instituições culturais para fazer mais, criar centros de pertencimento e promover mudanças sociais".