Renovation of a Village House / unparelld’arquitectes. Image
Quando falamos em reformar, e talvez isso já não seja mais nenhuma surpresa pra ninguém, a primeira coisa que nos dizem é que a obra “vai custar o dobro do que a gente quer e demorar o dobro do que a gente gostaria”. Uma reforma, independentemente de sua escala ou natureza, costuma doer tanto na cabeça quanto no bolso, especialmente depois que a poeira começa a subir. Ainda assim, mesmo cientes de todos os desafios, muitas vezes não há como evitar aquela tão terrível e aguardada reforma.
Mas nem toda reforma deve nos levar à falência ou à loucura, e buscar soluções mais econômicas nem sempre significa abrir mão da qualidade. Desde gerir a própria obra, a meter a mão na massa ou restaurar os móveis que você já tem em casa, aqui vão algumas dicas para não estourar o orçamento com o seu projeto de reforma.
A escolha pelos elementos dos banheiros, cozinhas e lavanderias é sempre um desafio de projeto. Seja no revestimento, nos metais ou nas louças, é importante reunir o máximo de informações possível para projetar um espaço funcional e harmonioso. Dentre esses elementos, destacamos aqui as informações necessárias para se escolher o melhor tipo de cuba e suas aplicações.
A Bienal Espanhola de Arquitetura e Urbanismo BEAU 2021 anunciou os finalistas da chamada 'Panorama de Obras de Arquitetura e Urbanismo'. Dentre as 581 propostas apresentadas, 100 projetos foram selecionados, e agora 70 foram escolhidos para a rodada final, que premiará 20 como os mais relevantes da arquitetura e do urbanismo espanhóis dos últimos três anos.
A ventilação serve a duas finalidades principais em um espaço: em primeiro lugar, retirar os poluentes presentes e fornecer ar limpo. A segunda é atender às necessidades metabólicas dos ocupantes, proporcionando temperaturas agradáveis aos espaços, se o clima permitir. É sabido que ambientes com ventilação inadequada podem trazer sérios malefícios à saúde dos ocupantes e, principalmente em climas quentes, desconforto térmico. Um estudo da Universidade de Harvard mostrou que em edifícios com boa ventilação e melhor qualidade do ar (com menores taxas de dióxido de carbono), os ocupantes apresentam melhores desempenhos das funções cognitivas, respostas mais rápidas a situações extremas e melhor raciocínio em atividades estratégicas.
Não é difícil perceber que a ventilação desempenha papel vital na garantia de uma boa adequada do ar e no conforto térmico em edifícios. Todos já sentimos isso. Mas quando falamos de ventilação, sempre nos vêm à mente uma brisa leve da janela, balançando o nosso cabelo, com um aroma agradável e uma temperatura que nos traz conforto. Em climas amenos, isso pode até ser uma realidade na maioria dos dias do ano. Em climas severos ou locais poluídos isso é bem diferente.
Prototipo para un Edificio de Campus Ecosocial. Concurso para el diseño de un edificio de informática en la Universidad del Valle. Cali, Colombia (2014). Image Cortesía de Husos
A obra da Husos Architects avança num diálogo contínuo entre o projeto e a investigação. Fundado em 2003 entre a Espanha e a Colômbia, o escritório de arquitetura e urbanismo se destaca por abordar diferentes escalas, do micro ao global, respondendo às necessidades de usuários específicos, mas tecendo profundas redes contextuais com o meio ambiente e além. Como eles abordam efetivamente essa complexidade, por sua vez promovendo a transformação social? Conversamos com Diego Barajas e Camilo García Barona sobre seus processos de abordagem de usuários e outros agentes envolvidos –não apenas humanos–, sobre como abordam a colonização da biosfera que causou as mudanças climáticas e sobre sua investigação sobre o ativismo a partir de uma série de campos de batalha habitualmente negligenciados nos discursos tradicionais da arquitetura.
Protótipo para um Edifício de Campus Ecossocial. Concurso para o projeto de um edifício de ciência da computação na Universidad del Valle. Cali, Colômbia (2014). Imagem cortesia de Husos
O trabalho do escritório Husos Architects avança em um diálogo contínuo entre projeto e pesquisa. Fundado em 2003 entre a Espanha e a Colômbia, o escritório de arquitetura e urbanismo se destaca por abordar diferentes escalas, do micro ao global, respondendo às demandas de usuários/as específicos/as e, ao mesmo tempo, tecendo redes contextuais profundas com o entorno e além. Como abordam essa complexidade de forma eficaz, promovendo, com isso, a transformação social? Conversamos com Diego Barajas e Camilo García Barona sobre seus processos de aproximação com usuários/as e outros agentes envolvidos — não apenas humanos —, sobre como abordam a colonização da biosfera que causou as mudanças climáticas e sobre sua investigação do ativismo a partir de uma série de campos de batalha habitualmente negligenciados nos discursos tradicionais da arquitetura.
Stephanie & Kevin / Atelier Vens Vanbelle. Image Courtesy of Atelier Vens Vanbelle
Como é de praxe em todos os finais de ano, a Pantone anunciou sua(s) cor(es) para o ano de 2021: PANTONE 17-5104 Ultimate Gray e PANTONE 13-0647 Illuminating. Pela segunda vez em sua história—que já dura 22 anos—, a Pantone escolheu não uma, mas duas cores tendência para representar o próximo ano. Embora a Pantone tenha revelado que ambas cores foram escolhidas independentemente, elas podem ser vistas como complementares. Enquanto a PANTONE 13-0647 é “iluminante”, brilhante e vivaz, a PANTONE 17-5104 é uma cor pura e genuína. Quando juntas, estas cores representam a força, o otimismo e a energia necessárias para encaramos os desafios do próximo ano. Na arquitetura, esta paleta tem sido utilizada em uma enorme variedade de espaços, desde ambientes domésticos minimalistas até grandes complexos multiuso. Abaixo, apresentamos 14 exemplos de projetos publicados aqui no ArchDaily que utilizam tons similares das cores escolhidas pela Pantone para 2021.
https://www.archdaily.com.br/pt/953804/arquitetura-em-tons-de-amarelo-e-cinza-cores-pantone-2021Lilly Cao