Como protagonista da cena culinária argentina, o churrasco ocupa um papel de destaque. Na arquitetura, para além das dimensões dos espaços onde são instaladas, as churrasqueiras se consolidam como ponto de encontro de visitantes e residentes das moradias, entrando em contato direto com os costumes e a cultura do país.
Cidades em todo o mundo estão desenvolvendo planos de ação abrangentes para criar uma resposta coordenada aos desafios da mudança climática. Metas e objetivos para emissões baseadas no consumo são importantes para orientar o planejamento estratégico e a tomada de decisões, melhorar a responsabilidade e comunicar a direção do planejamento das empresas e do público. Autoridades governamentais nacionais e regionais estão trabalhando com o setor privado, organizações internacionais e a sociedade civil para criar mudanças em todos os níveis, desde intervenções estruturais em cadeias de fornecimento e indústrias até ações individuais. Isto demonstra uma compreensão crescente do papel das cidades na mitigação dos efeitos adversos do aumento da temperatura.
Nos projetos de habitação coletiva, apartamentos e conjuntos residenciais, as intenções projetuais em relação às espacialidades ou às atmosferas costumam concentrar-se nos espaços onde as pessoas residentes passam a maior parte do tempo: o interior das unidades residenciais e, quando existentes, as áreas de uso comum – academias, salões multiuso, etc. Os espaços de circulação, por outro lado, são tratados como “zonas de passagem”, de modo que muitas vezes acabam respondendo mais a questões funcionais do que espaciais.
1. Casa de Estudios para Artistas / Antonio Bonet. 2. Terrace Palace / Antonio Bonet, Roberto Luna, Raúl Fernández e Alejandro Zamudio. 3. La Obra Urbana de Togo Díaz / José Ignacio Díaz. 4. Colegio Manuel Belgrano / Bidinost+Chute+Gasó+Lapacó+Meyer. 5. Biblioteca Nacional Mariano Moreno / Testa, Bullrich e Cazzaniga. 6. Facultad de Arquitectura de Mendoza / Enrico Tedeschi. Imagem
No território sul-americano, foram estabelecidas diferentes datas para homenagear e celebrar a trajetória, vida e obra dos profissionais da arquitetura. Enquanto no Uruguai a data é celebrada a cada 27 de novembro, em referência à criação da primeira Faculdade de Arquitetura; no Brasil, em 15 de dezembro, em homenagem ao nascimento de Oscar Niemeyer; e no Chile, em 4 de agosto, devido à fundação do Colégio de Arquitetos; a Federação Argentina de Entidades de Arquitetos (FADEA) manteve o dia 1° de julho para comemorar o Dia do/a Arquiteto/a Argentino/a, respeitando a instituição do Dia Internacional da Arquitetura, estabelecido pela União Internacional de Arquitetos (UIA) em 1985.
Você moraria em uma casa construída em uma fábrica? A evolução tecnológica no projeto e produção arquitetônica está trazendo mudanças inegáveis na maneira como pensamos e construímos a arquitetura. A possibilidade de materializar uma casa através de um sistema de peças fabricadas industrialmente em uma área fora do canteiro final da obra abriu a porta para muitos arquitetos investigarem e experimentarem novos materiais e tecnologias alimentados pela fabricação digital.
De acordo com a estética que se busca conferir a um espaço, a economia dos materiais ou mesmo sua manutenção a longo prazo, existem diversos tipos de forros capazes de atender às necessidades técnicas e funcionais dos projetos de arquitetura. Independentemente de seu método de fabricação, seja ele industrializado ou artesanal, os forros (também chamados de falsos tetos) representam um elemento construtivo que constitui o acabamento ou revestimento interno das coberturas.
Alcançar o máximo aproveitamento dos espaços, reduzir a projeção de implantação das edificações e projetar uma distribuição ideal que atenda às necessidades de seus habitantes estão entre as demandas e os desafios enfrentados diariamente por arquitetos e arquitetas em todo o mundo. Por meio da utilização de materiais específicos, da definição da morfologia ou mesmo das condições geográficas e naturais do terreno, é possível adotar diversas estratégias para projetar residências com o conforto de que seus habitantes necessitam, ocupando a menor área possível.
Durante os últimos anos, temos explorado diferentes maneiras de aproveitar os pequenos espaços na arquitetura residencial. De móveis eficientes e cozinhas com sistemas transformáveis a ideias para adaptar eletrodomésticos, os arquitetos têm buscado soluções eficazes para melhorar a qualidade de vida das pessoas em escassos metros quadrados, ou para flexibilizar as opções de espaço flexível em tipologias multifuncionais e de uso misto.
A cama, como elemento indispensável, pode ser utilizada à favor desses conceitos. Suas funções podem ser cumpridas sem perder espaço valioso e a experiência do dormitório pode ser enriquecida com uma reflexão cuidadosa. Como reinventar e aproveitar as oportunidades da cama tradicional?
O bloco de concreto é um material pré-fabricado utilizado, sobretudo, para a construção de paredes e muros. Como os tijolos comuns, os blocos funcionam em conjunto quando empilhados e quando unidos com argamassa. Para realizar esta união, os blocos têm um interior oco que permite a passagem de barras de aço e enchimento de argamassa.
Há uma grande variedade de dimensões e texturas, desde as superfícies lisas mais tradicionais até os acabamentos ondulados ou rugosos. Existem unidades especiais para cantos ou blocos próprios para receberem armaduras longitudinais. Suas dimensões variam entre o clássico 8x8x16 polegadas (aproximadamente 19x19x39 cm), para uso estrutural e outras versões mais finas para partições, com dimensões próximas a 8x3,5x39 polegadas (aproximadamente 19x9x39 cm). Mas como incorporá-los de forma criativa em nossos projetos?
Independentemente do layout adotado para as cozinhas, há alguns anos e com frequência cada vez maior, muitos arquitetos e arquitetas decidem projetá-las integradas a outros ambientes da casa. Livres de paredes ou divisórias, as cozinhas integradas são implantadas com o objetivo de deixar as atividades cotidianas à vista de todos, estimulando a interação e a comunicação entre os moradores.
Qual é o papel das florestas no nosso dia a dia? De que maneira elas podem se tornar espaços habitáveis? Quais estratégias podem ser implementadas para reduzir o impacto ambiental das nossas construções? No âmbito do Dia Internacional das Florestas, celebrado a cada 21 de março, o objetivo deste ano é conscientizar sobre os vínculos que se estabelecem entre as florestas e o nosso cotidiano. Mesmo com o avanço do desmatamento, as florestas representam uma fonte de grandes benefícios econômicos, sociais e ecológicos.
Tubos, cabos e condutos de diferentes materialidades nas paredes e tetos fazem parte de todos os espaços que transitamos e habitamos. Eles representam o conjunto de redes e equipamentos necessários ao desenvolvimento da vida nos nossos edifícios, trazendo serviços como água, luz, gás, entre muitos outros. De acordo com as normas vigentes em cada país e o uso definido em cada espaço, as instalações podem ser deixadas aparentes, conferindo aos espaços interiores um certo caráter e estética.