O curso livre ‘Arquitetura Paulistana’, promovido pela Escola da Cidade – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e pelo arquiteto Marco Artigas, chega ao oitavo módulo proporcionando não apenas a vivência nas obras de arquitetura contemporânea de São Paulo, mas também a convivência com seus autores.
Os caminhos percorridos pelos usuários na esfera urbana refletem as diferentes transformações no espaço natural do nosso território, através das produções intelectuais em diferentes lugares e épocas. A paisagem é o domínio de tudo o que a visão alcança, além de tudo que sentimos, ouvimos, no geral tudo o que percebemos.
Um programa de formação de coletivos temporários para experimentação de projetos de inovação social a partir de ferramentas tecnológicas, tecnologias sociais e conexão com arte e ativismo.
Um programa de formação de coletivos temporários para experimentação de projetos de inovação social a partir de ferramentas tecnológicas, tecnologias sociais e conexão com arte e ativismo.
Na era da pós-verdade, como um tempo em que o facto já não importa, explorar a manipulação no contexto da disciplina arquitetônica implica uma reflexão sobre as ferramentas do discurso. A formulação da opinião pública decorre agora dos apelos à emoção, às crenças pessoais, à repetição de uma não-verdade até que se torne numa não-mentira. Esta é a era da manipulação. É a era da imagem retratada, mais empática que a dimensão do facto.
Foto: Filipe Berndt. Courtesia: SITU, Galeria Leme
A Galeria Leme apresenta a sexta edição do projeto SITU com a instalação site-specific comissionada à artista chilena Pilar Quinteros. Parte de um projeto maior, curado por Bruno de Almeida, esta edição dá continuidade a uma pesquisa sobre formas de pensar e discutir a produção do espaço (urbano), através de uma sequência de obras realizadas nos espaços externos da galeria que estabeleçam uma relação estreita com o seu edifício (projetado pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha em colaboração com o escritório Metro Arquitetos) assim como com o espaço público contíguo.
Primeira Obra - Primeiro Projecto // Concurso Internacional de Arquitectura // 4.ª Edição
[RE]VER A JOFEBAR - PERAFITA
O objecto do concurso de carácter internacional que se promove, direccionado a jovens estudantes de arquitectura, é a criação de uma nova identidade para as instalações da empresa Jofebar, com especial enfâse na marca PanoramAH!, coerente com os valores da empresa e com o espírito das soluções e dos produtos que a mesma desenvolve. Mantendo-se o edificado existente, pedimos aos concorrentes que apresentem soluções inovadoras, através da criação de uma nova estrutura / fachada, por via de elementos estáticos ou dinâmicos, com recurso à utilização de elementos tradicionais ou tecnológicos que evidenciem a sua fachada.
Uma resposta arquitetônica aos crescentes problemas da população, clima e migração urbana está atualmente em exposição no Centro de Arquitetura Dinamarquês em Copenhague, na forma da exposição Wasteland. Com curadoria da empresa de arquitetura dinamarquesa Lendager Group, as exposições estão repletas de matérias-primas, processos, experiências e métodos, apoiados por uma longa lista de fatos chocantes sobre nossos efeitos no planeta Terra: mais de 2 milhões de toneladas de CO2 foram emitidos globalmente este ano; mais de 3,3 bilhões de toneladas de recursos foram extraídos da Terra neste ano; Mais de 127 milhões de toneladas de resíduos foram despejados no mundo este ano, totalizando um custo de mais de US$ 14 trilhões de dólares resultantes da nossa incapacidade de agir sobre as alterações climáticas. Estas são estatísticas atuais, que confrontam os visitantes na primeira sala do espaço de exposição. Eles fornecem contexto para o que vem a seguir.
Apesar de já ter sido objeto de estudo de diversos acadêmicos nacionais e internacionais e de concursos que pretendiam vislumbrar um possível destino para o Elevado, a questão primordial permanece ainda sem resposta definitiva: qual deve ser de fato o futuro do Minhocão?
O Que Eu Souconstitui a segunda apresentação da Coleção de Arte Fundação EDP no MAAT. Dentro de um ciclo de olhares temáticos sobre peças significativas da arte portuguesa contemporânea, esta nova seleção leva o público a entrar na vida e na obra dos artistas, revelando os espaços mais íntimos e menos conhecidos do processo criativo e demonstrando como os mundos objetivo e subjetivo contaminam a arte. Aponta-se, deste modo, para temáticas inerentes à relação complementar e paradoxal entre a definição do «Eu» autobiográfico e da identidade, as ligações entre percurso biográfico e artístico, mas também para ideias de arte, vida e suas respetivas intersecções. Adotando o título de um poema de Teixeira de Pascoaes (1877-1952), a exposição proporciona novas leituras sobre a dimensão autobiográfica e autorreferencial da criação artística, focando tanto o momento presente, como as ressonâncias que advêm da relação histórica entre a arte e a vida.
https://www.archdaily.com.br/pt/868506/exposicao-o-que-eu-souEquipe ArchDaily Brasil
No século XXI, a relação entre artes plásticas e cinema é um tópico crucial dos debates culturais. Artistas que fazem filmes, cineastas que fazem exposições, filmes que são instalações, imagens que são esculturas. Criadores oriundos, por formação ou carreira, da área do cinema ou das artes plásticas trabalham, ao mesmo tempo, objetos e imagens, fixas ou em movimento, testando os limites mais avançados da imaginação e da liberdade — ou seja, da arte. Os filmes de Apichatpong Weerasethakul — como Blissfully Yours, O Tio Boonmee, que se Lembra das Suas Vidas Anteriores (Palma de Ouro 2010, Cannes) ou Cemitério do esplendor — e de Joaquim Sapinho — Corte de Cabelo, Mulher Polícia ou Deste Lado da Ressurreição — produziram momentos únicos que ajudaram a redesenhar a paisagem visual de hoje.
https://www.archdaily.com.br/pt/868508/liquid-skin-nil-apichatpong-weerasethakul-joaquim-sapinho-no-maatEquipe ArchDaily Brasil
Alexandre Périgot, La Maison du Fada, 2011-13. Image Cortesia de MAAT
«Dimensões Variáveis» é um termo descritivo muito utilizado nas legendas de obras de arte, especialmente no campo da arte contemporânea, mas de uso raro no domínio da arquitetura, no qual as dimensões são construídas, logo definidas, por natureza. A exposição propõe um novo olhar e inventa novos diálogos sobre esta relação entre artistas e arquitetura.
https://www.archdaily.com.br/pt/868505/exposicao-dimensoes-variaveis-artistas-e-arquitetura-no-maatEquipe ArchDaily Brasil
Curso criado pela Pistache Editorial, editora independente que publicou o livro Casacadabra em 2016, estimula criança a entender o ambiente construído e a atuar nas cidades
A partir de Abril, o Sesc Pinheiros promove o curso "Arquitetura Para Crianças" com Simone Sayegh e Carolina Hernandes. Voltado para crianças a partir de 7 anos, a atividade explora noções e conhecimentos da arquitetura de modo lúdico e será desenvolvido em três módulos interdependentes.
Conferência Design para Vida, Edição São Paulo, 2017
São Paulo abriga a próxima edição da Conferência Design para Vida, que acontece na EBAC - Escola Britânica de Artes Criativa, na Vila Madalena, de 26 a 28 de maio.
via José Maçãs de Carvalho, Arquivo e Democracia, 2016 (VIDEO STILL)
O projeto Arquivo e Democracia é um ensaio visual sobre as mulheres de origem filipina que trabalham em Hong Kong, em serviços domésticos, e ocupam as ruas de Central aos domingos.
https://www.archdaily.com.br/pt/868503/exposicao-arquivo-e-democracia-jose-macas-de-carvalhoEquipe ArchDaily Brasil
Categoria fronteiras da arquitetura: Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro / Fernando Meirelles, Daniela Thomas e Andrucha Waddington Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil
Vencedores e críticos da categoria arquitetura do prêmio APCA 2016 participam de mesa redonda no Museu da Casa Brasileira
O Censo de 2010 do Brasil mostra que 84% da população brasileira vive em cidades. Em 50 anos, as cidades brasileiras receberam cerca de 130 milhões de pessoas, o equivalente ao nascimento de uma cidade de 2,6 milhões de habitantes por ano. Essa urbanização não ocorreu, no entanto, sem problemas. A gestão das cidades permanece um desafio.
Utopia/Distopia – Mudança de Paradigma . Imagem cortesia do MAAT
Utopia/Distopia com curadoria de Pedro Gadanho, João Laia e Susana Ventura é a primeira “exposição-manifesto” no novo edifício do MAAT. Estabelecendo um diálogo com os projetos site-specific da Galeria Oval do museu, estas exposições coletivas apresentam obras de artistas e arquitetos que, nas respetivas áreas, têm contribuído para uma compreensão profunda e uma reflexão crítica sobre temas cruciais do presente. Evocando o 500.º aniversário da publicação da obra Utopia de Thomas More, a exposição centra-se nos conceitos de utopia e distopia e na forma como a dicotomia entre ambos reflete uma época de aceleração paradoxal, em que a ansiedade e o otimismo coexistem.
Exercício de percepção espacial no ambiente urbano. As dinâmicas propostas tem como objetivo ampliar nossa percepção sobre a cidade que, muitas vezes, passa despercebida. A ideia básica é escolhermos um território onde trabalharemos duas abordagens:
A Escola da Cidade – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo promove, em maio, a segunda turma do curso livre “Imagem-Espaço, Cinema e Direção de Arte", organizado pelo arquiteto e diretor de arte Jean-Louis Leblanc.