
O Drago de Icod de los Vinos, em Tenerife, é o exemplar mais antigo de Dracaena drago preservado no arquipélago atlântico, uma árvore com 16 m de altura e 20 m de circunferência na base. Espécie endêmica das Ilhas Canárias, de crescimento lento, o drago possui um forte simbolismo, já que, no passado, era considerado o protetor das ilhas. No entanto, no início da década de 1980, quem precisava de proteção era justamente o drago. Os visitantes — cerca de 1 milhão por ano — afluíam para vê-lo, e a intensa atividade que o turismo gerava ao seu redor colocava sua vida em risco. Foi necessário interromper as visitas e encontrar soluções para que o drago não morresse pelo seu próprio sucesso.




























