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Arquitetos: Eduardo Colonelli, Paulo Mendes da Rocha, Weliton Ricoy Torres; Paulo Mendes da Rocha, Eduardo Colonelli, Weliton Ricoy Torres
- Área: 10815 m²
- Ano: 1998
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Fabricantes: SUR


As inscrições para o Fórum Rio Academy 2015 já estão abertas, e para ajudar os interessados o ArchDaily Brasil, media partner do evento, está oferecendo 50 ingressos para o Fórum com desconto de 10%. Para aproveitar a oportunidade basta inserir a o código promocional “ARCHDAILY” ao finalizar a compra.

Sérgio Bernardes, arquiteto inquieto, de traço fino e primoroso, sempre preocupado com a geometria, os materiais e o processo construtivo, projetou e construiu vários pavilhões durante sua vida. Deixamos aos nossos leitores uma revisita aos três pavilhões que já publicamos, uma singular sequência da Arquitetura Moderna Brasileira na década de 1950: o Pavilhão de Volta Redonda em São Paulo, de 1954, o Pavilhão de São Cristóvão no Rio de Janeiro, de 1957, e o Pavilhão Brasileiro da Feira Internacional de Bruxelas, de 1958.

É possível um desenvolvimento não-predatório das aglomerações humanas frente aos recursos naturais?
São Paulo pode reverter a destruição de seus rios?
Veneza do séc. XV ainda tem algo a nos ensinar?
Estes são alguns dos questionamentos apresentados pela revista Contravento que, em sua sexta edição, aborda a relação entre cidade e natureza, tendo São Paulo e as águas como fio condutor.

O discurso sobre "Cidades Inteligentes" está em toda parte. Ele promete uma era de planejamento urbano inovador, impulsionado por tecnologias urbanas inteligentes que vão tornar as cidades mais seguras, mais limpas e, acima de tudo, mais eficientes. O termo eficiência não parece controverso, mas o que isto faz para as grandes cidades?
O urbanismo inteligente precisa encontrar soluções que o urbanismo moderno do século 20 esqueceu de considerar: o "metabolismo" das cidades - a variedade de fluxos que ligam a vida da cidade com a natureza. O que estamos considerando, o que estamos descartando, e quão eficientemente estamos fazendo isto?
A partir de sua experiência com o livro Smart Cities - Visualising the Challenge for 21st Century Urbanism, elaborado em colaboração com Maarten Hajer, Ton Dassen convida para um "urbanismo global em rede", que permite que as cidades do mundo possam aprender mais rapidamente e identificar em conjunto estratégias eficazes. Um planejamento viável para o século 21,onde ao invés de inovações de cima para baixo, a opção seja por integrar tecnologia à inovações sociais.
A estreia do Rio Academy, de 20 a 26 de julho próximo, no MAM Rio, convida arquitetos, urbanistas e interessados, para estar frente a frente com grandes nomes da arquitetura mundial e para propor ideias para o Rio de Janeiro. O Fórum Internacional de Arquitetura e Urbanismos do Rio Academy vai acontecer justo quando o Brasil bate recordes de concentração urbana, quando mais se fala na reinvenção das cidades, e quando no Brasil há mais arquitetos animados com o que fazem e interessados em abrir seus horizontes.
Vivemos um dos processos de urbanização mais acelerados do mundo: em 1940, 46% da população do país estava concentrada nas cidades, pulando para 61% em 1975 e 75% em 1991. Atualmente, o índice estimado é de 80% e em 2025 deverá ser de 88%. Em termos globais, no início do século XX, 10% da população mundial vivia em cidades. 100 anos depois, somos mais de 50%, e uma projeção da ONU indica que teremos 61% da população mundial vivendo em cidades em 2025.


Quando um centro cultural é projetado, ele geralmente é pensado para ser um espaço agregador, onde o público possa ter contato fácil e direto com várias manifestações culturais. Mas, para além do tamanho do espaço, qual a importância da arquitetura e do design na percepção do público quanto ao espaço cultural? Sem dúvidas é grande!
O Centro de Pesquisa e Formação do Sesc em São Paulo realiza, a partir do dia 05 de maio, uma série de três encontros que exemplificam a importância da arquitetura na criação de um diálogo entre público e instituição cultural. Para discutir esse diálogo, serão usados três exemplos paulistanos: os prédios da Praça das Artes, do Centro Cultural São Paulo e do Sesc Pompéia.

O projeto A Cidade Precisa de Praias é o intercâmbio entre os coletivos Praias do Capibaribe e A Cidade Precisa de Você, nas cidades de São Paulo e Recife, com dois diálogos abertos sobre estratégias de ocupação e duas intervenções urbanas feitas colaborativamente entre os coletivos. Além da apresentação de intervenção conjunta, que aconteceu no dia 24 de abril no Largo da Batata, em São Paulo, no dia 3 de maio será a vez da intervenção dos dois coletivos em Recife, na Vila Santa Luzia, bairro da Torre, das 15 às 20 horas. O objetivo é difundir práticas culturais em espaço público como estratégia de ocupação e transformação da cidade.
Como resultado serão produzidos um fanzine sobre o processo e resultados do projeto e um vídeo, viabilizados pelo Programa Rede Nacional Funarte Artes Visuais 11ª Edição do Ministério da Cultura. Ambos os coletivos fomentam o debate acerca do direito à cidade, ocupando artisticamente espaços da cidade que precisam ser apropriados por seus moradores e frequentadores para que haja entre eles vínculo afetivo e se transformem em espaços vivos.
Todas as etapas e atividades do intercâmbio serão compartilhadas em plataforma digital, ampliando as conexões em cada cidade e iniciando a formação de uma rede de artistas com interesses convergentes.


O Departamento do Rio Grande do Sul do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-RS) promove no próximo dia 29, quarta-feira, o lançamento do livro "Inter-Relações Afro Brasileiras na Arquitetura", de Günter Weiner. O evento será marcado por uma palestra do autor sobre o tema abordado em sua obra.
A palestra, que tem entrada gratuita, acontecerá no Ponto de Cultura Solar do IAB-RS e está prevista para às 19h30.

Um dos mais expressivos conjuntos urbanísticos produzidos pelo homem moderno, atualmente Patrimônio Histórico da Humanidade, é o principal tema do livro Projetos para Brasília 1927-1957, que será lançado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em parceria com o Museu da Casa Brasileira, Instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, no dia 25 de abril, sábado às 10h30, em evento aberto ao público e gratuito.
A publicação de Jeferson Tavares, resultado de sua pesquisa de mestrado defendida no Programa de Pós-Graduação do Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU) da USP São Carlos, em 2004, analisa tanto as curvas e formas intrigantes do projeto urbanístico inovador do pioneiro da arquitetura modernista no Brasil e vencedor do Concurso do Plano Piloto de Brasília, Lucio Costa, como também os outros 26 projetos participantes. O livro aborda ainda, com riqueza e profundidade, as origens das ideias e conceitos do ponto de vista histórico, político e urbanístico que influenciaram a localização e configuração urbana de Brasília.