Vários terminais de transporte foram construídos no Brasil entre as décadas de 1950 e 1970. Muitos optaram pelo concreto armado aparente como materialidade principal do edifício e pelo pilar isolado como elemento escultórico. Entre esses terminais, três se destacam: o Terminal Ferroviário de Ribeirão Preto, inaugurado em 1965, obra de Oswaldo Bratke, o Terminal Rodoviário de Fortaleza, de 1973, projetada por Marrocos Aragão, e o Terminal Rodoviário de Jaú, do mesmo ano, de Vilanova Artigas. Outras características comuns são evidentes: as superfícies reversas nas lajes de cobertura –paraboloides hiperbólicos nas coberturas de Riibeirão Preto e Fortaleza– ou nos pilares –de Jaú–, a superfície contínua da cobertura que se separa do resto do edifício, a iluminação zenital –como rasgos entre os módulos das coberturas de Riibeirão Preto e Fortaleza, ou como aberturas circulares no eixo vertical central dos pilares de Jaú–.
Relembre cada um desses três Clássicos da Arquitetura Moderna Brasileira.
O IAB-BA promove, no dia 9 de setembro, a quinta edição do WAAA – Workshop Audium de Acústica Arquitetônica, que acontece no Solar Cunha Guedes, em Salvador, Bahia. O evento, que receberá profissionais de todo o país interessados em acústica arquitetônica e engenharia acústica, terá programação especial para estudantes e convidados, além de visitação aberta aos estandes das principais empresas de materiais acústicos nacionais e internacionais.
A objetivo do workshop é de fomentar o debate sobre o tema, abordando assuntos como conforto acústico, soluções alternativas e sustentáveis e acústica no ambiente urbano, além de dos impactos da poluição sonora na saúde e qualidade de vida.
A AsBEA – Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura convida a Prefeitura de São Paulo, a sociedade organizada, investidores imobiliários, coletivos urbanos, entidades técnicas, contratantes de projetos, agentes da construção civil, órgãos públicos nacionais e internacionais e a comunidade em geral a participar do Seminário AsBEA: Novas formas de ocupar a cidade, que acontecerá no dia 29 de setembro no Maksoud Plaza Hotel.
O evento visa promover a participação através de um dia de apresentação de trabalhos e troca de experiências em modelos e estruturas de intervenções em lotes urbanos desenvolvidos a partir das diretrizes estabelecidas pelo Plano Diretor.
Além disso, o seminário busca se aprofundar nos instrumentos e parâmetros urbanísticos propostos pelo Plano Diretor Estratégico, visando esclarecer e simular como será possível construir na cidade de São Paulo.
Com realização do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS) e da Escola Politécnica da USP, a 8ª edição do Simpósio Brasileiro de Construção Sustentável (SBCS15) convida profissionais da construção civil a debater o tema "Repensar a construção em tempos de rápidas transformações". O evento acontece no dia 22 de setembro no Auditório da Biblioteca Brasiliana da USP.
O Simpósio Brasileiro de Construção Sustentável tradicionalmente cria um ambiente de integração dos agentes da cadeia em torno do tema da sustentabilidade, e, em especial nesta edição de 2015, busca fortalecer a compreensão sobre o papel da construção civil no atual contexto de disponibilidade de recursos e oportunidades de negócios no Brasil.
A PUC Minas promove, entre os dias 29 de setembro e 03 de outubro, a Semana de Arquitetura e Urbanismo, um evento de alcance municipal que convida alunos de Arquitetura e Urbanismo de instituições de ensino superior espalhadas pela cidade de Belo Horizonte.
O Colóquio Internacional Imaginário: Construir e Habitar a Terra ICHT 2016 visa ampliar as fronteiras do pensamento sobre as cidades no século XXI. Diante da contemporaneidade do tema, que parece afunilar a noção de inteligência em mera eficiência produtiva, o evento é uma oportunidade para refletir e debater sobre cidades inteligentes e poéticas urbanas:
Afinal, o que é uma cidade inteligente? Quais parâmetros poderiam defini-la? A cidade inteligente é um fenômeno inédito ou algo intrínseco ao construir e habitar a Terra? Estariam poética e inteligência em polos antagônicos ou unidas neste processo? Que perspectivas críticas se delineiam hoje quanto ao construir e habitar a Terra? Que experiências e proposições projetuais apontam alternativas e demandam reflexões? Como as poéticas urbanas interagem, tensionam, subvertem e transformam as abordagens e questões em pauta?
O deslocamento é um problema que se coloca para todos nas cidades cada vez mais congestionadas e questões relacionadas a mobilidade se tornaram pauta recorrente dos grandes centros urbanos. O que nos levou à essa situação? Quais as alternativas? Por que é tão difícil implantar soluções e construir políticas nessa área?
Trinta e oito módulos de cobertura delimitam o espaço. Um paraboloide hiperbólico de concreto armado cuja projeção quadrada mede dez metros e sessenta centímetros de lado é sustentada por um pilar central, de seção quadrada cujo lado mede quarenta e cinco centímetros. Configuram o módulo de cobertura. Os módulos estão distanciados por um vão de quarenta centímetros, fechado no encontro das laterais por uma chapa de cimento vibrado. A altura livre do pilar é de seis metros; a altura total do módulo é de sete metros e cinquenta centímetros.
A Escola da Cidade recebe no dia 02 de setembro Eduardo Saron, diretor do Instituto Itaú Cultural, para a aula aberta “Cultura, Cidades e Investimento social privado”. A atividade faz parte do programa de Seminário de Cultura e Realidade Contemporânea da Faculdade e acontece no Teatro Aliança Francesa.
O Seminário de Cultura e Realidade Contemporânea acontece na Escola da Cidade sempre às quartas-feiras, às 18h. Atividade de debates públicos buscando, desde a sua criação, construir um saber integrado e amplo em conexão com as questões mais candentes do presente. Por meio de tais encontros, a Escola da Cidade acredita consolidar sua presença na esfera pública nacional e participar da vida intelectual contemporânea.
Realizado em parceria com o GFAU, o sexto encontro do Projeto USINA 25 será dedicado a pensar no percurso desde sua fundação na década de 90 até hoje. Neste encontro a trajetória da USINA será colocada em perspectiva por integrantes de cada uma três gerações de técnicos de fizeram parte da assessoria.
A conversa será realizada no Piso do Museu da FAU e contará com a participação de Kaya Lazarini, Pedro Fiori Arantes e Wagner Germano com mediação de Angela Amaral.