
A 14ª Bienal de Curitiba apresenta Sergei Tchoban pela primeira vez. Com o conceito "Fronteiras em Aberto", de Tereza de Arruda e Adolfo Montejo Navas, o evento busca estabelecer uma reflexão sobre a relação entre sujeitos e espaços.

A 14ª Bienal de Curitiba apresenta Sergei Tchoban pela primeira vez. Com o conceito "Fronteiras em Aberto", de Tereza de Arruda e Adolfo Montejo Navas, o evento busca estabelecer uma reflexão sobre a relação entre sujeitos e espaços.


O legado do moderno brasileiro é hoje matéria de um intenso revisionismo e constitui uma referência central para muitas produções contemporâneas, incluindo aquelas que negam seus preceitos. O curso procura definir historicamente a categoria do moderno no campo da arquitetura e do design no Brasil, entendendo sua emergência no contexto da formação de uma identidade nacional.


Este Fórum pretende reunir durante quatro dias em Belo Horizonte, os diversos agentes envolvidos com a temática da habitação – arquitetos, planejadores, funcionários públicos, membros dos conselhos municipais de habitação, movimentos populares, poder público, organizações e demais profissionais envolvidos com a temática, além de pesquisadores e estudantes da área. Desta forma, visa propiciar um espaço de discussão multidisciplinar envolvendo questões teóricas e práticas no campo do habitar na cidade.

O Laboratório Urbano Efêmero Campo Grande é um ciclo de atividades que vai gerar temporariamente intervenções e debater visões alternativas para o futuro do território da Esplanada Ferroviária.


PALESTRA "O DESIGN DO CONTEMPORÂNEO - DESIGN CIRCULAR"
Com Carla Tennenbaum
A palestra busca investigar o tema CIRCULAR a partir da dimensão da sustentabilidade. A demanda pela circulação na economia condiciona nossos padrões de consumo. Projetar, hoje, tendo em vista uma economia circular, é prever reaproveitamentos, usos futuros, novas instâncias de produção e consumo. Da moda ao design de objetos e produtos, a reciclagem e o upcycling vêm abrindo uma grande gama de possibilidades.

A Escola da Cidade – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo promove a terceira edição do programa Portas Abertas, que contempla uma série de atividades destinadas aos vestibulandos interessados em ingressar em um curso de Arquitetura e Urbanismo. O programa, realizado desde 2017, tem o objetivo de propiciar aos estudantes a oportunidade de vivenciar a Faculdade, experimentando a sua estrutura e interagindo com professores e estudantes.
![SUBMISSÃO DE TRABALHOS - UrbBA [19] Ensino, Prática, Aprendizagem - Imagem de Destaque](https://snoopy.archdaily.com/images/archdaily/media/images/5d60/0188/284d/d136/0b00/01f4/slideshow/open-uri20190823-7282-1haq614.jpg?1566572919&format=webp&width=640&height=580)
Com o tema URBANISMOS: ENSINO, PRÁTICA, APRENDIZAGEM, o urbBA[19] se organiza em torno de três questões centrais (eixos), que versam sobre: 1) Urbanismo enquanto política; 2) Experiências de Ensino e Aprendizagem; e 3) Práticas e Atuação Profissional.Com eles se espera dar seguimento ao processo de debates iniciado em 2011, ano de sua primeira edição, promovendo a cooperação entre instituições acadêmicas, sociedade civil e poder público, debatendo questões centrais da promissora relação entre urbanismo, ação coletiva e direito à cidade.

Mulheres pelo Clima é um movimento global que aborda a mudança climática através da capacitação de mulheres. Tem como objetivo inspirar líderes, influenciar decisões, promover inovação e conscientizar sobre questões urbanas críticas, incentivando pesquisas e ações na interface entre gênero, cidades e mudanças climáticas. Enquanto esse fenômeno está ganhando impulso em países desenvolvidos, a liderança feminina em ações climáticas ainda não está no centro das discussões sobre resiliência urbana nos países em desenvolvimento.

O universo têxtil japonês com sua riqueza e variedade de tecidos e estampas é a nova vertente da cultura japonesa a ser apresentada na Japan House São Paulo por meio da exposição ‘NUNO – Poéticas têxteis contemporâneas’, em cartaz de 20 de agosto a 27 de outubro de 2019. A mostra destaca peças criadas pela designer japonesa Reiko Sudo, da marca NUNO (palavra que significa tecido, em japonês) que desenvolve linhas estéticas, materiais e técnicas, muitas vezes reinterpretando a tradição têxtil do Japão para o mundo contemporâneo.





O projeto Arquitetas Negras surgiu da necessidade de dar visibilidade à produção das arquitetas negras brasileiras. A partir do mapeamento da produção destas arquitetas, está sendo construída uma plataforma tanto de pesquisa, quanto de contratação de serviços de arquitetura pelo brasil todo.