Mestrando pela FAUUSP, é arquiteto e urbanista pela UFSC e estudou na Universidade Politécnica de Valência durante a graduação. Colaborador do ArchDaily desde 2012, é editor de conteúdo, comunidade e redes sociais. Profissionalmente, também atua na área de expografia e cenografia.
Texto Original por Constanza Martínez Gaete. Tradução Archdaily Brasil.
No dia 27 de março, foi realizado na Índia o tradicional Festival Holi, uma festa hindu que se realiza a cada ano nas ruas do país, para receber a primavera. Como a celebração tem suas raízes no hinduísmo, é considerada uma mostra do triunfo do bem sobre o mal, representado na guerra que havia sido travada por um rei com um deus desta religião. No Nepal, onde vivem comunidades hindus, também é celebrada, mas nos últimos anos o festival tem sido imitado inclusive em celebrações ocidentais, como em Manhattan, onde recebe o nome de NYC Bhangra.
Osaka é a segunda cidade mais importante do Japão. Faz parte da região de Kansai e constitui o núcleo de uma área metropolitana que concentra 18 milhões de habitantes. Localiza-se na ilha de Honshu - a principal do arquipélago japonês – e conta com um dos portos e centros industriais mais importantes do país. Ao mesmo tempo, conforma a área urbana denominada Keihanshin, que engloba esta cidade às vizinhas Kobe e Kyoto.
O Estúdio 41 compartilhou conosco o projeto vencedor do Concurso Internacional Estação Antártica Comandante Ferraz. Confira todos os detalhes na continuação.
Apenas 3% da população do continente africano, de 1 bilhão de pessoas, possui acesso à internet e as possibilidades de informações que ela fornece. Uma equipe multidisciplinar, conduzida por uma parceria estratégica entre Architecture for Humanity, Gensler, Son & Sons e Librarians Without Borders, entrou em uma ambiciosa campanha no Kickstarter. O objetivo seria criar uma rede de bibliotecas de baixo custo, digitalmente conectadas e geradoras de receita, “implantadas ao longo da infraestrutura de fibra óptica em expansão no mundo em desenvolvimento".
Desde o início deste ano, Tallinn, capital da Estônia, está estabelecendo um verdadeiro precedente para o transporte na Europa. Acontece que para reduzir a poluição, decidiu-se que seu sistema de transporte público seria gratuito para os 420 mil habitantes. Assim, a cidade tornou-se a primeira capital europeia a adotar essa medida.
Há duas décadas o mesmo muro de Berlim que separava os alemães, há algumas semanas, parte deste, conhecida como a East Side Gallery, os manteve mais próximos do que nunca. Com seus 1316 metros e mais de 100 murais pintados por artistas de diferentes países, a East Side Gallery, localizada no distrito de Friedrichshain-Kreuzberg, em Berlim, é reconhecida como a galeria de arte ao ar livre mais extensa do mundo.
Há alguns meses, o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, anunciou o concurso “Desafio para redesenhar os Telefones Públicos”, com a ideia de revitalizar os clássicos telefones das calçadas e convertê-los em equipamentos que possam ser mais úteis e funcionais às atuais necessidades dos cidadãos. Consideraram-se cinco categorias: criatividade, conectividade, funcionalidade, impacto na comunidade e projeto visual, sendo que em cada uma houve um vencedor. Logo, as cinco propostas foram submetidas a uma votação pública pelo Facebook, resultando no ganhador do projeto “NYFi”.
A artista neozelandesa, Tiffany Singht, criou o “Drums Between the Bells” com o propósito de que as pessoas caminhem pelo centro de Melbourne, toquem os materiais que compõem a intervenção e se tornem elas mesmas um elemento fundamental da intervenção. Feita com 12 mil pequenos sinos amarrados com fitas brancas em um olmo centenário localizado no centro da cidade, a intervenção também busca, através de sua presença visual e tátil, diminuir a interferência causada pelos ruídos dos automóveis.
Imagem via Flickr por Roberto Verzo. Used under Creative Commons
Texto por Beatriz Mellavia Plataforma Urbana. Tradução Archdaily Brasil.
Há alguns dias foi divulgado na imprensa o resultado de um ranking latino americano que afirma que o Chile é o país com maior quantidade de metros quadrados de shopping Center para cada 100 habitantes, o que em termos práticos significa que a cada 100 pessoas, há 15 m² de centros comerciais.
Hoje em dia estes espaços amplamente criticados por suas tipologias construtivas, relações com seus entornos, espaços de socialização e origem baseada no consumo, se converteram nos espaços mais procurados das cidades, sendo eleitos, em alguns casos, como novos espaços de urbanidade e de encontro.
Videos
Ciclovias segregadas na Rua Royal College, Londres. Fonte da imagem: gizmag.com
O prefeito de Londres, Boris Johnson, há algumas semanas anunciou o ambicioso Plano Diretor de US$ 1.510 milhões, para aperfeiçoar a infraestrutura para bicicletas e melhorar a rede de ciclovias deste meio de transporte. O objetivo deste plano não somente busca ampliar a possibilidade de transitar pela cidade de bicicleta, como também tentará descongestionar o centro da capital e os sistemas de transporte públicos.
Por Dr. Arq. Guillermo Tella, Doutor em Urbanismo, Martín Muñoz, Urbanista e Martín M. Muñoz, Urbanista. Via Palataforma Urbana. Tradução Archdaily Brasil.
Por sua condição de capital, Tóquio é o centro da política, da economia, educação e cultura do Japão. É sede do governo nacional e da residência imperial. Atualmente é área da Tóquio-Yokohama, que conforma a maior aglomeração urbana do planeta, com uma população de 35 milhões de habitantes. O governo metropolitano foi constituído juridicamente em 1943 e administra 23 distritos especiais, mais 39 municipalidades na parte oeste da prefeitura e duas da série de ilhas externas.
As três intervenções que se seguem foram realizadas na cidade de Florianópolis durante o mês de fevereiro de 2013 e fazem parte do trabalho de graduação em Arquitetura e Urbanismo de Paula Franchi Macedo. Com o título "Cidade-Colcha: Bagagens Afetivas em Florianópolis", o trabalho busca chamar atenção para pequenos detalhes da cidade que cativam o olhar da estudante e que formaram parte da bagagem que esta leva de suas vivências na cidade.
Nesta semana, o Cinema e Arquiteturanos leva para uma viagem cerca de 200 anos no futuro. Este filme, dirigido por Luc Besson, que também ajudou a escrevê-lo, mostra Nova Iorque com carros voadores e sistemas tecnológicos aplicados em todo o ambiente humano.
O Museu Guggenheim disponibilizou 65 catálogos online de arte. Os catálogos oferecem uma introdução intelectual e visual de antigas exposições e diversos artistas, entre eles Alexander Calder, Edvard Munch, Francis Bacon, Gustav Klimt, Egon Schiele e Kandinsky.
StreetMixé um aplicativo voltado para o desenho do ambiente urbano. Ele convida seus usuários a criar uma paisagem urbana, através da seção de uma rua, com uma variedade de elementos de vias típicas - para bicicletas, automóveis e ônibus - além de canteiros, calçadas e árvores.
Por mais estranho que pareça, é verdade. Durante os últimos seis anos, a artista Liz Hickok dedicou-se a replicar em miniatura os lugares mais emblemáticos de Nova Iorque, São Francisco e Washington, utilizando um material muito simples, de baixo impacto e fácil de manipular: a gelatina.
Videos
Cinema e Arquitetura: "Intriga Internacional"
No Cinema e Arquitetura desta semana apresentamos outro clássico da década de 60, desta vez dirigido pelo mestre do suspense Alfred Hitchcock. Em “Intriga Internacional” vemos uma Nova York no auge de sua glória arquitetônica, com um enredo que se desenvolve em um recém-construído edifício das Nações Unidas. Além disso, há cenas que se passam em uma "casa" que, sob instruções de Hitchcock, teve seu cenário construído almejando parecer como um projeto desenhado por Frank Lloyd Wright. O filme mostra uma variedade de espaços urbanos e coloca ênfase sobre o contraste entre as densidades urbanas e rurais.