Stewart Hicks

NAVEGUE POR TODOS OS PROJETOS DESTE AUTOR

Um tour virtual pela Casa Resor, projeto não construído de Mies van der Rohe

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A Casa Resor foi um projeto crucial para Mies van der Rohe, tanto em sua vida pessoal quanto em sua carreira. Foi sua primeira comissão nos Estados Unidos e, antes de se estabelecer em Chicago, ele viveu por dois meses no terreno da casa, perto de Jackson Hole, no Wyoming. O projeto era singular na trajetória de Mies por sua inserção na paisagem rural e pelas escolhas de materiais, principalmente o revestimento de madeira no exterior e no interior. Embora nunca tenha sido construída devido ao estouro do orçamento, os desenhos técnicos e as maquetes de estudo foram incorporados ao acervo do MoMA, em Nova York, onde a cliente, Helen Resor, fazia parte do Conselho de Administração. Este vídeo apresenta uma reconstrução digital da casa — realizada a partir desses documentos de arquivo — como ponto de partida para uma visita guiada e uma análise aprofundada da obra. Que tipo de descobertas nos aguardam no interior dessa obra-prima não construída? 

O que os tijolos nos dizem: uma busca para mapear os tijolos de Chicago

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Neste vídeo, Will Quam, do Brick of Chicago, nos conduz pela cidade norte-americana para questionar o famoso ditado de Louis Kahn de que todo tijolo aspira a ser um arco. Aqui, no bairro de Logan Square, encontramos tijolos de todos os tipos que — além dos arcos — assumem outras configurações e metáforas para descrever suas qualidades: tijolos têxteis e paginações ornamentais, pinceladas de uma pintura, juntas finas e acabamentos vitrificados, tijolos em pé (soldados) e de cantos arredondados.

Quando os/as arquitetos/as projetam barcos

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Os barcos representam uma fascinante distração para um número surpreendentemente grande de profissionais de arquitetura. Tantos, na verdade, que parece haver algo nas embarcações que atrai especificamente quem tem formação na área.

Como a arquitetura depende da fotografia

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A arquitetura e a fotografia dependem profundamente uma da outra. A primeira fotografia já registrada na história traz edifícios como tema. Mais do que isso: foi necessária uma sala inteira para produzir a imagem por meio de uma câmera escura. Nos primórdios da técnica, as edificações eram um dos poucos elementos capazes de permanecer imóveis pelas oito horas necessárias para gravar a imagem em um meio fotossensível. Por outro lado, a arquitetura também depende da fotografia. Edifícios são grandes, lentos e imóveis. Sem as imagens, seria difícil conhecer as grandes obras arquitetônicas ao redor do mundo. Nesse sentido, as fotografias funcionam como substitutas facilmente compartilháveis das edificações. No entanto, as fotos não são representações literais em escala 1:1, de modo que os/as fotógrafos/as têm grande autonomia na maneira como vivenciamos a arquitetura. Este vídeo oferece uma perspectiva sobre essa relação e apresenta alguns/as profissionais como exemplos de como interpretam as intenções do/a arquiteto/a, imprimindo sua própria assinatura. Entre eles, destacam-se Julius Shulman, Ezra Stoller, Stephen Shore, Iwan Baan, entre outros.

Por dentro da perdida Casa do Futuro dos Smithson

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A Casa do Futuro foi projetada por Alison e Peter Smithson em 1956 para demonstrar como seriam os projetos residenciais 25 anos no futuro. Trata-se de um volume retangular voltado para o interior, configurado por paredes de formas amorfas, módulos de armazenamento e um pátio central, além de contar com tecnologias de ponta de todos os tipos. Parece algo saído de Os Jetsons. Embora o projeto permaneça como uma obra singular no portfólio dos Smithson, ele influenciou profundamente o trabalho de seus estudantes, servindo de base para que escritórios como o Archigram desenvolvessem conceitos audaciosamente inovadores. Apesar dessa influência duradoura e marcante, a estrutura física permaneceu de pé por pouquíssimo tempo. Neste vídeo, a casa é reconstruída e explorada em tempo real. Como teria sido habitar a Casa do Futuro? Veja por si só.

O que está por trás do humor oculto da arquitetura

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A arquitetura pode ser engraçada. Naturalmente, ela costuma ser um alvo fácil e bem-humorado de piadas, como quando Frank Gehry é satirizado em Os Simpsons; no entanto, os próprios edifícios também podem ser divertidos. Filósofos como Kant acreditavam que o humor residia na incongruência entre o que se espera e o que se vivencia. Existe todo tipo de expectativa depositada sobre as edificações, bem como uma infinidade de maneiras pelas quais essa incongruência pode se desenvolver entre tais expectativas e o que o edifício realmente entrega. Este vídeo explora alguns dos edifícios humorísticos mais interessantes da história, desde o Maneirismo de Giulio Romano até as lojas BEST do SITE Architects, entre muitos outros. Por fim, o vídeo aponta para algumas práticas contemporâneas que recorrem ao humor para alcançar algo que vai muito além de uma simples risada.

A arquitetura do Cottagecore

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Recentemente, tem se observado um interesse crescente e a adoção de uma estética surgida em refúgios rurais, conhecida como cottagecore. Essa tendência remete à época de Laura Ingalls Wilder e a outros tempos mais simples de pioneirismo, colonização e antigos assentamentos europeus. O cottagecore engloba elementos como flores, madeira, tons quentes, telhados de palha, móveis desgastados pelo tempo e outros objetos e motivos associados à vida no campo. Embora o poder restaurador dos chalés e refúgios seja reconhecido há muito tempo, sua popularidade e o interesse renovado por eles coincidem com a pandemia, em um momento no qual nossas vidas são marcadas pelo tempo excessivo em espaços fechados e pela comunicação feita exclusivamente por meios digitais.

Arquitetura Perdida: Explorando Obras-Primas Não Construídas, One Half House de John Hejduk

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E se pudéssemos visitar qualquer edifício, independentemente de ter sido de fato construído? Ou, até mesmo, após ter sido demolido? Este vídeo e o link abaixo se concentram em uma única residência — a One Half House, projetada por John Hejduk — com o objetivo de ressuscitá-la e explorá-la. O projeto utiliza o programa Enscape para percorrer o edifício, buscando preservar e compartilhar a experiência de uma arquitetura que não existe em formato construído. O vídeo apresenta uma linha do tempo para contextualizar o papel da casa na carreira e na obra de John Hejduk, uma análise da edificação e as primeiras impressões ao percorrê-la pela primeira vez. Em especial, a One Half House foi fundamental para se pensar em como os volumes arquitetônicos podem se relacionar no espaço sem o elemento ordenador de uma grelha ou de uma parede. Que magia e quais outros aprendizados estariam latentes no projeto, ocultos até o momento em que pudéssemos experimentá-lo?

Tour virtual pela Slow House não construída de Diller + Scofidio

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Boas-vindas à Slow House, o primeiro projeto encomendado ao escritório Diller and Scofidio (hoje Diller, Scofidio + Renfro) em Long Island, Nova York. O projeto, com sua silhueta em crescente que evoca uma lesma, foi um marco para o escritório — e para a arquitetura em geral — quando revelado em 1990. No entanto, a casa nunca chegou a ser construída, existindo apenas em seu extenso catálogo de maquetes e desenhos. Neste vídeo, a Slow House é reconstruída digitalmente, analisada e explorada para revelar elementos singulares ocultos em seu projeto que só podem ser percebidos por meio de uma experiência em primeira pessoa. De vistas postergadas de "um milhão de dólares" a transmissões de circuito fechado de TV (CCTV) mostrando a água, passando por dezenas de portas e painéis de compensado móveis, a casa é verdadeiramente uma máquina de ver. E agora, você pode vê-la por conta própria. 

Como os edifícios ganham seus nomes

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O que há por trás de um nome? Bem, quando se trata de edifícios, a resposta é: muita coisa. Se por um lado algumas denominações são passageiras, mudando conforme o lance mais recente do melhor pagador, por outro, alguns nomes são indeléveis e deixam uma marca permanente no imaginário público. Nomes de clientes, cidades, corporações e ruas oferecem farto material de inspiração, mas alguns/as arquitetos/as adotam uma postura mais estratégica. Arquitetos/as como Peter Eisenman criaram séries numeradas (House I, House II, etc.), ao passo que os/as profissionais do escritório MOS adotam um sistema de nomenclatura genérico semelhante ao de compositores (House with 10 trees, House with 2 Chimneys). Para esses/as arquitetos/as, o nome situa cada edifício dentro de uma coleção mais ampla de projetos. Isso garante que as pessoas vejam cada ato de construir como parte de um plano maior. Por fim, às vezes, por mais que uma equipe de marketing se esforce, um edifício acaba recebendo um apelido do qual simplesmente não consegue se livrar... Gherkin. Este vídeo analisa todos esses aspectos ao explorar como os edifícios recebem seus nomes.

Passeio virtual pela casa nunca construída de Luis Barragán no Texas, Estados Unidos

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Em 1984, o Menil Museum em Houston, Texas, contratou o arquiteto mexicano Luis Barragán para construir uma casa de hóspedes de 280 metros quadrados localizada do outro lado da rua da famosa Capela Rothko. O arquiteto voltou com um projeto para uma mansão deslumbrante em roxo, rosa e laranja de quase 750 metros quadrados que parecia mais adequada à Cidade do México do que a um lote residencial suburbano de Houston. Assim, devido ao conflito resultante entre cliente e arquiteto, a casa nunca foi construída, apenas exibida como uma exposição dentro das galerias do Menil.

Um passeio virtual pela Casa Josephine Baker de Adolf Loos

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O projeto de Adolf Loos da casa para Josephine Baker talvez seja uma das obras não construídas mais analisadas do modernismo. Seu projeto e história abordam uma série de questões sociais e políticas complexas do início do século XX. O design surge quando Josephine Baker, uma artista afro-americana, estava ascendendo ao estrelato ao passo que Loos vivia sua fase de decadência social. A casa em si nunca foi realmente encomendada por Baker – trata-se mais de uma fantasia criada pelo arquiteto. Este vídeo apresenta um percurso por um modelo 3D da residência, acompanhado de narração que descreve como e por que ela foi projetada.

Tour virtual da Casa Errazuriz - uma obra não construída de Le Corbusier

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Às vezes, os projetos mais influentes da arquitetura permanecem sem construção. Sua marca no mundo é maior que a pegada física do edifício, apesar de nunca ter sido construído. É o caso da Casa Errazuriz, projetada em 1930 por Le Corbusier para um diplomata chileno na Argentina. A casa foi projetada para as montanhas de Zapallar no Chile, com vista para o Oceano Pacífico. A principal característica do projeto é o telhado irregular em forma de borboleta, que buscava fazer referência aos picos e cristas do terreno circundante. A estrutura seria o primeiro caso de um telhado borboleta, que se tornaria um modelo das casas do pós-guerra na Califórnia. Este vídeo explora a Casa Errazuriz, sua história, seu projeto e nos leva a um passeio virtual de sua reconstrução digital.