
No início de maio passado, Pola Mora (Bienal de Arquitetura do Chile/ArchDaily) e eu participamos, ao lado de Ethan Kent (Projects for Public Space) e José Chong (ONU-Habitat), das jornadas de avaliação dos projetos que integram o Imagina Madrid, um programa impulsionado pelo Intermediae, o espaço experimental da Área de Cultura e Esportes da prefeitura da capital espanhola.
No Imagina Madrid, profissionais de arquitetura, artistas, coletivos e mentes criativas de todos os tipos devem unir forças (e conciliar egos) para desencadear experimentações artísticas em um punhado de distritos periféricos de Madri, acompanhados, antes mesmo do primeiro esboço de projeto, por comunidades e organizações locais. Se assumirmos que a periferia urbana carece dos equipamentos e serviços necessários, no caso madrilenho ela também está marginalizada do lucrativo mercado de turismo: 9,9 milhões de turistas de todo o mundo visitaron Madri no ano passado, contribuindo para um setor que representou 14,9% do PIB total da Espanha em 2017.


















