Mariana Ordoñez y Jesica Amescua

NAVEGUE POR TODOS OS PROJETOS DESTE AUTOR
↓
Acesso exclusivo

A fetichização da arquitetura: o objeto acima do sujeito e dos processos

O filósofo e sociólogo Henri Lefebvre cunhou a noção de "produção do espaço" em 1974, rompendo com a visão do espaço como um recipiente ou cenário de objetos e relações sociais, para avançar em direção ao espaço compreendido como processo. A partir dessa visão fundamentada na tradição marxista, o espaço é um produto e um produtor de relações e processos sociais.

A fetichização da arquitetura: o objeto acima do sujeito e dos processos - Image 1 of 4A fetichização da arquitetura: o objeto acima do sujeito e dos processos - Image 2 of 4A fetichização da arquitetura: o objeto acima do sujeito e dos processos - Image 3 of 4A fetichização da arquitetura: o objeto acima do sujeito e dos processos - Image 4 of 4A fetichização da arquitetura: o objeto acima do sujeito e dos processos - Mais Imagens+ 9

Acesso exclusivo

Fetichização da arquitetura: o objeto acima do sujeito e dos processos

Fetichização da arquitetura: o objeto acima do sujeito e dos processos - Mais Imagens+ 10

O filósofo e sociólogo Henri Lefebvre cunhou o conceito de “a produção do espaço” no ano de 1974, rompendo com a visão do espaço como um recipiente ou cenário de objetos e relações sociais para transitar em direção ao espaço entendido como um processo. O espaço, a partir dessa visão baseada na tradição marxista, é produto e produtor de processos e  relações sociais.

Acesso exclusivo

Arquitetura e racismo: quando o design é aplicado como ferramenta colonial

Arquitetura e racismo: quando o design é aplicado como ferramenta colonial - Image 1 of 4Arquitetura e racismo: quando o design é aplicado como ferramenta colonial - Image 2 of 4Arquitetura e racismo: quando o design é aplicado como ferramenta colonial - Image 3 of 4Arquitetura e racismo: quando o design é aplicado como ferramenta colonial - Image 4 of 4Arquitetura e racismo: quando o design é aplicado como ferramenta colonial - Mais Imagens+ 13

A arquitetura tradicional baseia-se na compreensão complexa do habitar, na produção e transmissão coletiva de saberes e na construção por meio de processos comunitários de ajuda mútua que fortalecen o tecido social, a identidade cultural e o vínculo territorial. Ou seja, trata-se de uma prática de autoprodução comunitária na qual os/as próprios/as habitantes, sem intermediários/as, gerem os múltiplos processos envolvidos na materialização de seu habitat, apoiando-se sempre na inteligência coletiva. Atualmente, a arquitetura passou de bem comum a uma linguagem exclusiva de poucos na qual, embora ainda necessite da participação organizada de diversos agentes, sua produção é atribuída a um/a autor/a: um ente individual que, sem possuir os múltiplos saberes necessários para concretizar uma obra do início ao fim, é reconhecido/a como a mente mestra por trás de todos os processos. A profissionalização da arquitetura não apenas individualizou o discurso e complexificou a transmissão de conhecimentos, mas também discriminou e rejeitou os saberes produzidos à margem das instituições acadêmicas, de classe e governamentais, rotulando-os como precários e abrindo, assim, as portas para o racismo. 

Acesso exclusivo

O papel da arquitetura em: autoconstrução, autoprodução e produção social assistida de habitação

O papel da arquitetura em: autoconstrução, autoprodução e produção social assistida de habitação - Mais Imagens+ 3

Diante das declarações recentes do Governo Federal e dos novos programas anunciados pelas instituições relacionadas à produção de habitação no México, consideramos necessário dialogar e trocar ideias para compreender os conceitos de autoconstrução, autoprodução e “Produção e Gestão Social do Habitat” [PyGSH], bem como o papel da arquitetura nesses processos sociais.

Acesso exclusivo

A pandemia torna visível o que sempre esteve lá: desigualdade e individualismo

A pandemia torna visível o que sempre esteve lá: desigualdade e individualismo - Mais Imagens+ 7

A palavra e a escuta, com o coração, têm muitos caminhos, muitos modos, muitos calendários e muitas geografias para se encontrar. E esta luta pela vida pode ser um deles.
- Comunicado do Exército Zapatista de Libertação Nacional frente à COVID-19

Enquanto os governos do mundo clamam pelo “distanciamiento social” e alguns deles militarizam o espaço público recorrendo à violência e pulverizando a coletividade, o Exército Zapatista de Libertação Nacional faz um chamado para “erguer bem alto a bandeira da luta pela humanidade”, a não perder o contato humano e a não deixar cair as lutas sociais.