Karen Cilento

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High Line de Nova York é inaugurado oficialmente

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High Line de Nova York é inaugurado oficialmente - Image 1 of 4
© Iwan Baan

Fotos: Iwan Baan

Em maio de 2003, o escritório James Corner Field Operations, em parceria com Diller Scofidio + Renfro, concorreu com 720 equipes de 36 países para vencer o projeto de conversão de infraestrutura do High Line de Nova York. Pouco mais de meia década depois, a transição do High Line para um parque público está quase concluída. No dia 8 de junho, arquitetos/as, autoridades eleitas e defensores do projeto acompanharam o prefeito Michael Bloomberg cortar a fita vermelha cerimonial, anunciando oficialmente a abertura do primeiro dos três trechos. O novo parque oferece uma pausa atraente em relação às caóticas ruas da cidade, proporcionando aos usuários a oportunidade de vivenciar um espaço elevado com vistas desimpedidas para o Rio Hudson e a linha do horizonte urbano.

Mais informações sobre o parque, incluindo uma incrível série de fotos do fotógrafo de arquitetura Iwan Baan e um vídeo da Brooklyn Foundry, a seguir.

ATUALIZAÇÃO: Corrigimos alguns créditos deste projeto. Você pode ver a lista completa aqui.

Oficina do Instituto de Tecnologia de Kanagawa / Junya Ishigami

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Oficina do Instituto de Tecnologia de Kanagawa / Junya Ishigami - Imagem de Destaque
© Iwan Baan

Confira o incrível estúdio e espaço de trabalho do escritório Junya Ishigami and Associates, onde estudantes do Instituto de Tecnologia de Kanagawa passam seus dias criando e projetando. O estúdio proporciona uma experiência que se aproxima ao máximo da sensação de trabalhar ao ar livre, mesmo estando em um ambiente interno. O fechamento de vidro do piso ao teto confere ao edifício uma aparência leve e elegante, enquanto a planta livre preserva a sensação de transparência, permitindo que o olhar atravesse o espaço sem interrupções. Ao todo, 305 pilares de diferentes dimensões sustentam a cobertura repleta de clarabóias; contudo, sua cor branca direciona o foco para o espaço e para a paisagem externa, e não para a estrutura em si. Embora pareçam distribuídos de forma aleatória, os pilares foram posicionados estrategicamente para delimitar sutilmente diferentes zonas, mas seu caráter não restritivo garante um layout flexível que se adapta às constantes mudanças nas necessidades dos/as estudantes.

Um lugar inspirador para criar, não acha?

Coleção Goetz, Munique / Herzog & de Meuron

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Temos acompanhado de perto os projetos recentes do escritório Herzog & de Meuron, como a fase de construção da Filarmônica do Elba em Hamburgo e o projeto do Museum der Kulturen em Basileia. No entanto, é sempre interessante revisitar alguns dos projetos mais antigos do escritório para compreender as ideias centrais que permeiam seu portfólio, observando como o processo de projeto evoluiu ao longo dos anos com o surgimento de novas tecnologias, materiais e contextos ambientais. Embora a Coleção Goetz, em Munique, tenha sido projetada há quase 20 anos, este projeto já demonstrava a obsessão do escritório pelo tratamento do envelope arquitetônico. A escolha dos materiais e o desenho da fachada são aspectos fundamentais, mas nota-se também outro ponto em comum com suas obras futuras: o fascínio por volumes que parecem flutuar.

A Coleção Goetz é um edifício independente implantado em um lote privado entre a rua e uma residência da década de 1960. O espaço expositivo distribui-se em dois níveis, com duas caixas de concreto armado que abrigam as áreas de escritórios e de recepção.