A arquitetura permanece em constante tensão com as forças naturais. Projetados em torno da gravidade, do clima e do tempo, os edifícios sempre fazem parte de sistemas maiores. Em todo o mundo, os arquitetos têm buscado mitigar as forças naturais, construindo espaços e estruturas híbridas, áreas artificiais onde a natureza encontra os feitos humanos. Incorporando essa relação, os canais refletem o desejo de direcionar a natureza e seus fluxos. Hoje, esses espaços fluidos estão se abrindo para novos programas, projetos que exploram a vida moderna e a vitalidade urbana.
À medida que a arquitetura evolui para incluir novas soluções técnicas e tecnológicas, sistemas estruturais inovadores e programas híbridos, antigos programas e tipologias vão sendo ressignificados. Em busca de desenvolver uma prática de arquitetura mais sustentável, incorporando estratégias passivas, sistemas construtivos e materiais locais, arquitetos e arquitetas estão reinventando a maneira como concebemos e construímos nossos edifícios. Neste contexto, projetos culturais como Bibliotecas, Mediatecas e Centros Culturais são uma excelente oportunidade para explorar novas tipologias e soluções. Isso se faz ainda mais evidente quando estes edifícios encontram-se implantados em contextos únicos e paisagens urbanas em pleno processo de transformação.
Museus são estruturas responsáveis por preservar a história e o patrimônio de uma sociedade. Como instituições culturais intimamente conectadas à vida moderna, estas estruturas operam como uma janela para a história, oferecendo espaços de reflexão e conexão com o passado. Concebidos para promover a compreensão e instigar novas ideias, esses edifícios monumentais muitas vezes nos convidam a transitar em um outro território, entre o passado, o presente e por que não, o futuro. Com um patrimônio histórico invejável, a Alemanha é o lar de uma série de instituições museais, tão diversas quanto renomadas. Visitar estes edifícios nos oferece não apenas uma oportunidade para redescobrir o passado, mas principalmente para explorar novas abordagens de curadoria, taxonomia e organização espacial.
O escritório Kengo Kuma & Associates projetou uma série de vilas de alto padrão para um novo empreendimento turístico na Arábia Saudita. O projeto foi encomendado pela The Red Sea Development Company (TRSDC) como parte do The Red Sea Project. Apresentando sete tipologias, o projeto incluirá vilas construídas sobre a terra e sobre a água. O projeto visa estabelecer novos padrões de desenvolvimento sustentável como destino turístico global.
A construção do novo Aeroporto Internacional do Mar Vermelho, projetado pelo escritório Foster + Partners, teve início na Arábia Saudita. O aeroporto está localizado na costa oeste do país e faz parte do masterplan Red Sea Project para o desenvolvimento do turismo na região. O projeto foi inspirado nas "cores e texturas da paisagem do deserto" e contará com cinco estruturas dispostas radialmente em torno de uma área central.
A construção do novo projeto de uso misto de 23 pavimentos do MVRDV começou em San Francisco. Um dos quatro edifícios de um plano diretor planejado em etapas, a torre está sendo construída ao lado de obras do Studio Gang, Henning Larsen e WORKac. O plano Mission Rock visa transformar 28 acres em um novo bairro para destinado a residentes e visitantes de São Francisco, conectado ao China Basin Park.
O escritório Foster + Partners compartilhou seu novo projeto para um hotel na Arábia Saudita, localizado dentro de dunas de areia. Chamado Southern Dunes, o projeto faz parte do desenvolvimento turístico de The Red Sea Project. O hotel incluirá 40 vilas construídas em madeira, organizadas de modo a aproveitar as vistas da paisagem.
O arranha-céu 50 Hudson Yards da Foster + Partners atingiu o topo da sua construção na cidade de Nova Iorque. Como um dos maiores edifícios de escritórios da cidade, o projeto se tornou a quarta maior torre de escritórios em metros quadrados. A torre de 58 andares inclui plantas muito grandes, para até 500 funcionários, em cada andar. Ela é a última de uma série de projetos que completam o Hudson Yards, na extremidade oeste de Manhattan.
Chamado Spiral, o novo arranha-céu projetado pelo Bjarke Ingels Group em Hudson Yards, Nova Iorque, teve sua estrutura concluída. Com 66 pavimentos, o projeto tem mais de 300 metros de altura e conta com uma série de terraços escalonados que envolvem toda a torre. O edifício terá 280 mil metros quadrados de espaço para escritórios e um térreo dedicado a estabelecimentos comerciais.
O escritório Skidmore Owings & Merrill (SOM) compartilhou novas imagens do projeto para uma torre que será construída no lugar do Grand Hyatt Hotel próximo ao Grand Central Terminal em Manhattan. Com mais de 220 mil metros quadrados, o projeto está sendo desenvolvido pela RXR Realty e TF Cornerstone em parceria com Beyer Blinder Belle e Field Operations. A torre de uso misto terá mais de 80 pavimentos e alcançará 501 metros de altura, tornando-o o segundo edifício mais alto de Nova Iorque.
O escritório Foster + Partners compartilhou conosco imagens de seu novo projeto para um resort na ilha Shurayrah, no Mar Vermelho. Idealizado pelo Príncipe Mohammed bin Salman, presidente da The Red Sea Development Company (TRSDC), o projeto é uma das iniciativas de turismo renegerativo mais ambiciosas do mundo, concebido para se mesclar inteiramente ao ambiente natural.
O MVRDV acabada de apresentar as últimas imagens de seu mais novo projeto, uma estrutura temporária que visa proporcionar aos londrinos uma nova área pública acessível em pleno centro da cidade. Implantado junto ao Marble Arch de Londres, em frente ao maior parque urbano da cidade, o projeto desenvolvido pelo escritório holandês assume a forma de uma pequena montanha, a partir da qual, moradores e turistas poderão ter uma perspectiva única de toda a extensão do Hyde Park e da Oxford Street. Concebido a partir de um estrutura de andaimes, o projeto está inserido em uma série de iniciativas desenvolvidas para resgatar a economia da cidade pós pandemia.
O escritório Studio Gang divulgou o projeto de um hotel de 13 pavimentos localizado em Denver, EUA. O edifício de mais de 14 mil metros quadrados receberá o nome de Populus e será construído próximo ao parque do centro cívico da cidade. Planejado para ocupar uma movimentada esquina, o edifício busca conectar os distritos cívico, artístico e comercial de Denver.
O OMA e o escritório GMP venceram o concurso de planejamento e arquitetura para a Cidade da Ciência e Tecnologia do Futuro de Chengdu, na China. A equipe desenvolverá a primeira fase do plano diretor geral, segundo preceitos de Desenvolvimento Orientado para o Trânsito (TOD), e um Parque Educacional Internacional de 460 mil metros quadrados.
O escritório Zaha Hadid Architects venceu o concurso para construir a segunda fase do Centro Internacional de Exposições em Pequim. Localizado próximo ao Aeroporto Internacional, o complexo atualmente conta com um espaço para conferências, feiras comerciais e exposições. A fase 2 prevê uma significativa expansão para o espaço expositivo.
O escritório holandês Mecanoo desenvolveu uma proposta para requalificar a zona ferroviária em Dordrecht, cidade mais antiga dos Países Baixos, fundada em 1220. A proposta para Spoorzone Dordrecht apresenta uma visão para a cidade em 2040, explorando possibilidades urbanas de acessibilidade, adaptação climática, desenvolvimentos socioeconômicos e habitação.
O escritório Carlo Ratti Associati (CRA) divulgou o projeto para um novo edifício de uso misto em Paris chamado ILOW. Desenvolvido em parceria com a incorporadora Bouygues Immobilier, o projeto se coloca a difícil tarefa de servir como uma ponte entre La Défense e os empreendimentos de habitação social vizinhos, conhecidos como Tours Nuages. Projetado em colaboração com a Agence d'Architecture Willerval et Associés, o edifício assume a forma de "braços abertos", abraçando, mesmo que apenas em nível formal, dois bairros social e economicamente afastados.
Cortesia de Diller Scofidio + Renfro and Woods Bagot
A Diller Scofidio + Renfro, em parceria com a Woods Bagot, acaba de revelar imagens de seu mais novo projeto: o Centro das Artes e Cultura Aborígene (AACC) de Adelaide, Austrália. Buscando inspiração na “história, cultura e raízes aborígines do país”, a proposta para o Centro Cultural de Adelaide pretende estabelecer um novo espaço de diálogo para a promoção da arte e da cultura aborígene na Austrália. O principal conceito por trás do projeto do AACC está fundamentado nos três elementos que, segundo a cultura dos povos aborígines da Austrália, conectam as pessoas o lugar: a terra, a paisagem e o céu.