O arquiteto e ativista Edward Mazria, FAIA, foi homenageado com a Medalha de Ouro de 2021 do American Institute of Architects. A Medalha de Ouro homenageia um/a profissional cujo conjunto significativo de obras tenha tido uma influência duradoura na teoria e na prática da arquitetura. Como aponta o júri, Mazria foi reconhecido por seu trabalho no combate à crise climática e por mobilizar a categoria a agir.
O Children’s Museum of Manhattan (CMOM) anunciou que reformará uma igreja abandonada próxima ao Central Park, na cidade de Nova York. Projetado pelo escritório de arquitetura FXCollaborative e pelo estúdio de design Local Projects, o novo edifício do museu permitirá que o CMOM atenda à crescente demanda por sua programação e recursos, marcando a primeira expansão da instituição em mais de 40 anos. O projeto tem como objetivo engajar e inspirar a população mais jovem de Nova York.
O fotógrafo Kris Provoost registrou novas imagens do Museu M+, projetado pelo escritório Herzog & de Meuron em Hong Kong. Com foco na arte, no design, na arquitetura e na imagem em movimento dos séculos XX e XXI, o M+ será o elemento central do Distrito Cultural de West Kowloon, além de um espaço fundamental para promover o intercâmbio interdisciplinar entre as artes visuais e as artes cênicas na Ásia.
Estudantes e ex-alunos/as da Harvard Graduate School of Design estão lançando uma edição online do Design Yard Sale para arrecadar fundos em apoio ao movimento contra o racismo sistêmico contra negros. A equipe venderá e leiloará obras criativas doadas pela comunidade de design, e todo o lucro líquido será revertido para o Bail Project e o Colloqate Design. Entre as peças oferecidas no Design Yard Sale estarão obras doadas por renomados/as designers, artistas e acadêmicos/as, tais como Toshiko Mori, Oana Stanescu, Rachel Israela, Jeanne Gang, Billie Tsien, Snarkitecture, Jerome Byron e VERV LONDON.
A arquitetura se define pelas formas como as pessoas dão vida aos espaços. Para Matthew Ollier, sócio e arquiteto na Hawkins\Brown, os melhores edifícios incentivam a interação, a colaboração e a troca. Atualmente, Ollier lidera a expansão do escritório para o mercado norte-americano, em Los Angeles. Em entrevista ao ArchDaily, ele compartilha a abordagem da equipe em relação ao engajamento comunitário e à criação de valor social.
Projetar para a escala humana começa na cultura contemporânea e na vida cotidiana. À medida que a pandemia de COVID-19 transformou nossa forma de trabalhar e viver no mundo todo, ela também mudou nossa percepção da escala humana na cidade. Para o arquiteto brasileiro Leonardo Fernandes Dias, da LADO Arquitetura, a transformação global da vida urbana está diretamente vinculada à saúde, ao espaço público e à arquitetura.
Para os/as estudantes que se formam este ano com a economia global em pausa, a “colação de grau” pode parecer mais com a entrada em um limbo. No entanto, embora a crise atual seja única, não é a primeira recessão de que se tem lembrança. Muitos/as arquitetos/as e designers do SOM já enfrentaram períodos de incerteza e, ao longo do caminho, aprenderam lições valiosas. Diante disso, a equipe decidiu compartilhar suas trajetórias.
A empresa de fabricação e design pré-fabricado Plant Prefab anunciou sua nova linha lightHouse, um conjunto de unidades habitacionais acessórias (ADUs) disponíveis em diversos tamanhos. Desenvolvido em colaboração com o escritório de design Alchemy Architects, o conceito LivingHomes junta-se a uma lista de parcerias que inclui KieranTimberlake, Koto Design e Brooks + Scarpa. Com dimensões que variam de 29 a 56 metros quadrados, a nova linha foi inspirada nos trabalhos anteriores da Alchemy com habitações em espaços reduzidos.
A arquitetura tem um papel intrínseco a desempenhar na crise climática global. Os edifícios e a sua construção representam, juntos, 36% do uso global de energia e 39% das emissões de dióxido de carbono relacionadas à energia anualmente. Brad Jacobson é sócio-diretor na EHDD e um líder que trabalha para implementar o design responsivo ao clima. Projetando para o futuro, Brad sintetiza diversas perspectivas para criar soluções de alto desempenho.
A arquitetura é definida por seu contexto. Isso é especialmente verdadeiro quando os edifícios se localizam em climas extremos e precisam responder às condições naturais. A seleção desta semana do Melhor da Arquitetura Não Construída foca em projetos situados na interseção entre a natureza e o ambiente construído. Vindas de várias partes do mundo, as propostas foram enviadas por nossos leitores e leitoras.
O artigo apresenta uma variedade de tipologias edilícias e localizações, incluindo muitas propostas costeiras — desde um plano de regeneração na costa sul da Inglaterra e uma proposta para conectar o famoso arquipélago de Turku, até uma torre de madeira na zona portuária de Dublin. Também estão incluídas ideias mais extremas, como um mirante na costa do Algarve e uma cidade vertical com estufas situada em um penhasco em Marte.
O escritório holandês de arquitetura Mecanoo apresentou uma proposta para uma nova ala do Museu Boijmans Van Beuningen. Voltado para a organização e os fluxos de serviço da estrutura, o projeto busca criar circulações e conexões claras por todo o complexo. Além disso, a proposta faz parte de uma revitalização mais ampla do Jardim do Museu, integrando as alas projetadas por Van der Steur e Bodon como parte do acervo.
O escritório de arquitetura Conrad Gargett desenvolveu uma proposta para um complexo escultural de uso misto nos subúrbios de Brisbane, em Queensland, Austrália. Localizado em Lutwyche, o projeto visa se tornar um empreendimento integrado projetado para acolher a população idosa de Queensland. Batizado de Lamington Markets, o projeto combina equipamentos públicos e espaços comerciais com áreas de lazer locais.
Construir futuros mais equitativos começa com a comunidade. Para o escritório internacional Woods Bagot, os três estúdios da empresa nos EUA são agora liderados por mulheres, e sua liderança conjunta está criando projetos mais inclusivos e dinâmicos que repensam tradições passadas. Cada diretora assumiu as rédeas antes do início da pandemia global, e agora o trio trabalha para repensar como a prática pode enfrentar diversos desafios em Nova York, São Francisco e Los Angeles.
Com mais de 300 projetos arquitetônicos em seu currículo, Tadao Ando é considerado um tesouro nacional em seu país de origem, o Japão. Reconhecido por seu trabalho com concreto e luz, sua obra recebeu reconhecimento internacional, incluindo a Medalha de Ouro da UIA em 2005 e o Prêmio Pritzker em 1995. Em entrevista à UIA / União Internacional de Arquitetos, Ando reflete sobre sua filosofia de projeto e seu processo criativo.
Los Angeles é uma cidade de sonhos. Conhecida em todos os Estados Unidos e no mundo, L.A. personifica tanto a liberdade quanto a experimentação, definida tanto por suas rodovias quanto por sua diversidade. É também uma cidade de casas. Residências unifamiliares cobrem quase metade de Los Angeles e, à medida que a cidade continua a evoluir, profissionais da arquitetura exploram novas ideias sobre modernidade e vida cotidiana por meio da tipologia unifamiliar.
Cerca de 10 milhões de pessoas vivem no Condado de L.A., e a própria cidade de Los Angeles se tornou uma das mais diversas do mundo do ponto de vista étnico. O ambiente construído reflete a natureza de seus habitantes, abrigando algumas das arquiteturas residenciais e culturais mais icônicas do mundo. Los Angeles tem sua própria dose de Lautner, Schindler, Wright e Neutra. É uma cidade que há muito tempo personifica a multiplicidade e as formas progressistas, desde a Eames House e a Residência de Gehry até a icônica Stahl House. Sob as lentes do fotógrafo Julius Shulman, muitas casas passaram a representar não apenas novos estilos residenciais, mas também a cultura do pós-guerra no sul da Califórnia.
A pandemia de COVID-19 transformou a nossa maneira de trabalhar. Enquanto profissionais de design repensam rapidamente os fluxos de trabalho tradicionais para manter a conectividade, em São Francisco, o Studio BBA adapta sua rotina de trabalho para garantir o atendimento às necessidades de seus clientes. Defendendo uma arquitetura que inspira a conexão humana, o escritório cria espaços e lugares a partir da alquimia entre inspiração, local, materiais, visão e forma.
Cortesia de Architectural Visualization Studio Soba
Um novo empreendimento de uso misto à beira-mar está programado para iniciar suas obras em 2021, após receber a aprovação do Comitê Future Melbourne, da Prefeitura de Melbourne. Projetado por Foster and Partners, Fender Katsalidis e Oculus, o projeto é promovido pela WMW Developments, uma parceria entre a Perri Projects e a Qanstruct. Localizado às margens do Rio Maribyrnong, o complexo é composto por uma série de edifícios que integram comércio, habitação, escritórios e espaços comunitários.
A arquitetura é definida por sua humanidade. Isso se torna ainda mais evidente em um ano marcado pela pandemia do coronavírus e pelas demandas globais por justiça social. Os impactos foram sentidos em diversos setores, inclusive no ensino superior. Como arquiteta da Universidade da Virgínia (UVA), Alice Raucher assessora a instituição em planejamento de capital e diretrizes de projeto. Ao trabalhar para enfrentar desafios de projeto únicos, Raucher reconhece o passado da universidade ao mesmo tempo em que planeja seu futuro.