Este vídeo utiliza o personagem do arquiteto no filme Proposta Indecente — chamado David Murphy e interpretado por Woody Harrelson — para oferecer dicas de prática profissional. David Murphy se envolve em uma série de práticas de negócios arriscadas e toma repetidamente decisões que levam a falhas gritantes na gestão de seu escritório. No entanto, seu descuido mais grave — e a verdadeira “proposta indecente” — é reunir-se com um bilionário sem antes cultivá-lo como cliente. Esse erro de julgamento faz com que o empresário abastado, interpretado por Robert Redford, adquira o projeto de Murphy bem debaixo de seu nariz. Além das lições práticas para evitar essas armadilhas, o vídeo também oferece uma análise de personagem que destrincha os princípios fundamentais da arquitetura desconstrutivista e outras referências arquitetônicas do filme.
Artigos
Proposta Indecente: Dicas de arquitetura para tornar propostas decentes
10 métricas essenciais de empresas de engenharia de alto desempenho

Diante de um cenário empresarial em constante evolução, as empresas de engenharia precisarão trabalhar de maneira mais inteligente e ágil do que nunca para se manterem competitivas.
As diversas aplicações de janelas sem moldura na criação de espaços contemporâneos

Uma janela sem caixilho é exatamente o que o nome sugere: uma opção de envidraçamento contínuo que não apresenta nenhuma moldura aparente ao redor de seu perímetro. Como um novo fenômeno do design, os painéis de vidro sem caixilho são utilizados em varandas, boxes de banheiro, portas de vidro e janelas sob medida para jardins de inverno, criando o efeito de uma "parede de vidro", que é uma marca registrada da arquitetura contemporânea. O envidraçamento contínuo oferece diversas vantagens, a começar pelo seu excepcional valor estético, que maximiza a entrada de luz natural nos ambientes e confere um toque contemporâneo e elegante à edificação. Para além do apelo estético, as janelas sem caixilho são de instalação simples e extremamente rápida, garantindo o mínimo de transtorno para proprietários e proprietárias e custos de instalação reduzidos.
"O wood framing é um sistema tanto igualitário quanto aberto": Em conversa com o curador do Pavilhão dos EUA, Paul Andersen, na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2021
A 17ª Bienal de Arquitetura de Veneza estreou na semana passada, apresentando uma gama diversificada e inspiradora de respostas possíveis para a pergunta “Como viveremos juntos?”. Apesar dos inúmeros obstáculos impostos pela pandemia, a edição deste ano amplia o escopo e o alcance da Bienal, reafirmando seu papel como plataforma de questionamento, exploração e pensamento disruptivo na arquitetura. O ArchDaily teve a oportunidade de se reunir em Veneza com um dos cocuradores do Pavilhão dos EUA, o arquiteto, autor e professor da Universidade de Illinois Paul Andersen, para discutir a proposta do pavilhão e como ela reflete o tema central da Bienal.
Neurodiversidade e biofilia: o futuro do espaço de trabalho na era pós-pandemia

A pandemia do coronavírus impôs novas necessidades e mudanças significativas em nossas vidas: nas relações, no trabalho, nos hábitos de consumo e no aumento da desigualdade. De fato, o tema dos espaços de trabalho surgiu em um momento histórico no qual as pessoas viram suas próprias liberdades limitadas pela primeira vez na era pós-moderna.
A maioria das pessoas foi forçada a trabalhar em casa e, desde o início da quarentena, a reflexão sobre o futuro dos espaços de trabalho tornou-se inevitável. Dados interessantes mostram que o coronavírus apenas impulsionou uma prática que vinha se consolidando há anos em alguns países. Segundo a Global Workplace Analytics e FlexJobs, entre 2005 and 2015, o número de profissionais nos Estados Unidos que realizam pelo menos 50% de seu trabalho em casa ou em outro local fora de seus escritórios cresceu 115%, e hoje esse número chega a 4,7 milhões, ou seja, 3,4% da força de trabalho.
"'Se você construir, eles virão' - Este é um caminho passivo e arriscado para o sucesso", em conversa com o fundador do Business of Architecture, Enoch Sears

Apesar da emergência de práticas coletivas e interdisciplinares, o empreendedorismo na arquitetura continua sendo uma disciplina difusa. Enquanto as instituições de ensino focam no desenvolvimento de habilidades técnicas durante a graduação, as habilidades socioemocionais e de gestão costumam ser negligenciadas, restando sua aquisição ou aprimoramento para a vivência profissional. Ao ingressarem no "mundo real", recém-formados/as que decidem iniciar sua trajetória profissional de forma autônoma ou em startups frequentemente se veem sobrecarregados/as com questionamentos: "Como convencer o/a cliente? Estou comunicando meu conceito de forma adequada aos/às empreiteiros/as? Estou cobrando o suficiente? Por que o projeto não está sendo executado como o projetei? Por que este projeto está levando muito mais tempo do que o previsto? Como gerenciar uma empresa de sucesso se nunca fiz um curso de negócios na faculdade de arquitetura?"
"Nosso futuro vernáculo pode ser o nosso resíduo industrial": Em conversa com o curador do Pavilhão dos Emirados Árabes Unidos, Wael Al Awar, na Bienal de Veneza de 2021
Com a inauguração da 17ª Bienal de Arquitetura de Veneza, 60 nações de todo o mundo apresentaram soluções singulares para a questão “Como viveremos juntos?”. Nem mesmo a pandemia ou suas repercussões impediram o processo criativo dos/as curadores/as. Pelo contrário, as adversidades foram tomadas como ponto de partida para explorar como a noção de "viver juntos" se transformou ao longo do último ano e de que maneira é possível reimaginar melhores ambientes construídos. O ArchDaily teve a oportunidade de se reunir com o/a arquiteto/a Wael Al Awar, um/a dos/as co-curadores/as do Pavilhão dos EAU, para debater como surgiu o material inovador do pavilhão e o que isso representa para o futuro da arquitetura.
No sul da Califórnia, as refeições ao ar livre transformam o cenário da hospitalidade

"A explosão das refeições ao ar livre é tanto uma ferramenta de sobrevivência para os restaurantes quanto uma mudança cultural bem-vinda que pode ter vindo para ficar", afirma Jessica Ritz em seu artigo originalmente publicado na Metropolis. De fato, a autora explora as tendências de hospitalidade que surgiram durante a pandemia na Califórnia, principalmente as refeições ao ar livre, e que devem durar ou se fazer presentes por muito tempo.
Fogo e Arquitetura: Como o fogo molda o projeto dos edifícios

O fogo é um fator crucial a ser considerado no projeto de edifícios. Desde os sistemas construtivos e a disposição dos ambientes até as rotas de fuga e os sistemas de combate a incêndio, o fogo é uma força poderosa que molda os espaços que habitamos. Este vídeo aborda alguns desses fatores enquanto o apresentador, Stewart Hicks, acende uma fogueira em uma cabana no norte de Michigan. Ao longo do processo de escolha das lenhas, montagem, acendimento e contemplação do fogo, ele explica como a construção de edifícios se relaciona com os princípios para se estruturar uma boa fogueira. Ele aborda as teorias de Gottfried Semper, a evolução do fogo no ambiente doméstico, os aspectos a se considerar na construção em wood frame, o Princípio de Bernoulli, os sistemas de combate a incêndio e muito mais. Puxe uma cadeira, traga os ingredientes para fazer s’mores e divirta-se com algumas curiosidades sobre o fogo.
Ditando tendências com acabamentos de interiores personalizados à base de madeira

A fabricante de materiais derivados de madeira EGGER combina padrões de acabamento para mobiliário, design de interiores e pisos para criar algo totalmente novo.
"Não somos os protagonistas, a arquitetura é apenas o pano de fundo": Em conversa com Alejandro Aravena
A 17ª Bienal de Arquitetura de Veneza convidou profissionais da arquitetura a refletir sobre a questão "Como viveremos juntos?", provocando uma variedade de respostas, leituras e interpretações. A Exposição Internacional, que acontece no Giardini, no Arsenale e no Forte Marghera, apresenta 112 participantes de 46 países, cujas contribuições estão organizadas em cinco escalas: Entre seres diversos, Como novas habitações, Como comunidades emergentes, Através de fronteiras e Como um único planeta. Para responder à pergunta "Como viveremos juntos como comunidade?", o escritório chileno ELEMENTAL propôs uma intervenção, e o ArchDaily se reuniu em Veneza com Alejandro Aravena para discutir a ideia por trás do projeto KOYAÜWE. A proposta cria um espaço que recupera a tradição dos "parlamentos" (diálogos e negociações históricas) como meio de abordar o histórico conflito chileno-mapuche.
Adam Nathaniel Furman: “Edifícios sempre incorporam os valores de seus criadores”

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.
Stefan Fuchs e Raphael Dillhof entrevistam Adam Nathaniel Furman para discutir o papel e a importância das fachadas na malha urbana contemporânea, "no contexto de uma gama mais ampla de questões sociais, econômicas e políticas". Parte de um estudo aprofundado que examina o papel das fachadas no século XXI, esta conversa também levanta a questão de por que os edifícios sempre incorporam os valores de quem os cria.
The Second Studio Podcast: Entrevista com Archie Lee Coates IV, cofundador do PLAYLAB

O Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado por David Lee e Marina Bourderonnet, profissionais da arquitetura, o programa recebe diferentes mentes criativas em conversas espontâneas que dão espaço a reflexões profundas e debates pessoais.
Com honestidade e bom humor, o podcast aborda uma grande variedade de temas: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para profissionais do design, análises de edifícios e projetos, ou reflexões descontraídas sobre o cotidiano e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
Esta semana, David e Marina conversam com Archie Lee Coates IV, cofundador do estúdio de design altamente multidisciplinar PLAYLAB. No episódio, Archie discute a evolução e o futuro do PLAYLAB, a ingenuidade na arte e no design, a equidade social na prática projetual, a fé na humanidade, o escritório de design como uma ameba permeável, a colaboração com Virgil Abloh no desfile da Louis Vuitton e muito mais.
Por dentro de uma casa brutalista demolida: a Casa Lincoln
A primeira casa construída nos Estados Unidos feita inteiramente de concreto e vidro já não existe mais. Demolida em 1999, isso não impede que a visitemos virtualmente para vivenciar a experiência de estar em seu interior. Este vídeo e o link abaixo centram-se em uma única residência — a Lincoln House, projetada por Mary Otis Stevens — com o intuito de resgatá-la e explorá-la. A ferramenta Enscape é utilizada para percorrer o edifício e recriar a experiência de estar em seu interior. O vídeo apresenta uma linha do tempo para contextualizar o papel da casa na carreira de seu/sua arquiteto/a e na evolução do Brutalismo na arquitetura, uma análise da edificação e as primeiras impressões ao percorrê-la pela primeira vez. Que magia e outras lições estão latentes no projeto, ocultas até que pudéssemos finalmente vivenciá-lo?
A arquitetura dos balanços

Como recurso de projeto, os balanços podem existir por diversos motivos: como resultados racionais da concepção formal, feitos impressionantes de engenharia ou simplesmente como espetáculos desnecessários. De qualquer forma, frequentemente resultam em edifícios que parecem simultaneamente pesados e leves, apresentando situações de uma precariedade segura para seus/suas habitantes. O vídeo descreve o que são os balanços, bem como alguns dos princípios estruturais que regem seu projeto, como tração, compressão, momento e cisalhamento. Também analisa grandes exemplos de arquitetos/as e escritórios como MVRDV, Rem Koolhaas, Ensemble Studio e Richard Rogers. Por fim, conclui com um reconhecimento aos/às engenheiros/as estruturais e lista alguns/algumas dos/das profissionais responsáveis por alguns dos balanços mais ousados e delicados.
O que acontecerá com as cidades se todos continuarem trabalhando de casa?

Nossas vidas nos centros urbanos foram completamente transformadas ao longo dos últimos 16 meses. Ao olharmos para o futuro próximo e começarmos a vivenciar o retorno aos locais de trabalho e o despertar das cidades após um longo sono, não há dúvida de que a vida como a conhecíamos nunca mais será a mesma. Embora alguns mais extremistas venham se perguntando “será que ainda precisaremos de cidades?” (pergunta para a qual a resposta é um sim categórico), de que maneira as cidades mudarão se continuarmos a avançar nesta era digital de trabalho e vida que foi acelerada pela pandemia?
Vocabulário arquitetônico definido de A a Z
Este vídeo apresenta e define termos comuns da arquitetura de A a Z. Não é segredo para ninguém que a arquitetura está repleta de jargões. Isso pode ser motivo de piadas e memes, mas também gera confusão e frustração. Essa dependência de jargões é, até certo ponto, perdoável — afinal, a tarefa de traduzir princípios espaciais, geométricos e compositivos complexos em linguagem verbal é difícil. Ainda assim, isso significa que é preciso se dedicar a aprender essa linguagem para compreender plenamente a comunicação escrita e verbal sobre edifícios. Este vídeo ajuda nessa tarefa ao apresentar as definições de 26 termos arquitetônicos comuns em ordem alfabética. Entre os termos estão estética, contraforte, circulação, diagramático, enfilade, fenestração, geodésico, hierarquia, icônico, ombreira, kitsch, legibilidade, morfologia, nó, ornamento, programa, cunhal, rusticação, estereotomia, tectônica, urbanismo, yurt e zeitgeist. Com este vocabulário fundamental em mãos, você poderá acompanhar qualquer conversa sobre arquitetura.
The Second Studio Podcast sobre o processo de arquitetura e construção

O The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa recebe diferentes profissionais da área criativa em conversas espontâneas que dão espaço para análises profundas e discussões pessoais.
Uma variedade de temas é abordada com honestidade e bom humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas designers, análises de edifícios e outros projetos, ou reflexões informais sobre o cotidiano e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
Esta semana, David e Marina discutem o processo típico de arquitetura e construção, abordando as fases e etapas da maioria dos projetos de edificação: o que esperar de cada etapa, por que as diferentes fases existem, seus processos habituais, os documentos entregues ao final de cada etapa e os resultados obtidos em cada uma delas.
Sudoeste Monumental: Projetos Modernos Repensando o Vernáculo

O sudoeste dos Estados Unidos é amplamente conhecido por seus projetos cívicos e monumentais. Essas propostas estabelecem expressões icônicas e contemporâneas que transcendem as tradições vernáculas. Localizados em diferentes regiões do Texas, Novo México e Arizona, os projetos são concebidos com uma estética moderna e novas ideias. Novas experiências espaciais e abordagens formais estão sendo exploradas por arquitetos/as locais e internacionais. Em contraste com os espaços íntimos e discretos da arquitetura residencial da região, esses edifícios se consolidam como marcos urbanos de destaque e pontos de convergência em suas respectivas cidades.
Precisamos começar a planejar agora para a inevitável elevação do nível do mar

Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.
Nesta reedição, Martin C. Pedersen conversa com John Englander, autor de Moving to Higher Ground: Rising Sea Level and the Path Forward, sobre o aumento “irrefreável” do nível do mar. O artigo explora a importância de se planejar para esse desafio imediatamente. De fato, "temos algum tempo, mas não todo o tempo do mundo", afirma John Englander.
Uma transformação em Pacoima, Los Angeles, revela o potencial dos becos esquecidos da cidade

Em um artigo originalmente publicado na Metropolis, a autora Lauren Gallow destaca uma transformação urbana na Califórnia, liderada por um grupo de organizações locais e designers. O projeto "substitui um beco anteriormente perigoso por áreas de lazer, arte pública e vegetação nativa", revelando o potencial inexplorado desse espaço público frequentemente negligenciado.
Design Disruption Episódio 10: Projetando os Hospitais do Futuro
_(1).jpg?1625088008&format=webp&width=640&height=580)
A pandemia de COVID-19 representa um momento de ruptura para o nosso mundo e promete impulsionar mudanças transformadoras no design, desde a maneira como vivenciamos nossas casas e escritórios até o planejamento de nossas cidades. A série de webcasts Design Disruption explora essas transformações — abordando também questões como as mudanças climáticas, a desigualdade e a crise habitacional — por meio de conversas com mentes visionárias da arquitetura, do design, do planejamento urbano e do pensamento contemporâneo, propondo soluções criativas e reimaginando o futuro do ambiente construído.
Os parques-deck estão cada vez mais em voga, mas será que são sempre a melhor opção?

"Os deck parks estão cada vez mais em voga nos centros urbanos do sudoeste, mas não se adequam a El Paso", escreve o/a autor/a Sito Negron. Recentemente, diversas cidades ao redor do mundo têm repensado os espaços urbanos dedicados ao transporte, introduzindo áreas públicas sobre rodovias ao mesmo tempo em que expandem a malha viária. Nesta republicação do The Architect's Newspaper, explora-se os limites dessa tendência e questiona-se sua implementação em determinados casos.
Como comunicar sua intenção de projeto por meio de estilos de visualização

Criar uma visualização atraente que comunique a intenção do projeto e conquiste o apoio das partes interessadas não é uma tarefa simples. Embora os/as designers tenham inúmeras ferramentas de visualização à disposição — de potentes motores de renderização à simplicidade do papel e caneta —, não existe uma fórmula única para a visualização. À medida que o projeto evolui, podem ser necessárias diversas renderizações com diferentes níveis de detalhamento.
Segundo Jim Kessler, diretor do Visual Media Group na Jacobs, "quando um projeto está em desenvolvimento e as conversas com os/as clientes estão em andamento, uma renderização fotorrealista transmite a ideia de que o trabalho está concluído e que alterações não são mais possíveis. Por outro lado, uma imagem não fotorrealista sugere fluidez e carrega um forte apelo artístico, algo que atrai os/as profissionais de arquitetura".









