Marta Elena Campos Newman é uma das primeiras arquitetas graduadas pela escola de arquitetura da Universidad Iberoamericana, na Cidade do México. Desde a juventude, iniciou uma carreira profissional especializada em arquitetura de interiores, que rende frutos até os dias de hoje. Ao longo de sua trajetória, colaborou com os escritórios de arquitetura mais importantes da segunda metade do século XX no México, e seu trabalho como professora na Faculdade de Arquitetura da UNAM a levou a formar gerações inteiras de profissionais da arquitetura.
Os vencedores do German Design Awards 2023 abordam o design de forma inteligente e sustentável, com foco em soluções de produtos inovadoras e ideias visionárias. O princípio cradle-to-cradle, os métodos de construção modular, o uso sustentável de materiais e a eficiência energética há muito tempo são pilares na fabricação e no processo de construção. Paralelamente, o branding imobiliário também vem ganhando cada vez mais destaque, tornando-se um instrumento importante na comunicação e no marketing arquitetônico.
Das 4.200 candidaturas recebidas pelo German Design Awards 2023, um total de 98 projetos foram premiados com a distinção máxima “Gold”. O German Design Awards é um dos prêmios internacionais de design mais reconhecidos do mundo, destacando-se pela diversidade e qualidade dos projetos apresentados. Os prêmios são concedidos a empresas cujos produtos se destacam nas categorias de “Excellent Product Design”, “Excellent Communications Design” e “Excellent Architecture”. Nas três disciplinas de design, os vencedores deste ano incluem marcas como Duravit, Mono e WMF, bem como o escritório de arquitetura MVRDV e startups como nevi e X Shore AB.
A tolerância das pessoas ao som no local de trabalho varia em diferentes momentos. Curar a acústica exige uma abordagem híbrida, combinando áreas para trabalho focado e condições confortáveis para reuniões. Imagem cortesia de Haworth
Seriam as habilidades dignas de prêmio do/a barista no café do terceiro andar que tornam seus dias no escritório toleráveis? Ou será a possibilidade de reservar uma mesa e uma cadeira com ajuste de altura para chamar de suas, enquanto o resto do mundo adota estações de trabalho rotativas? Talvez seja saber que o aquecimento de suas mãos e pés é pago por outra pessoa, ou que, neste espaço, você é simplesmente você, e não mãe, pai, filha/o ou parceiro/a. Ou talvez você atribua isso simplesmente à camaradagem da equipe e ao senso de propósito comum. Uma coisa, contudo, é inquestionável: desde a recente reestruturação de nossas práticas de trabalho, tornou-se mais importante do que nunca equilibrar produtividade e bem-estar no escritório, sendo a satisfação e o conforto fundamentais para ambos.
Hoje conhecemos R. Buckminster Fuller principalmente por sua obra de objetos e ideias icônicos criados ao longo de uma vida de quase 90 anos. Nascido na última década do século XIX, Fuller viveu o suficiente para conviver com Steve Jobs. Ele é descrito de variadas formas: como um "pensador de sistemas", talvez o primeiro "futurista", um visionário, engenheiro, geômetra e arquiteto (ele recebeu a Medalha de Ouro do AIA em 1970). No entanto, "inventor" é provavelmente a descrição mais precisa. A biografia de 2022 escrita pelo historiador e escritor Alec Nevala-Lee, apropriadamente intitulada Inventor of the Future: The Visionary Life of Buckminster Fuller (Dey St. Books), narra uma história detalhada e sutil do homem conhecido pelas cúpulas geodésicas; estruturas espaciais; "Nave Espacial Terra" (Spaceship Earth); o mapa, a casa e o carro Dymaxion; e conceitos como tensegridade, sinergia e "efemeralização" ("fazer tudo com absolutamente nada", como ele definia).
https://www.archdaily.com.br/pt/1138494/a-invencao-mais-complexa-de-bucky-fuller-pode-ter-sido-ele-mesmoMichael J. Crosbie
Quando elementos transparentes de fachada se transformam deliberadamente a partir do curso do sol, podemos explorar um fascinante movimento lento em forte contraste com a agitação da vida urbana ao nível da rua. O designer francês Pierre Brault, em particular, responde ao ritmo acelerado de nossa sociedade com instalações de fachada que combinam o princípio do relógio de sol com um design pop colorido. Suas obras tridimensionais, feitas de acrílico colorido reciclado, hipnotizam por meio de movimentos simples, porém dramáticos, de sombras coloridas. Na entrevista, Brault explica sua inspiração, sua abordagem experimental e seu interesse em trabalhar de forma responsável com os materiais.
Videos
Casa no Restelo / Pedro Domingos Arquitectos. Imagem cortesia de FritsJurgens
A terceira e última parte de "Stories of Lisbon's Light" foca em uma residência familiar robusta e de contraste ousado, situada entre as sete colinas de Lisboa, a "cidade da luz". Descubra como o arquiteto Pedro Domingos projetou uma casa onde a luz natural e o rio Tejo assumem o papel principal. Voltada para o sul, a residência exigiu decisões arquitetônicas radicais para que a luz pudesse fluir por todos os seus espaços.
Uma escolha de confiança para arquitetos e designers de interiores, as ferragens e acessórios da Buster + Punch agora fazem parte dos lares e hotéis mais elegantes, restaurantes com estrelas Michelin e salas de concerto. Imagem cortesia de Buster + Punch
Em 2013, a marca de design de interiores Buster + Punch surgiu em uma garagem no leste de Londres, com uma abordagem inovadora para detalhes e ferragens do dia a dia que os elevou ao status de peças de desejo altamente contemporâneas.
O fundador da marca, Massimo Buster Minale, era conhecido por trabalhar como arquiteto durante o dia e construir motocicletas personalizadas à noite — estas últimas vendidas em uma garagem a poucos metros de seu apartamento em Londres. Seus clientes de motocicletas começaram a encomendar peças exclusivas de mobiliário e detalhes sob medida para suas casas. Minale, que sempre tivera dificuldade para encontrar ferragens e acabamentos de alto padrão para seus projetos de arquitetura nos escritórios de Richard Rogers e Foster & Partners, viu ali uma clara lacuna no mercado.
Ir a uma agência bancária de rua para descontar um cheque, sacar dinheiro ou mesmo abrir uma conta são tarefas que ficaram no passado. Com quase todos os serviços financeiros agora disponíveis on-line e as transações digitais conquistando uma fatia de mercado cada vez maior (passando de 28% para 41% entre 2019 e 2022), cada vez mais agências físicas estão fechando suas portas.
No entanto, a complexidade dos mundos da tecnologia e das finanças continua a gerar confusão e receio em muitos clientes — o que talvez explique por que a presença acolhedora de uma agência física, com pessoas reais, ainda tenha espaço. Esses novos interiores de agências bancárias remetem a um tempo nostálgico em que sabíamos o nome do gerente local, mas agora trabalham em conjunto com a tecnologia para oferecer serviços financeiros híbridos e um atendimento mais personalizado, em ambientes confortáveis e acolhedores.
Estudos revelam que passamos cerca de 90% do nosso tempo em espaços fechados e, mesmo quando nos aventuramos ao ar livre, muitas vezes continuamos conectados à tecnologia — com fones de ouvido, um smartphone na mão ou ambos. Para enfrentar esse desafio, arquitetos/as e designers têm buscado métodos inovadores para incorporar a natureza aos nossos espaços de convivência. Depois de já terem adotado paredes verdes, áreas integradas entre interior e exterior de transição fluida e iluminação natural estratégica, tudo indica que o próximo passo é explorar o universo do som.
É aí que entra a música das plantas, a última tendência impulsionada por um dispositivo chamado PlantWave, que está conquistando as redes sociais. Este dispositivo singular, desenvolvido pela Data Garden, nos convida a vivenciar a natureza de uma maneira totalmente nova, com apenas um toque.
George Smart é um preservacionista improvável, quase acidental. Fundador e diretor executivo da USModernist, uma organização sem fins lucrativos dedicada à preservação e documentação de residências modernistas, Smart trabalhou por 30 anos como consultor de gestão. “Eu fazia planejamento estratégico e treinamento organizacional”, conta. “Minha esposa se refere a todo este outro projeto como um surto de 16 anos.” Recentemente, conversei com Smart sobre seus dois sites, o podcast, as visitas guiadas que sua organização realiza e por que a documentação é uma ferramenta de preservação tão poderosa.
Desde o fogo nas cavernas até a iluminação pública nas cidades, a iluminação tem evoluído de forma constante junto aos avanços da tecnologia — e, nos últimos anos, começou a mudar de maneira ainda mais significativa devido à crescente conscientização sobre seu impacto no meio ambiente e na saúde das pessoas. Hoje em dia, já não é incomum encontrar LEDs de acendimento automático em espaços de trabalho e residências, tanto para melhorar a eficiência energética quanto o bem-estar e o conforto. Ao mesmo tempo, praças e ruas estão cada vez mais integradas a sensores e configurações de software que permitem melhorar a segurança e a mobilidade. E, com a estimativa de que a população mundial vivendo em cidades crescerá para 68% até 2050, sem dúvida a iluminação urbana se tornará um fator ainda mais importante a ser considerado.
No entanto, para aproveitar ao máximo essas oportunidades, precisamos pensar na iluminação como parte de uma visão integral e trabalhar em conjunto para criar soluções melhores. Qual será o futuro da iluminação? Lançamos essa pergunta aos nossos leitores e leitoras e, após revisar uma imensa quantidade de comentários e opiniões, tanto de profissionais da construção quanto de estudantes e pessoas interessadas em arquitetura, foi uma surpresa encontrar tantas convergências e visões sobre a importância de ir um passo além do atual, sem aumentar a poluição luminosa — e sendo mais amigável com todos os seres vivos. Conheça os principais pontos de vista a seguir.
Videos
Cadeira de escritório Sia. Imagem cortesia de Boss Design
Escolher os elementos de trabalho adequados — como mobiliário, iluminação, pisos e outros equipamentos — é fundamental para criar um ambiente corporativo ideal. Com impacto positivo na produtividade, bem como no conforto e bem-estar da equipe, o design de elementos que integram qualidades sustentáveis, de bem-estar e estéticas pressupõe uma compreensão profunda das interações entre essas três áreas. Ao minimizar o impacto ambiental e priorizar o bem-estar ao longo de todo o processo de desenvolvimento, sem abrir mão da estética resultante, a cadeira de escritório Sia Task Chair, da Boss Design, estabelece um novo padrão para o design corporativo.
Refletir sobre a moradia contemporânea pode ser um dos temas mais instigantes e relevantes do nosso tempo. Em um mundo que muda a um ritmo vertiginoso, no qual as tecnologias avançam a passos largos, a população cresce e os recursos se tornam escassos, é vital refletir sobre como habitamos e como podemos fazer isso melhor.
Situada no vilarejo de Kaltenbach, em meio às montanhas austríacas, fica a sede da Empl. Fabricante de caminhões de bombeiros e outros veículos de grande porte com funções especiais, seu portfólio inclui veículos off-road, hospitais de campanha móveis e caminhões frigoríficos para o transporte de alimentos. Independentemente de sua função, cada veículo é único e concebido com o máximo cuidado. Os produtos finais podem ser vistos no salão de entrega da Empl – um elegante pavilhão de produção onde os veículos são entregues pessoalmente aos clientes. O edifício possui um total de cinco portas pivotantes, com destaque especial para uma delas. No quarto episódio de Opening up, a FritsJurgens mostra os detalhes desse espaço singular.
Para desenvolver materiais que satisfaçam as necessidades do futuro, é importante considerar os desafios do passado e do presente. O concreto, um material de construção amplamente utilizado, mantém sua composição básica desde sua concepção moderna no século XIX, com a invenção do cimento Portland por Joseph Aspdin. O concreto é altamente valorizado por sua resistência e coesão, tornando-se um dos materiais mais utilizados no mundo. Graças às suas características técnicas e estéticas, arquitetos e arquitetas ergueram obras como o edifício da CEPAL e a capela de Palmira, as quais se tornaram marcos da produção arquitetônica atual. Atualmente, porém, tais características já não são o único critério para avaliar o valor de um material, dada a crescente necessidade de criar soluções com foco sustentável. A indústria do concreto, por sua vez, emite uma quantidade significativa de poluentes na atmosfera, representando cerca de 8% das emissões globais de CO₂.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138201/concreto-fotocatalitico-uma-abordagem-sustentavel-para-a-qualidade-do-ar-na-construcaoEnrique Tovar
À medida que o setor da construção civil transita para um modelo mais sustentável, a transparência se torna cada vez mais indispensável. Com a crescente ênfase em práticas de menor impacto ecológico, profissionais de arquitetura, planejamento e outras áreas querem garantir que os materiais utilizados tenham o menor impacto possível no planeta. As Declarações Ambientais de Produto (EPDs, na sigla em inglês) são ferramentas fundamentais para mensurar esse impacto com precisão.
Em janeiro, a Holcim Alemanha tornou-se a primeira empresa na Europa a publicar EPDs para todo o seu portfólio de cimento. Além disso, é a primeira empresa alemã a disponibilizar a seus clientes EPDs específicas de produto para concreto usinado.
O brutalismo é um estilo arquitetônico que surgiu na década de 1950 e se popularizou na década de 1960. Seu nome deriva do francês "béton brut", que significa "concreto bruto", já que esse material é um dos elementos mais característicos do estilo. Suas principais características incluem o uso do concreto aparente, proporcionando visuais em que a textura e a tonalidade natural são as protagonistas das edificações. Os edifícios brutalistas costumam apresentar uma estética austera e massiva, com formas geométricas simples e repetitivas. O uso de materiais industriais e técnicas construtivas inovadoras também é comum no brutalismo.
O espaço transparente de transição: como mostra esta renderização, o Proline T da Solarlux pode envolver completamente os edifícios com superfícies de vidro, com módulos que se dobram de forma variável para economizar espaço. Imagem cortesia de Solarlux
Para os moradores urbanos, as varandas podem ser uma verdadeira bênção. Elas fazem a mediação entre moradias compactas sobrepostas e a vastidão e vivacidade do bairro ao redor. Podem ser transformadas em pequenos oásis paisagísticos, e é possível até mesmo passar as férias na "varanda". Para arquitetos/as, elas oferecem um elemento muito bem-vindo para estruturar a fachada. No entanto, elas também representam um desafio, já que nem toda varanda está voltada para um jardim ou uma rua lateral tranquila.
O elo entre a fotografia de arquitetura e a arqueologia em meu trabalho é bastante pessoal. Trata-se mais de experiências capazes de moldar a visão estética individual do que de uma estrutura teórica subjacente e consciente. Evidentemente, essa estrutura existe, assim como um modo particular de observar as estruturas e a materialidade das superfícies que decorre diretamente do repertório técnico adquirido por meio da pesquisa arqueológica.
A importância da iluminação no design de interiores é inquestionável: quando bem executada, ela não apenas acenta os elementos arquitetônicos de um espaço, mas também faz com que os/as habitantes se sintam à vontade. Como explica Carmelo Zappulla, do estúdio de iluminação External Reference, em uma entrevista à Architonic, a luz é uma ferramenta crucial para adicionar um elemento emocional e "animar um espaço".
Há uma infinidade de opções de iluminação artificial disponíveis. A escolha da melhor opção geralmente depende da natureza do interior em questão e do efeito espacial desejado. Uma das técnicas mais comuns é a iluminação indireta. Esse recurso utiliza luminárias para direcionar a luz sobre superfícies que atuam como refletores, suavizando os raios emitidos para evitar feixes concentrados e volumosos, em prol de um brilho distribuído de maneira mais uniforme.
No universo da arquitetura contemporânea e das tendências de design, o tema da biofilia está se espalhando de forma implacável por plantas baixas, mood boards e interiores finalizados, como manteiga em um pão quente. Assim, falar de espaços ao ar livre com materiais naturais, ar puro, luz natural e vistas amplas pode parecer um disco riscado, mas às vezes tudo o que se quer é continuar apertando o "repetir". Afinal, assim como a manteiga no pão quente, o que é bom nunca é demais.
Estes espaços de banho se abrem, tanto figurada quanto literalmente, para o ambiente externo em uma variedade de climas ao redor do mundo, sem esquecer seu propósito principal: proporcionar um santuário de calmaria e conforto em um mundo estressante.
Portas de correr embutidas economizam espaço e desaparecem dentro das paredes para criar conexões fluidas entre ambientes adjacentes. Imagem cortesia de Ermetika
Em um mundo ideal, as portas poderiam desaparecer e reaparecer de forma fluida, criando conexões e barreiras quando necessário para proporcionar a máxima flexibilidade. Os interiores residenciais combinam cada vez mais trabalho e lazer, exigindo tanto convivência quanto privacidade, e o mesmo se aplica aos espaços de trabalho, que adotam de forma crescente soluções adaptáveis para conectar diferentes zonas e atividades. Conceitos espaciais consagrados, como a planta livre ou a divisão em várias salas pequenas e compartimentadas, já não são suficientes, pois, por si só, não oferecem flexibilidade e adaptabilidade reais.
A Bienal de Arquitetura de Mídia 2023 (MAB23) acontece de 14 a 15 de junho (online) e de 21 a 23 de junho (presencial) em Toronto, no Canadá. O evento, que conta com palestras, mesas-redondas e premiações, busca oferecer uma plataforma para comunidades de pesquisa e de prática profissional voltadas à mídia e ao ambiente construído. A MAB23 reunirá estudantes, a comunidade acadêmica e profissionais das áreas de arquitetura, arte, design, planejamento urbano, mídia e comunicação, informática urbana e políticas públicas para compartilhar novas ideias e moldar esse campo em constante evolução.
A moradia não é apenas o lugar onde vivemos. É um reflexo da nossa sociedade, da nossa cultura e das nossas aspirações. É um espaço que influencia nossa qualidade de vida, nossa saúde e nosso bem-estar. E em um mundo que muda a ritmos sem precedentes, no qual as tecnologias avançam a passos largos, a população cresce e os recursos escasseiam, é fundamental refletir sobre como habitamos e como podemos tornar nossas moradias melhores.
O ArchDaily abriu o debate sobre o tema da habitação contemporânea durante todo o mês de abril. Fizemos um convite a nossos leitores e leitoras para que se somassem à discussão sobre seu estado atual e seu futuro. Após analisar uma imensa quantidade de comentários e opiniões, tanto de profissionais da construção civil quanto de estudantes e pessoas interessadas em arquitetura, foi uma surpresa encontrar pontos em comum sobre como, antes de mais nada, a habitação contemporânea diz muito tanto sobre adaptabilidade, inovação e diversidade, quanto sobre especulação imobiliária, falta de políticas públicas adequadas e desigualdade econômica. Conheça em detalhes os principais pontos de vista a seguir.